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Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

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Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

Declarar o imposto de renda é uma daquelas tarefas que quase todo mundo precisa enfrentar uma vez por ano.

Seja você alguém que trabalha com carteira assinada, faz uns “bicos” por conta própria ou até vive de investimentos, esse momento chega – e, com ele, a chance de cometer alguns deslizes.

A boa notícia? Dá pra evitar os erros mais comuns com um pouco de cuidado e sem precisar entender tudo de leis ou números complicados.

Este guia foi feito pra te ajudar a entender onde as pessoas costumam tropeçar na hora de preencher a declaração.

Não importa se é sua primeira vez ou se você já declara há anos: sempre tem um detalhe que pode passar despercebido.

Aqui, vamos falar de cada erro de um jeito tranquilo, com exemplos que fazem sentido pra vida real, pra você não se sentir perdido.

O objetivo é simples: descomplicar o processo. Ninguém quer passar horas quebrando a cabeça ou, pior, descobrir depois que algo deu errado e ter que correr atrás.

Então, vamos te mostrar os principais problemas que aparecem e, no final, como escapar deles sem estresse. Pegue um bloquinho pra anotar as dicas e vem com a gente!

Afinal, o imposto de renda não precisa ser um pesadelo. Ele é só um jeito de organizar o que você ganhou e gastou no ano, e contar isso pra Receita Federal.

Com as informações certas na mão, você evita surpresas e até aproveita pra pagar menos ou receber algo de volta. Vamos começar?

Informações incorretas ou incompletas

Um dos erros mais fáceis de cometer é preencher os dados da declaração com informações erradas ou deixar algo incompleto.

Pode ser um número trocado no CPF, um valor digitado errado do seu salário ou até esquecer de atualizar seu endereço depois de uma mudança. Parece pequeno, mas isso pode fazer a Receita desconfiar e segurar sua declaração pra checar.

Pensa só: você mudou de casa em 2024 e não atualizou isso no sistema. Ou, na pressa, escreveu que recebeu R$ 5.000 de um trabalho quando na verdade foram R$ 500.

São coisas que acontecem porque a gente acha que “tá tudo bem” ou que o programa vai corrigir sozinho, mas ele não corrige .

Esse problema também aparece quando você esquece de incluir algo, como uma conta bancária nova ou um dinheiro extra que caiu na sua conta.

Pra Receita, tudo importa: o que você ganha no emprego, aquele aluguel que você recebe ou até um presente em dinheiro que precisa ser declarado. Se faltar uma peça, o quebra-cabeça não fecha.

O risco disso é chato: sua restituição (o dinheiro que volta pra você) pode atrasar, ou você pode ter que explicar tudo depois, com comprovantes na mão.

Ninguém merece essa trabalheira, né? Por isso, vale a pena conferir cada linha antes de enviar, como se estivesse revisando um e-mail importante.

No dia a dia, a gente já lida com tanta coisa – trabalho, contas, família. Então, o segredo é simples: anote seus dados direitinho durante o ano (numa agenda ou no celular) e, na hora de declarar, cheque duas vezes. Assim, você evita confusão e mantém tudo em ordem.

Omitir rendimentos

Esquecer de declarar tudo que você ganhou no ano é outro erro que pega muita gente.

Isso acontece quando você deixa de fora um dinheiro extra, como um trabalho temporário, o aluguel de um imóvel ou até uma venda que fez pelo Mercado Livre.

Pode parecer que não vai fazer diferença, mas a Receita tem jeitinho de descobrir.

Por exemplo, digamos que você alugou um quarto por uns meses e embolsou R$ 300 por mês. Ou fez um serviço avulso e ganhou R$ 1.000.

Se isso não entra na declaração, você está escondendo renda – mesmo sem querer. E hoje, com bancos e empresas mandando informações pra Receita, fica difícil escapar do radar.

Até coisas modernas, como ganhos com criptomoedas ou pagamentos por aplicativos tipo PicPay, precisam ser declaradas.

A Receita cruza dados de várias fontes (do seu empregador, da corretora de investimentos, das plataformas digitais). Se algo não bate, adivinha quem vai ter que se explicar?

O pior não é só ser pego: omitir rendimentos pode te fazer pagar multa ou recalcular o imposto do jeito errado, saindo mais caro. É como esquecer de contar uma parte da história – no final, a verdade aparece, e você paga o preço.

Pra não cair nessa, anote todo dinheiro que entra, nem que seja num papel simples. Pode ser o salário, um extra ou até um presentinho em dinheiro que precisa declarar.

Na hora de preencher, é só olhar suas anotações e garantir que nada ficou de fora. Moleza, né?

Declarar rendimento na ficha errada

O programa do imposto de renda tem várias “caixinhas” pra você colocar o que ganhou, e errar o lugar é mais comum do que parece.

Cada tipo de renda – salário, aluguel, investimentos – vai numa ficha diferente, e se você mistura tudo, o cálculo do imposto sai errado. É como guardar meias na gaveta de camisetas: parece inofensivo, mas bagunça tudo.

Por exemplo, se você recebe aluguel de um apartamento e coloca como “rendimento isento” em vez de “tributável”, o programa não cobra o imposto que deveria.

Ou se ganhou dinheiro vendendo ações rapidinho e jogou na ficha errada, a Receita vai perceber que algo não faz sentido. Cada ganho tem seu cantinho certo.

Esse erro pega quem tem mais de uma fonte de renda – tipo um salário fixo e um extra com vendas online.

Você pode achar que é tudo a mesma coisa, mas o programa separa pra calcular direitinho. Se não prestar atenção, ou paga imposto a mais, ou a menos – e aí tem que corrigir depois.

O impacto disso vai além da confusão: pode te tirar vantagens, como deduções que você podia usar, ou gerar uma cobrança extra. É como mandar uma encomenda pro endereço errado – até chegar no lugar certo, dá trabalho.

A solução é dar uma espiada nas instruções que vêm com o programa da Receita. Elas mostram onde cada coisa vai, e não é tão complicado quanto parece.

Se ainda ficar na dúvida, procure um exemplo na internet ou pergunte pra alguém que já fez. Com um minutinho de atenção, você acerta de primeira.

Exigir deduções indevidas

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

Todo mundo quer pagar menos imposto, e as deduções são uma ótima ajuda pra isso – são gastos que você pode “descontar” do que deve.

Mas o problema é quando a gente tenta incluir coisas que não entram nas regras, como uma despesa sem recibo ou algo que a Receita não aceita. Isso é pedir pra dar errado.

Um caso comum é tentar deduzir consultas médicas sem comprovante. Você foi ao médico, pagou R$ 150, mas não pegou nota? Não dá pra incluir.

Outro exemplo é querer abater o cursinho de idiomas ou academia – a Receita só deixa deduzir educação até um limite (uns R$ 3 mil por pessoa) e em situações específicas, como escola regular.

Tem gente que também tenta misturar gastos pessoais com outras coisas. Aquela assinatura de streaming que você usa pra relaxar não entra como despesa dedutível, mesmo que você ache que “faz bem pra cabeça”. 

Se você erra aqui, pode ter deduções rejeitadas e ainda levar uma multa. É como tentar usar um cupom vencido na loja – não cola, e você fica na pior. O jeito é jogar limpo e só colocar o que tem certeza.

Pra evitar, guarde recibos de tudo que acha que pode deduzir – médicos, escola, plano de saúde.

Antes de declarar, veja as regras do ano (elas mudam um pouco de vez em quando) ou pergunte pra alguém. Assim, você aproveita o que tem direito sem correr riscos.

Confundir PGBL com VGBL

Se você já ouviu falar em previdência privada, pode ter esbarrado nos termos PGBL e VGBL.

São planos pra guardar dinheiro pro futuro, mas muita gente confunde os dois na hora de declarar – e isso bagunça tudo. Vamos te explicar do jeito mais simples possível.

O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) te deixa “abater” até 12% do que você ganhou no ano do imposto. Tipo assim: se você recebeu R$ 50 mil e colocou R$ 6 mil no PGBL, só paga imposto sobre R$ 44 mil.

Já o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) não dá esse desconto agora, mas tem regras diferentes quando você pega o dinheiro lá na frente.

O erro acontece quando alguém declara o VGBL como se fosse PGBL, esperando pagar menos, ou não coloca os valores do PGBL direito.

Isso é comum pra quem fez o plano na correria e não olhou o papel que a seguradora manda – ali vem tudo explicadinho.

Se você troca as bolas, pode perder a chance de economizar no imposto ou ter que refazer a declaração depois. É como comprar um produto achando que tá em promoção e descobrir que pagou o preço normal – frustração na certa.

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

A dica é prática: pegue o informe que a seguradora te manda no começo do ano. Ele diz se é PGBL ou VGBL e onde colocar cada valor no programa.

Se ainda não entender, dá uma pesquisada rápida ou pergunta pra alguém. Com um minutinho, você resolve isso tranquilo.

Não informar ganhos de Capital

Ganhos de capital são os lucros que você tem quando vende algo por mais do que pagou – um carro, uma casa, ações ou até criptomoedas.

Muita gente esquece de declarar isso, achando que “não conta” ou que a Receita não vai ver. Mas esse é um erro que pode sair caro.

Pensa assim: você vendeu um celular usado por R$ 1.000, que comprou por R$ 600. Esse lucro de R$ 400 é ganho de capital, e em alguns casos precisa ser declarado e até pagar imposto na hora. O mesmo vale pra quem vendeu Bitcoin ou ações na bolsa.

O chato é que esses ganhos não vêm prontos nos informes, como o salário. Você tem que calcular sozinho – ou usar o programa GCAP, que a Receita dá de graça – e incluir na declaração.

Se pular essa parte, a Receita cruza dados de cartórios, corretoras e te acha.

Pra quem vive vendendo coisas ou investindo, esse erro é ainda mais comum. E o pior: se não pagar o imposto no prazo certo , rola multa. É como esquecer de quitar uma conta e depois ter que correr atrás.

Pra não errar, anote toda venda que fizer – o que pagou, o que recebeu e quando. Na hora de declarar, use o GCAP ou peça ajuda se for muito confuso. Assim, você fica em dia e não deixa dinheiro escapar por bobeira.

Colocar dependentes em mais de uma declaração

Se você tem filhos ou alguém que depende do seu dinheiro, pode colocá-los na declaração pra pagar menos imposto.

Mas um erro clássico é quando mais de uma pessoa inclui o mesmo dependente – tipo você e seu ex-parceiro declarando o mesmo filho. Isso não pode acontecer.

A regra é simples: cada dependente só entra numa declaração por ano. Se você coloca seu filho e a outra pessoa também, a Receita vê o CPF repetido e chama os dois pra conversar.

E aí vem a dor de cabeça: multa, atraso na restituição ou até retrabalho.

Esse problema é comum em famílias separadas, onde cada um quer aproveitar o desconto que o dependente dá. Mas não adianta combinar “no boca a boca” – a Receita só aceita o que tá na declaração oficial.

Pra quem já tem uma rotina cheia, esse erro é um estresse a mais. Imagina ter que parar tudo pra resolver isso depois? Por isso, converse antes com quem divide a responsabilidade e decidam quem vai declarar o dependente naquele ano.

O truque é usar o CPF como guia: ele só aparece uma vez. Se todo mundo combinar direitinho, vocês evitam confusão e mantêm a declaração nos trilhos. Simples e sem complicação.

Confundir dependente e alimentando

Dependente e alimentando parecem a mesma coisa, mas são bem diferentes na declaração – e muita gente mistura os dois.

Dependente é quem vive com você ou depende do seu dinheiro, como um filho menor de 21 anos. Alimentando é alguém que você paga por decisão judicial, como pensão pra um ex ou um filho que não mora com você.

O erro acontece quando alguém acha que dá pra tratar tudo igual. Por exemplo, você paga pensão pro seu filho que vive com a mãe e tenta incluir como dependente. Não pode, já que pensão vai numa parte específica da declaração, e você só desconta o que tá no acordo judicial.

Essa confusão pega quem tá ajustando a vida pessoal e ainda aprendendo as regras do imposto. Você pode achar que tá economizando, mas, se errar, a Receita cobra explicações – e o prejuízo vem depois, com ajustes e até multas.

O impacto disso é perder deduções que podia usar direito ou ter que refazer tudo. É como pedir um café e receber chá – não era o que você queria, e ainda perde tempo consertando.

Pra acertar, separe bem: dependente é quem tá com você; alimentando é obrigação judicial. Veja o acordo da pensão e coloque só o que tá lá. Se tiver dúvida, o programa da Receita tem uma ajudinha que explica cada caso.

Errar na classificação de despesas

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

Foto:  Joédson Alves/Agência Brasil

Colocar os gastos no lugar certo parece fácil, mas é um dos pontos onde as pessoas mais escorregam.

O programa tem categorias – saúde, educação, pensão – e cada uma tem suas regras. Se você joga uma despesa na caixinha errada, pode perder o desconto ou chamar atenção da Receita.

Por exemplo, você paga um plano de saúde e coloca como “despesa médica” genérica, mas o certo é “pagamentos efetuados”.

Ou tenta deduzir um curso de fotografia como “educação”, mas a Receita só aceita escola regular até certo valor (uns R$ 3 mil por pessoa). Esses detalhes pegam quem vai no automático.

Tem gente que também mistura coisas pessoais com outras áreas. Aquela assinatura de um aplicativo que você usa pra lazer não entra como despesa dedutível, mesmo que ache que “faz parte da vida”. 

Se errar aqui, você perde deduções válidas e pode ter que justificar depois. É como organizar uma prateleira e misturar tudo – no final, não acha o que precisa e ainda leva bronca.

O jeito é separar os gastos por tipo antes de declarar – saúde, educação, etc. – e ver o que cada um permite. Os recibos que você recebe (de médico, escola) já mostram o caminho.

Não conferir os dados da declaração pré-preenchida

A declaração pré-preenchida é uma facilidade: ela já vem com dados que a Receita pegou de empresas, bancos e outros lugares.

Mas muita gente acha que é só apertar “enviar” e tá resolvido, e aí mora o erro. Esses dados podem vir com falhas, e quem tem que conferir é você.

Pensa só: seu empregador mandou um salário errado, ou o banco informou um saldo que não é o seu. Se você não olha, declara algo que não é verdade, e a responsabilidade é toda sua. A Receita não aceita a desculpa de “vieram assim”.

Isso é ainda mais importante pra quem tem várias fontes de dinheiro. A pré-preenchida pode trazer o principal, mas não os extras. Se confiar só nela, você deixa coisas de fora e cai no mesmo problema de omitir rendimentos.

O risco é atrasar sua restituição ou ter que explicar inconsistências depois. É como assinar um recibo sem ler – parece rápido, mas o problema aparece mais tarde.

Pra evitar, use a pré-preenchida como base, mas cheque com seus registros. Veja cada parte e corrija o que precisar. Em 2025, a Receita tá usando mais tecnologia pra cruzar dados, então esse cuidado te livra de surpresas.

Ignorar prazos de retificação

Às vezes, depois de enviar a declaração, você percebe que algo saiu errado – um valor que não bateu, uma despesa que esqueceu ou uma informação trocada.

Dá pra corrigir isso com uma retificação, mas muita gente ignora os prazos pra fazer esse ajuste. E aí, o que era simples vira um problemão.

Funciona assim: se sua declaração caiu no “pente-fino” da Receita (a famosa malha fina), você tem um tempo pra arrumar tudo e mandar de novo.

Mas esse prazo não é infinito – geralmente, é coisa de 30 dias depois que te avisam. Se deixar passar, pode ter que pagar multa ou até encarar um processo mais chato pra explicar.

Esse erro pega quem acha que “depois resolve” ou simplesmente não vê o recado da Receita.

Por exemplo, você declarou um gasto médico sem recibo, caiu na malha e recebeu uma notificação. Se não retificar rapidinho com a prova certa, o desconto é rejeitado, e o imposto sobe.

O risco de ignorar é maior do que parece. Além de perder a chance de consertar sem custo, você pode ficar devendo mais ou ter que juntar documentos antigos correndo contra o tempo. 

E se não entender o que pediram, peça ajuda rápido de um profissional que pode te guiar.

O segredo é não empurrar com a barriga. Retificar no prazo é simples e te livra de dor de cabeça. Assim, você resolve o problema de uma vez e segue a vida tranquilo, sem pendências acumulando.

Como evitar esses erros?

Agora que você sabe onde as pessoas erram, como se proteger? Primeiro, organize suas coisas ao longo do ano.

Anote o que ganha e gasta – num aplicativo, numa planilha ou até num caderno. Isso te salva na hora de preencher e evita esquecimentos.

Segundo, use a declaração pré-preenchida como ponto de partida, mas não confie cegamente.

Compare com suas anotações e ajuste o que tiver errado. Se tiver vendas ou investimentos, o programa GCAP ajuda a calcular os ganhos e deixa tudo pronto.

Terceiro, dê uma olhada nas instruções do programa da Receita. Elas são mais simples do que parecem e respondem quase tudo. Se ainda ficar na dúvida, pergunte pra alguém que já passou por isso ou procure um exemplo online.

Quarto, fuja da pressa. Não deixe pra declarar no último dia, porque é aí que os erros acontecem.

Reserve um tempinho, faça com calma e revise antes de enviar. É como arrumar a casa pra uma visita: quanto mais capricho, melhor fica.

Por fim, lembre-se: o imposto de renda não é um bicho-papão. É só uma forma de contar sua história financeira do ano pra Receita.

Com essas dicas, você declara tranquilo, aproveita o que tem direito e segue a vida sem peso na consciência.

Soluções de um contador em Campo Grande para o seu negócio

Chegar até o final desse artigo já mostra que você quer acertar na declaração do imposto de renda e fugir dos erros que a gente contou.

Isso é um baita passo! Só que, vamos ser sinceros, esse processo pode ser bem chatinho. São tantas regras e prazos que, mesmo tentando fazer tudo direitinho, às vezes bate aquela dúvida se tá tudo ok.

Se você é de Campo Grande e já sentiu esse aperto, um contador em Campo Grande pode resolver isso pra você rapidinho.

Ninguém merece ficar horas tentando entender cada pedacinho do programa da Receita ou correr atrás de um recibo perdido.

Com alguém que manja do assunto, você evita esses tropeços e ainda descobre como pagar menos ou receber mais na restituição. É uma ajuda que faz toda a diferença, principalmente quando a Receita resolve ficar de olho em tudo.

Morando aqui, chamar um contador em Campo Grande é prático porque ele já conhece o que rola na região e explica as coisas de um jeito que você entende.

Imagina só a tranquilidade de passar essa tarefa pra frente e sobrar tempo pra cuidar do que você gosta. Nada de noites perdidas com números ou preocupação com a malha fina.

E não é só pro imposto de renda. Um contador pode te dar uma mãozinha o ano todo, ajudando a organizar seu dinheiro ou até planejar o que vem pela frente, como guardar pra aposentadoria.

É bem melhor do que ficar quebrando a cabeça sozinho e torcendo pra dar certo.

Se você tá a fim de deixar essa parte mais leve e ter certeza que tá tudo nos eixos, vale a pena procurar quem entende.

Então, que tal dar esse passo agora? Entre em contato com a Contili Contabilidade e veja como a gente pode te ajudar a declarar seu imposto de renda sem estresse e com tudo certinho!

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