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Tag: Contabilidade em Campo Grande

Como precificar ovos de Páscoa do jeito certo 

Como precificar ovos de Páscoa do jeito certo

A Páscoa é uma das datas mais lucrativas do ano para quem trabalha com produção de doces, especialmente ovos de chocolate.

Para muita gente, essa é a época em que o dinheiro extra entra e ajuda a impulsionar o negócio. Só que, junto com a empolgação de vender, vem também a dúvida: como colocar preço no meu ovo de Páscoa?

É muito comum ver pessoas precificando com base no que o vizinho cobra ou até usando aquele famoso cálculo de dobrar o valor dos ingredientes.

Mas será que isso funciona mesmo? Na prática, esse tipo de precificação pode não cobrir nem os custos básicos da produção, e você pode acabar vendendo no prejuízo sem perceber.

Saber precificar de forma correta é essencial para garantir que seu trabalho seja valorizado e que o seu negócio seja sustentável.

Não é só sobre cobrir os custos, é sobre ganhar dinheiro de verdade com o que você faz. E a boa notícia é que, mesmo sem entender nada de contabilidade, dá para fazer isso de forma clara e organizada.

Neste artigo, vamos te mostrar como montar o preço ideal do seu ovo de Páscoa, considerando tudo o que precisa entrar na conta.

Vamos explicar de um jeito direto, sem enrolação e sem complicar com termos difíceis. Preparado? Então vamos lá.

Por que a precificação correta é tão importante?

Quando você precifica de forma certa, não está apenas escolhendo um número qualquer. Você está garantindo que todo o seu esforço vale a pena.

Afinal, fazer ovos de Páscoa dá trabalho: escolher ingredientes, derreter o chocolate, preparar recheios, montar, embalar, divulgar e entregar. Se o preço não estiver bem calculado, todo esse esforço pode não se pagar.

A precificação certa ajuda você a entender exatamente quanto custa produzir cada unidade. Isso evita aquele erro comum de achar que está ganhando, quando na verdade está apenas trocando dinheiro.

Isso acontece quando os custos são maiores do que parecem e o lucro vai embora sem você perceber.

Outro ponto importante é que a precificação influencia diretamente na forma como seu produto é visto. Um preço muito baixo pode passar a impressão de que o produto tem pouca qualidade.

Já um valor justo, bem apresentado e com um bom argumento por trás, valoriza ainda mais o que você está vendendo.

Além disso, quando você entende como precificar, ganha mais segurança para falar sobre o seu preço.

Você deixa de ter medo de ouvir o famoso “tá caro” e começa a mostrar com clareza tudo o que está por trás do valor cobrado. Isso te ajuda a fechar mais vendas e fidelizar seus clientes.

Por fim, precificar bem é uma etapa essencial para crescer. Se um dia você quiser aumentar a produção, contratar ajuda ou vender para outras cidades, vai precisar ter esse controle bem ajustado. E tudo começa com o preço.

Custos envolvidos na produção de ovos de Páscoa

A primeira coisa que você precisa saber é que o custo de um produto vai muito além dos ingredientes.

Quando falamos de ovos de Páscoa, o chocolate é só uma parte da história. É importante olhar para todos os detalhes que envolvem a produção, até os que parecem pequenos.

Vamos começar pelos custos diretos. Esses são os mais fáceis de identificar. Entram aqui os ingredientes principais, como chocolate, leite condensado, creme de leite, castanhas, granulados e tudo o que for usado na receita.

Também estão nesse grupo os itens de embalagem, como as forminhas, papel chumbo, caixa decorativa, laços e colheres.

Depois, temos os custos indiretos, que são mais difíceis de perceber, mas são igualmente importantes. Estamos falando da energia elétrica que você usa para ligar o micro-ondas, a batedeira ou a geladeira.

O gás usado para cozinhar recheios, a água para lavar os utensílios e até a internet usada para divulgar seus produtos também contam.

Outro custo indireto que muita gente esquece é o seu tempo. Isso mesmo. Se você passa 4 horas por dia produzindo ovos, esse tempo tem valor. Se você não considera isso na hora de precificar, está trabalhando de graça. 

Por fim, pense também nos materiais de apoio, como luvas, formas, espátulas e embalagens que você comprou e que usa várias vezes.

Mesmo que não sejam usados em um único ovo, o valor desses itens precisa ser distribuído ao longo da produção para não sair do seu bolso.

Entender todos esses custos é o primeiro passo para fazer uma precificação realista. Você pode anotar tudo em uma planilha, em um caderno ou até usar aplicativos simples.

O importante é saber exatamente quanto gasta para produzir cada ovo.

Como calcular o custo de produção 

Como precificar ovos de Páscoa do jeito certo

Foto: Kaboompics.com/Pexels

Agora que você já entendeu o que entra na conta, chegou a hora de colocar tudo isso no papel. Vamos pensar de forma prática. Imagine que você vai produzir um ovo de colher de 250g recheado com brigadeiro gourmet.

Você precisa saber quanto gastou com os ingredientes, a embalagem, os custos indiretos e o seu tempo.

Comece somando tudo o que foi usado exclusivamente para aquele ovo. Se você usou meia barra de chocolate que custou 20 reais, coloque 10 reais na conta.

Se a embalagem custou 5 reais, coloque esse valor também. Faça isso com todos os ingredientes e materiais.

Depois, distribua os custos indiretos. Por exemplo, se a sua conta de luz aumentou 50 reais no mês por conta da produção, e você fez 50 ovos, cada um teve um custo de 1 real em energia.

Faça o mesmo com gás, água, internet, etc. O importante é encontrar um valor médio por unidade.

Não esqueça de calcular o seu tempo de trabalho. Se você define que o seu tempo vale 20 reais por hora, e leva meia hora para fazer um ovo, isso representa 10 reais que também entram no custo.

Você pode ajustar esse valor conforme sua realidade, mas não deixe de incluir.

Depois de somar todos esses valores, você terá o custo total de produção do ovo. Essa é a base para o próximo passo: definir o lucro.

Adicionando a margem de lucro ideal

Até aqui, você calculou quanto custa para produzir. Mas ninguém quer só empatar, certo? É aí que entra o lucro. A margem de lucro é o que garante que, além de pagar os custos, você vai ganhar dinheiro com a venda.

Uma margem comum para produtos artesanais fica entre 30% e 100%, dependendo do tipo de produto, da qualidade dos ingredientes e do seu público.

Se o seu ovo custou 25 reais para ser produzido e você quer uma margem de 60%, o cálculo fica assim: 25 x 1,6 = 40 reais. Esse seria o valor final de venda.

Você pode ajustar essa margem de acordo com o que seu público está disposto a pagar. Produtos mais elaborados, com embalagens sofisticadas ou recheios especiais, permitem uma margem maior.

Já os mais simples, com foco em preço acessível, podem ter uma margem menor, mas com maior volume de vendas.

É importante lembrar que margem de lucro não é “ganância”. É o que mantém o seu negócio de pé. Ele cobre imprevistos, permite que você reinvista em materiais e garante que o seu trabalho seja valorizado.

Se estiver em dúvida sobre qual margem usar, comece com algo em torno de 50%. Depois que você tiver mais experiência e entender melhor o comportamento dos seus clientes, poderá ajustar esse número com mais segurança.

Incluindo outros fatores importantes

Nem tudo no preço vem da matemática. Existem fatores que vão além dos custos e que também devem ser considerados na hora de precificar.

Um deles é o seu tempo de dedicação. Não estamos falando apenas do tempo de produção, mas também das horas gastas com divulgação, atendimento, entrega e organização.

Outro ponto importante é a concorrência. Saber quanto outras pessoas estão cobrando por ovos parecidos ajuda a entender como está o mercado.

Mas atenção: não copie os preços sem saber como eles chegaram lá. Use como referência, não como regra.

O público-alvo também influencia. Se você vende para um público que valoriza a qualidade, pode cobrar um pouco mais. Mas se a sua clientela busca preços acessíveis, talvez precise adaptar o produto ou pensar em embalagens mais simples para manter o valor competitivo.

A percepção de valor é um fator que faz muita diferença. Um ovo bem apresentado, com uma embalagem bonita e acabamento caprichado, pode valer mais aos olhos do cliente.

Por isso, invista na apresentação. Uma boa foto, uma descrição clara e um atendimento atencioso também aumentam o valor percebido.

Por fim, pense em estratégias como kits promocionais, brindes ou combos com outros produtos. Tudo isso ajuda a aumentar o ticket médio e tornar a oferta mais atrativa, sem precisar mexer no preço unitário do produto principal.

Erros comuns ao precificar 

Como precificar ovos de Páscoa do jeito certo

Foto: Freepik

Na correria da produção e das vendas, é muito comum cometer deslizes na hora de colocar preço nos produtos.

Só que esses erros, mesmo pequenos, podem impactar diretamente o lucro e a saúde do negócio.

Por isso, vale a pena ficar atento aos principais equívocos que costumam acontecer na precificação dos ovos de Páscoa.

O primeiro erro, e talvez o mais frequente, é esquecer de considerar todos os custos envolvidos.

Muita gente calcula apenas os ingredientes principais e ignora despesas como embalagens, energia, gás, tempo de produção e até materiais de limpeza.

No final, o que parece ser um lucro, na verdade é só um troco mal calculado.

Outro erro recorrente é basear o preço apenas na concorrência. É claro que saber quanto os outros estão cobrando ajuda a entender o mercado, mas usar isso como único critério pode ser um tiro no pé.

Você não sabe se a outra pessoa calculou certo, se comprou os ingredientes mais baratos ou se está vendendo no prejuízo só para atrair cliente. O ideal é sempre partir do seu próprio custo e depois comparar.

Também é comum ignorar o próprio tempo de trabalho. Quando você não se paga, está trabalhando de graça.

E isso pode parecer normal no começo, mas com o tempo vira frustração. O seu tempo é um recurso precioso e precisa entrar na conta como parte do custo total do produto.

Outro erro perigoso é colocar um preço emocional. Isso acontece quando você cobra barato demais por medo de não vender, ou porque acha que “ninguém vai pagar esse valor”.

Mas vender barato demais pode desvalorizar o seu trabalho e atrair clientes que só ligam para preço, não para qualidade. Com o tempo, isso trava o crescimento do negócio.

Um erro mais avançado, mas igualmente importante, é não revisar os preços ao longo do tempo. Os custos sobem, ingredientes ficam mais caros, e se você não atualiza os valores, começa a vender por um preço que não faz mais sentido.

Revisar seus preços a cada nova temporada é essencial para manter o negócio viável.

Por último, tem um erro que parece inofensivo, mas é bastante sério: falta de organização financeira.

Não registrar os custos, não controlar os pedidos, misturar o dinheiro das vendas com o da vida pessoal… tudo isso atrapalha na hora de saber se você está realmente lucrando.

Ter um mínimo de controle, seja com caderno, planilha ou aplicativo, já muda completamente a forma como você administra a sua produção.

Dicas extras para vender mais e melhor

Saber precificar é só uma parte da estratégia. Se você quer realmente se destacar e fazer boas vendas na Páscoa, precisa também pensar em como tornar sua oferta mais atrativa e profissional.

Aqui vão várias ideias que podem fazer a diferença nas suas vendas.

A primeira dica é criar combos e kits personalizados. Você pode montar opções com o ovo de colher, colher personalizada, bombons sortidos ou até uma cartinha escrita à mão.

Além de aumentar o valor da venda, esses kits passam a sensação de presente completo, o que é ótimo para quem quer presentear alguém com algo especial.

Outra ideia eficiente é trabalhar com edições limitadas ou temáticas. Ovo com recheio de prestígio? Versão com chocolate belga? Ovo decorado com personagens infantis?

Essas variações despertam curiosidade e criam senso de urgência no cliente.

A exclusividade vende, e você ainda pode cobrar um pouco mais por essas edições diferenciadas.

Não deixe de investir em uma boa apresentação visual. A embalagem precisa ser bonita e bem acabada. Lembre-se: as pessoas compram com os olhos primeiro.

E isso vale também para as fotos que você publica. Fotos bem iluminadas, com boa resolução e cenários simples já transmitem mais profissionalismo.

Você não precisa de uma câmera profissional, um celular e boa luz natural já fazem milagre.

A próxima dica é facilitar a vida do seu cliente. Ofereça opções de entrega ou retirada. Tenha um catálogo simples e fácil de entender, com fotos, preços e formas de pagamento.

Disponibilize atendimento rápido pelo WhatsApp ou Instagram, e esteja presente onde o seu cliente está. Quanto mais fácil for comprar de você, maior a chance de conversão.

Pense também em ações promocionais inteligentes. Dá para oferecer desconto progressivo (ex: “na compra de 2 ovos, ganhe 10%”), brindes para pedidos antecipados ou até sorteios nas redes sociais para movimentar sua audiência.

Só tome cuidado para não exagerar nos descontos e comprometer o seu lucro.

Outra estratégia poderosa é o pós-venda. Depois que o cliente compra, envie uma mensagem agradecendo, pergunte se ele gostou, peça um feedback sincero.

Clientes bem atendidos lembram de você na próxima Páscoa (ou em outras datas comemorativas) e ainda podem te indicar para outras pessoas.

Por fim, pense em formas de registrar sua produção. Mostrar os bastidores, a preparação dos recheios, o cuidado com os detalhes… tudo isso humaniza sua marca e conecta você com quem está do outro lado da tela.

Mostrar o que ninguém vê é um diferencial que gera confiança e valor.

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para você

Se você chegou até aqui, é porque está realmente comprometido em fazer sua produção de ovos de Páscoa dar certo, e isso já é um ótimo sinal.

Mas mais do que saber precificar bem, é fundamental cuidar das finanças do seu negócio com responsabilidade, organização e visão de crescimento.

E é aí que entra a importância de contar com o apoio de um contador. Se você é de Campo Grande e está começando a empreender ou quer profissionalizar ainda mais seu trabalho, ter um contador que entende as suas necessidades pode fazer toda a diferença.

Um contador não serve apenas para lidar com impostos. Ele pode te ajudar a entender melhor os números do seu negócio, mostrar como manter tudo regularizado, e garantir que você esteja crescendo de forma segura e lucrativa.

Muitas vezes, pequenos ajustes feitos com orientação de um bom contador em Campo Grande já resolvem problemas que você nem imaginava que tinha e abrem caminhos para novas oportunidades.

Além disso, trabalhar com um contador que esteja próximo da sua realidade, que fale a sua língua e compreenda os desafios de quem produz artesanalmente, pode trazer mais clareza, tranquilidade e confiança para tomar decisões.

E claro, permitir que você foque no que faz de melhor: criar produtos incríveis e encantar seus clientes.

Se você está pronto para dar esse próximo passo e quer o suporte de um time que entende de verdade o universo dos pequenos negócios, entre em contato com a Contili Contabilidade.

Estamos prontos para te ajudar a crescer com segurança, organização e visão estratégica.

Como precificar ovos de Páscoa do jeito certo

Imposto de renda: vale a pena contratar um contador?

Imposto de renda: vale a pena contratar um contador?

Declarar o imposto de renda pode parecer um bicho de sete cabeças para muita gente. Seja você um assalariado, um autônomo ou alguém que tem uma renda extra, a tarefa exige tempo, atenção e um mínimo de paciência.

Mas por que tanta gente está optando por contratar um contador para cuidar disso? A resposta é simples: ele facilita a vida, reduz o estresse e ajuda a fazer tudo certo. Vamos entender juntos como isso funciona.

As regras do imposto mudam com frequência, e o que valia antes pode não valer mais. Em 2025, por exemplo, a Receita Federal está usando tecnologia avançada para checar cada detalhe da sua vida financeira.

Para quem já tem uma rotina cheia, acompanhar essas mudanças é um desafio. Um contador entra em cena como aquele amigo que já sabe o que fazer, trazendo segurança e praticidade.

E tem mais: declarar o imposto não é só cumprir uma obrigação. É também uma chance de organizar suas finanças e, quem sabe, até receber um dinheiro de volta.

Com a ajuda de um profissional, você pode aproveitar benefícios que nem imaginava. Então, que tal explorar os motivos para contar com um contador? Vamos por partes, de um jeito fácil de entender.

Por que é importante declarar corretamente?

Ninguém gosta da ideia de ter problemas com a Receita Federal, né? Declarar o imposto de renda direitinho é o primeiro passo para evitar esse tipo de sufoco.

Seja você um funcionário com carteira assinada, alguém que faz freelas ou até quem aluga um imóvel, os números precisam estar claros.

Um erro bobo, como esquecer um ganho ou incluir um gasto que não vale, pode te colocar na mira da fiscalização.

A Receita hoje usa sistemas que cruzam tudo: o que você gasta, o que recebe, até o que outras pessoas declaram sobre você. Se algo não bate, pode vir uma notificação pedindo explicações, ou pior, uma multa.

Para quem já tem contas para pagar e uma rotina agitada, isso é algo que dá para evitar com um pouco de cuidado.

Fazer a declaração certa também ajuda a ter mais controle sobre seu dinheiro. Quando você junta recibos, notas e comprovantes, acaba vendo onde gastou e onde ganhou.

É quase um check-up financeiro que mostra como você está lidando com suas finanças no dia a dia.

E tem o lado da tranquilidade. Saber que tudo foi preenchido sem erros te livra daquela sensação chata de “será que fiz algo errado?”.

Você não fica olhando o celular com medo de uma mensagem da Receita ou esperando uma carta inesperada. Um contador garante que isso não aconteça.

Além disso, declarar corretamente pode trazer vantagens. Existem gastos que a lei permite deduzir, como consultas médicas ou escola dos filhos, mas só quem sabe disso aproveita.

Sem essa atenção, você pode pagar mais do que precisa ou perder a chance de receber algo de volta.

O contador sabe das regras

As normas do imposto de renda são um labirinto para quem não está acostumado. Todo ano tem algo novo: um limite que muda, uma dedução que aparece ou uma obrigação extra para quem tem investimentos.

Para o cidadão comum, que já lida com trabalho, família e contas, ficar por dentro disso é quase impossível. O contador, por outro lado, vive esse mundo e conhece cada detalhe.

Pensa só: você recebeu um dinheiro extra por um serviço ou começou a investir em ações. Sabe como colocar isso na declaração? Às vezes, o que parece simples tem pegadinhas.

Em 2025, a Receita está pedindo mais atenção com coisas como Pix ou vendas online. O contador já sabe como lidar com essas novidades sem te deixar na mão.

E ele não aplica as regras no automático. Cada pessoa tem uma vida diferente: um assalariado tem necessidades distintas de quem vive de renda ou trabalha por conta própria.

O contador olha para o seu caso e faz uma declaração que encaixa direitinho na sua realidade.

Outro ponto é que ele conhece os atalhos legais. Algumas regras permitem pagar menos ou receber mais de volta, mas elas não são óbvias. Um profissional sabe onde encontrar essas oportunidades e como usá-las a seu favor, sem complicação.

Errar por desconhecimento pode custar caro, seja em multas ou em tempo perdido corrigindo algo. Com um contador, você evita essas armadilhas e ganha a certeza de que tudo está nos conformes. É como ter um guia que já conhece o caminho.

No fim, o contador te poupa o esforço de estudar um monte de regras. Ele cuida dessa parte chata e deixa você livre para focar no que realmente importa na sua vida.

Ele vai esclarecer as suas dúvidas

Quando o assunto é imposto de renda, as perguntas aparecem aos montes.

“Posso incluir a reforma que fiz em casa?” “E aquele dinheiro que emprestei, como declaro?” Sem alguém para ajudar, você pode passar horas procurando respostas e ainda assim ficar inseguro.

Um contador corta esse caminho e te explica tudo de forma clara.

Ele não fica só no “sim” ou “não”. O bom profissional mostra o porquê das coisas, ajudando você a entender como funciona. Isso é ótimo, porque você aprende um pouco e fica mais confiante para lidar com o assunto no futuro.

E as dúvidas não acabam no preenchimento. Talvez você queira saber como economizar no próximo ano ou como declarar um bem que comprou. O contador te dá essas respostas, funcionando quase como um conselheiro para suas finanças pessoais.

Esse apoio também tira aquele peso de se sentir perdido. Muita gente tenta fazer a declaração sozinha e fica com medo de errar, revisando tudo mil vezes. Com um contador, você pergunta, entende e segue em frente sem ficar preso na incerteza.

Pensa no tempo que isso economiza. Em vez de fuçar sites ou assistir vídeos confusos, você conversa com alguém que já sabe a resposta. É uma solução prática para quem não quer perder horas com algo que não domina.

Ter um contador é como ter alguém para te guiar nessa tarefa. Ele te ajuda a enxergar o que não está claro e te deixa mais seguro para cumprir essa obrigação sem estresse.

Restituição do imposto

Sabia que às vezes você pode receber dinheiro de volta ao declarar o imposto? Isso é a restituição, que acontece quando você paga mais imposto durante o ano do que deveria.

Para muita gente, é quase um bônus inesperado, mas só vem se a declaração for bem feita. Um contador sabe como aumentar suas chances de conseguir isso.

Em 2025, a Receita está dando prioridade para quem entrega cedo e sem erros. Com um contador, você pode estar entre os primeiros a receber, porque ele organiza tudo rapidinho. Nada de atrasos ou problemas que seguram o processo.

E tem os detalhes que fazem diferença. Alguns gastos, como consultas médicas ou educação, podem ser deduzidos, o que reduz o imposto ou aumenta a restituição. O contador conhece essas regras e faz os cálculos para você não deixar nada passar.

Se você tentar sozinho, pode esquecer algo ou errar um número. Aí, em vez de receber, fica esperando uma correção que não chega. Um profissional evita esse risco e deixa o caminho livre para o dinheiro voltar ao seu bolso.

Essa restituição pode ser usada para muita coisa: quitar uma conta, guardar para o futuro ou até fazer algo que você gosta. Com um contador, esse “extra” fica mais fácil de alcançar e vira um alívio nas finanças.

Nem todo mundo tem direito a receber, mas só um contador pode te dizer isso com certeza. Ele analisa sua situação e te dá a resposta exata, sem enrolação.

Evitando problemas com a Receita Federal

Imposto de renda: vale a pena contratar um contador?

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A Receita Federal não facilita para ninguém, e errar na declaração pode trazer dor de cabeça. Eles têm sistemas que cruzam cada informação que você manda com o que bancos, empresas e até aplicativos dizem.

Se algo não fecha, pode vir uma notificação, uma multa ou algo mais chato. Um contador é sua melhor proteção contra isso.

Em 2025, a tecnologia da Receita está ainda mais esperta. Eles veem tudo, desde um Pix que você recebeu até um gasto que não declarou.

Para quem tem uma vida corrida, manter isso tudo alinhado sem ajuda é difícil. O contador organiza as coisas e te livra desse risco.

E não é só sobre o agora. Um erro hoje pode virar um problema maior amanhã, como uma fiscalização ou a obrigação de refazer declarações antigas. O contador pensa no longo prazo e garante que tudo fique em ordem.

A tranquilidade que isso traz é enorme. Saber que alguém cuidou de tudo e que você não vai ser pego de surpresa é um peso a menos. Para quem já tem tanta coisa na cabeça, essa segurança é essencial.

Pensa no contador como um guardião. Ele te protege das complicações e te deixa livre para viver sem preocupações com a Receita batendo à porta.

Economize tempo e fique tranquilo

Tempo é precioso para todo mundo, e declarar imposto de renda sozinho pode levar horas.

Juntar documentos, entender o programa, conferir números: é um processo que consome energia. Um contador assume essa tarefa e te devolve esse tempo para usar como quiser.

E não é só sobre rapidez. Fazer tudo por conta própria traz aquela insegurança de “será que está certo?”.

Você revisa, pesquisa, e mesmo assim não tem certeza. Com um contador, você entrega nas mãos de quem sabe e segue sua vida sem esse estresse.

Para quem já tem uma rotina cheia, seja no trabalho ou em casa, adicionar o imposto de renda à lista só aumenta o cansaço. Delegar isso a um profissional é como tirar um item da sua agenda e respirar mais aliviado.

Ele também cuida dos prazos para você. A declaração tem data certa para ser entregue, e atrasar gera multa. O contador organiza tudo para que você não precise correr ou pagar por esquecimento.

No fim, é uma troca simples: você ganha tempo e paz de espírito. Com um contador, o imposto deixa de ser uma preocupação e vira só mais uma coisa resolvida.

Declaração para quem tem renda extra ou investimentos

Hoje em dia, é comum ter mais de uma fonte de renda. Pode ser um trabalho extra, um aluguel ou até ganhos com investimentos, como ações ou criptomoedas.

Só que na hora de declarar o imposto de renda, essas coisas complicates. Cada tipo de ganho tem suas regras, e entender isso sozinho pode ser confuso. Um contador ajuda a organizar tudo sem te deixar perdido.

Em 2025, a Receita Federal está de olho nos ganhos digitais, como Pix, vendas online ou aplicações financeiras. Bancos e plataformas já mandam essas informações para eles, então tudo precisa bater na sua declaração.

Um contador sabe como pegar esses números e colocar no lugar certo, evitando erros que podem te complicar depois.

Alguns investimentos têm vantagens, como isenções ou reduções no imposto, mas essas regras não são óbvias.

Sem ajuda, você pode acabar pagando mais do que precisa ou perdendo benefícios. O contador conhece esses detalhes e te mostra como aproveitar o que a lei permite.

Para quem vive de renda extra, como freelas ou aplicativos de entrega, a atenção é ainda maior.

Essas atividades agora aparecem no radar da Receita, e qualquer diferença entre o que você declara e o que eles sabem vira problema. Um profissional confere tudo e deixa sua declaração alinhada.

Ter renda extra ou investimentos é ótimo, mas exige cuidado no imposto. Com um contador, você declara direitinho, sem estresse, e fica tranquilo para curtir seus ganhos sem surpresas.

Acompanhamento pós-declaração

O trabalho não acaba quando você envia a declaração. A Receita processa tudo depois, e às vezes surgem dúvidas ou ajustes.

Um contador fica ao seu lado nessa etapa, acompanhando o andamento e resolvendo qualquer coisa que apareça.

Se algo der errado, como cair na malha fina, ele sabe como corrigir sem te deixar perdido. Isso é mais comum do que parece, especialmente para quem tem várias fontes de renda. O contador te guia para sair dessa rapidinho.

Ele também te avisa sobre a restituição ou explica o que aconteceu com sua declaração. Assim, você fica por dentro de tudo, sem precisar correr atrás de informações sozinho.

Esse cuidado evita surpresas no futuro. Um erro agora pode virar um problema depois, e o contador garante que isso não aconteça. É uma segurança que vai além do prazo.

Erros comuns ao declarar o imposto de renda

Declarar imposto de renda parece fácil, mas os erros acontecem mais do que a gente imagina. Um bem comum é esquecer de incluir todos os ganhos, como um bônus no trabalho ou um dinheiro extra que caiu na conta.

Isso pode parecer pequeno, mas a Receita percebe e pode te chamar para explicar.

Outro deslize é confundir os gastos dedutíveis. Você pagou um médico ou uma escola e acha que pode incluir, mas nem tudo vale. Sem saber direito, você lança errado e acaba criando um problema sem querer.

Tem também quem erra com dependentes. Se você ajuda um filho ou um parente, isso pode mudar o imposto, mas precisa ser declarado certinho. Sem atenção, vira uma bagunça que a Receita não perdoa.

E os investimentos? Quem aplica em ações ou criptomoedas muitas vezes não sabe como declarar os ganhos. Em 2025, esses detalhes estão no radar da Receita, e errar aqui pode custar caro. Um contador resolve isso rapidinho.

Por fim, o erro mais simples é mandar a declaração com pressa. Um número errado ou uma linha pulada já é o bastante para complicar.

Com um profissional, esses tropeços não acontecem, porque ele confere tudo com calma.

Soluções de um contador em Campo Grande para o seu negócio

Se você chegou até aqui, já entendeu que declarar o imposto de renda não precisa ser um drama, mas fazer tudo sozinho pode complicar.

Para quem mora em Campo Grande e quer transformar essa tarefa em algo simples, um contador em Campo Grande é a solução perfeita.

Não importa se você ganha salário fixo, faz um extra ou mexe com investimentos: ter alguém que sabe o que está fazendo te poupa tempo e evita dores de cabeça.

A vida já tem correria suficiente, e ninguém merece perder horas tentando entender regras que mudam todo ano.

Um contador em Campo Grande conhece o caminho das pedras, desde o básico até os detalhes que a Receita está de olho em 2025, como ganhos digitais ou criptomoedas.

Ele organiza tudo para você, garantindo que nada fique fora do lugar e que você não tenha surpresas desagradáveis.

Mais do que só preencher formulários, um contador em Campo Grande te ajuda a aproveitar o que a lei permite, como deduções ou chances de restituição.

É um apoio que traz segurança, economiza seu esforço e te deixa livre para cuidar do que realmente importa, sem o peso de multas ou notificações te rondando.

Se você está em Campo Grande e quer essa tranquilidade, por que não experimentar?

Entre em contato com a Contili Contabilidade e veja como a gente pode cuidar do seu imposto de renda de um jeito fácil e sem estresse. Estamos aqui para simplificar sua vida e fazer essa obrigação virar algo leve.

Imposto de renda: vale a pena contratar um contador?

IR 2025: Como declarar renda de freela ou autônomo

IR 2025: Como declarar renda de freela ou autônomo

O número de brasileiros que trabalham por conta própria ou fazem “freelas” só cresce.

Seja prestando serviços pela internet, fazendo bicos, vendendo artesanato ou atuando como profissional liberal, uma coisa é certa: essa renda também precisa ser declarada no Imposto de Renda.

Muita gente acha que, por não ter carteira assinada ou empresa aberta, está fora do radar da Receita Federal. Mas a verdade é que o Leão está cada vez mais atento.

Se você atuou de forma autônoma ou informal em 2024 e quer evitar dores de cabeça em 2025, este guia foi feito para você.

Aqui, vamos explicar como declarar esse tipo de renda passo a passo, de forma clara, sem “contabilês” e sem complicação.

Também vamos mostrar os principais erros que levam as pessoas à malha fina e como você pode ficar tranquilo sabendo que está tudo certo com seu imposto.

A boa notícia é que, mesmo trabalhando de forma independente, dá sim pra organizar a sua renda e prestar contas à Receita Federal com segurança. E o melhor: isso pode evitar multas, juros e até problemas maiores lá na frente.

Quem precisa declarar o Imposto de Renda em 2025?

A declaração do Imposto de Renda não é obrigatória para todo mundo, mas a Receita Federal estabelece alguns critérios que precisam ser observados.

Um deles é a faixa de rendimentos. Para 2025, qualquer pessoa que tenha recebido mais de R$ 33.888 ao longo de 2024 em rendimentos tributáveis já está na mira da obrigatoriedade.

Isso inclui salários, aposentadorias e, claro, rendas de freelas ou trabalho por conta própria.

Se você trabalhou como autônomo ou informal e teve uma média de R$ 2.824 por mês ao longo do ano, já precisa declarar.

Pode parecer pouco, mas muita gente ultrapassa esse limite sem perceber, especialmente quem tem várias fontes de renda ou faz trabalhos esporádicos com frequência.

Outro ponto importante é a movimentação bancária. Se você recebeu valores diretamente no seu CPF, mesmo que não tenha emitido nota fiscal, essa movimentação pode ser cruzada com o que foi informado na sua declaração. 

Além da questão da renda, também precisam declarar quem teve ganho de capital, comprou ou vendeu ações na Bolsa, recebeu valores do exterior, teve rendimentos isentos acima de R$ 200 mil ou possui bens acima de R$ 800 mil.

Ou seja, mesmo quem não tem vínculo empregatício ou registro formal pode, sim, estar entre os obrigados a declarar.

E se você se enquadra em algum desses casos, é importante não deixar para última hora, porque organizar essas informações leva tempo.

Como comprovar renda como freelancer ou autônomo?

Um dos maiores desafios de quem trabalha de forma independente é comprovar quanto ganhou ao longo do ano.

Diferente de quem tem carteira assinada e recebe um informe de rendimentos da empresa, o freela ou autônomo precisa construir o próprio histórico financeiro. Mas calma, isso é totalmente possível.

Se você atua como MEI (Microempreendedor Individual), pode emitir notas fiscais de cada serviço prestado. Essas notas funcionam como um comprovante oficial da sua renda.

Já quem trabalha sem CNPJ pode usar outros meios, como recibos simples, contratos de prestação de serviço e, principalmente, os extratos bancários. Toda entrada de dinheiro pode e deve ser registrada.

Outro recurso que ajuda bastante é manter uma planilha com seus ganhos mensais. Nela, você pode anotar a data do serviço, o valor recebido, quem contratou e a forma de pagamento.

Essa prática ajuda não só na declaração do IR, mas também no seu controle financeiro como um todo.

Para quem presta serviços via plataformas online, como marketplaces de freelancers, aplicativos de entrega ou redes sociais, também é importante guardar os relatórios e comprovantes de pagamento enviados por essas plataformas. 

Mesmo que a Receita Federal não peça tudo isso na hora da entrega da declaração, esses registros são fundamentais caso você precise justificar algum valor ou responder a uma possível malha fina.

Em resumo: quanto mais organizado você estiver, melhor.

Onde e como declarar esses rendimentos no programa do IR?

Na hora de preencher a declaração no programa da Receita Federal, a dúvida mais comum é: onde exatamente informar a renda como freela, autônomo ou informal? Isso vai depender de como você recebeu esse dinheiro e se emitiu nota fiscal ou não.

Se você prestou serviço para pessoas físicas e não emitiu nota, deve informar esses valores na aba “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física”.

Lá, o próprio sistema vai pedir que você informe mês a mês quanto ganhou e se recolheu INSS sobre essa atividade.

Se você não pagou INSS de forma avulsa, não tem problema. Mas saiba que o sistema pode calcular um valor a pagar com base nesses rendimentos.

Caso você tenha trabalhado para empresas e recebido como pessoa física, e essas empresas tenham feito o pagamento via RPA (Recibo de Pagamento a Autônomo), você também deve declarar esses valores como rendimentos tributáveis.

Se foi feito desconto de imposto na fonte, a empresa deve ter entregue a você um informe de rendimentos com essas informações.

Para quem atua como MEI, a situação muda um pouco. Se o seu faturamento veio exclusivamente das atividades do MEI, você vai declarar parte desse rendimento como isento, usando a aba “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, e o restante como tributável, conforme o tipo de serviço prestado.

Existe um percentual de isenção sobre o faturamento (que varia de 8% a 32%, dependendo da atividade), e isso precisa ser calculado com atenção.

Já os trabalhadores informais, que não têm CNPJ e não emitem nota, mas ainda assim receberam por serviços prestados, devem informar tudo como rendimento tributável de pessoa física. 

O importante é entender que, independentemente da formalização, o valor precisa aparecer na sua declaração.

O sistema da Receita cruza dados com bancos, plataformas de pagamento e outras fontes. Então, mesmo que pareça “invisível”, sua renda está sendo monitorada.

É preciso pagar imposto ou só declarar?

IR 2025: Como declarar renda de freela ou autônomo

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Muita gente pensa que só porque está fazendo a declaração já está automaticamente pagando os impostos. Mas não é bem assim. Declarar é diferente de pagar.

A declaração é uma prestação de contas com a Receita. Ela mostra quanto você ganhou, quanto já foi recolhido e, a partir disso, se ainda falta pagar alguma coisa ou se você tem direito à restituição.

No caso dos freelancers e autônomos, pode sim haver imposto a pagar, principalmente se você teve uma renda mais alta durante o ano.

A Receita utiliza uma tabela progressiva para calcular o imposto devido. Isso significa que quanto maior sua renda, maior o percentual de imposto a ser aplicado.

Se você não pagou nada de imposto ao longo do ano (o que é comum para autônomos informais, por exemplo), pode ser que, ao final do cálculo, surja um valor de imposto a pagar.

O próprio programa da Receita gera o DARF (boleto) com esse valor. É possível parcelar, se necessário, mas o ideal é pagar o quanto antes para evitar juros.

Por outro lado, se você teve retenções ao longo do ano, como no caso de RPAs com desconto de IR, pode até ter imposto a restituir. Isso quer dizer que você pagou mais do que deveria e vai receber essa diferença de volta.

Diferença entre ser MEI, autônomo ou informal na hora da declaração

Trabalhar como MEI, autônomo registrado ou informal faz diferença na hora de declarar.

E entender essa diferença pode facilitar (e muito) o preenchimento correto da sua declaração de IR. Cada perfil tem regras e caminhos distintos dentro do programa da Receita.

O MEI, por exemplo, já paga mensalmente um valor fixo que inclui imposto e INSS. Por isso, parte do que ele recebe pode ser considerado isento.

A Receita permite que uma porcentagem do faturamento seja declarada como isenta, dependendo da atividade: 8% para comércio, 16% para transporte e 32% para serviços. O restante deve ser declarado como rendimento tributável.

Já o autônomo que não é MEI, mas trabalha de forma regular, precisa declarar tudo o que recebeu como rendimento tributável.

Ele pode, inclusive, contribuir com o INSS como contribuinte individual, o que ajuda na aposentadoria e reduz o imposto a pagar na declaração anual.

O trabalhador informal, por sua vez, é aquele que atua sem CNPJ, sem emissão de notas ou registro. Isso não o isenta de declarar.

Toda renda recebida, mesmo sem nota, deve ser informada. O risco aqui é que a falta de comprovação formal dificulta a justificativa em caso de malha fina.

O que muda entre esses perfis é a forma de declarar e os benefícios ou deduções que cada um pode aproveitar. O MEI, por exemplo, tem isenção parcial.

O autônomo que contribui com o INSS pode deduzir esses valores. Já o informal precisa redobrar a atenção na hora de comprovar os ganhos.

Mesmo que você mude de perfil ao longo do ano (por exemplo, começou como informal e depois abriu MEI), é possível declarar tudo corretamente, separando os períodos e rendimentos.

O importante é manter os registros organizados para facilitar esse processo.

Dicas para não cair na malha fina

Cair na malha fina é o pesadelo de todo contribuinte. E para quem trabalha como freela ou autônomo, o risco pode ser maior se não houver cuidado na hora de declarar.

Mas com algumas boas práticas, você consegue fazer tudo certo e dormir tranquilo.

A primeira dica é não omitir nenhum valor. Mesmo que você ache que a Receita não vai descobrir, lembre-se que bancos, empresas e plataformas digitais informam seus dados à Receita.

Se os valores declarados não baterem com os informados por terceiros, isso pode acender um alerta.

Outra dica importante é manter todos os comprovantes organizados. Isso inclui recibos, contratos, notas fiscais, prints de pagamentos e extratos bancários.

Eles não precisam ser enviados na hora da declaração, mas são essenciais caso você seja chamado a prestar esclarecimentos.

Evite arredondar valores ou inventar deduções. Um erro comum é tentar deduzir despesas que não são permitidas, como aluguel de coworking ou transporte diário.

Só podem ser deduzidos gastos específicos, como contribuição ao INSS, pensão alimentícia judicial ou despesas médicas.

Se você atua como MEI, declare corretamente o percentual de isenção e o restante como rendimento tributável. Muitos caem na malha por declarar tudo como isento, o que não é permitido.

E por fim, revise tudo antes de enviar. Um simples erro de digitação pode gerar inconsistência e te levar à malha fina.

Use o recurso de verificação do próprio programa e, se possível, peça a ajuda de um contador de confiança para revisar.

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para você

Se você chegou até aqui, provavelmente entendeu a importância de declarar corretamente a sua renda como freelancer, autônomo ou trabalhador informal.

Mas também deve ter percebido que, apesar de ser possível fazer tudo sozinho, o processo pode gerar dúvidas, especialmente quando envolve diferentes fontes de renda, valores variáveis ou mudanças de perfil ao longo do ano.

Se você é de Campo Grande e está procurando um contador de confiança para te ajudar com o Imposto de Renda 2025, contar com um contador em Campo Grande que entenda a sua realidade pode fazer toda a diferença.

Ter um contador em Campo Grande ao seu lado significa ter alguém que conhece de perto as particularidades da região, os perfis mais comuns de prestação de serviço e que pode oferecer um atendimento mais próximo e humanizado.

Seja você um profissional criativo, um prestador de serviços ou alguém que atua de forma informal, contar com um bom contador pode te dar a segurança que você precisa para declarar sua renda corretamente.

A Contili Contabilidade está pronta para te ajudar em todas as etapas: desde o levantamento da sua renda até o envio da sua declaração.

Trabalhamos com linguagem simples, atendimento transparente e total cuidado com os seus dados. Se quiser praticidade, clareza e a certeza de que sua declaração será feita com responsabilidade, entre em contato conosco. 

IR 2025: Como declarar renda de freela ou autônomo

Quem precisa declarar imposto de renda em 2025? 

Quem precisa declarar imposto de renda em 2025?

Com a chegada de um novo ano, uma velha dúvida volta a aparecer: “Será que eu preciso declarar o Imposto de Renda?”.

Essa é uma pergunta comum e, ao mesmo tempo, muito importante. Afinal, deixar de declarar quando você deveria pode trazer dores de cabeça com a Receita Federal, incluindo multas e problemas futuros.

Se você nunca fez uma declaração antes ou se sua vida financeira mudou no último ano, é normal ficar confuso.

Os critérios podem parecer complicados à primeira vista, mas a boa notícia é que dá pra entender tudo com um pouco de explicação clara e direta. E é exatamente isso que você vai encontrar aqui.

Neste artigo, vamos explicar quem precisa declarar o IR em 2025, quais são os principais critérios usados pela Receita Federal, os casos de isenção, os documentos necessários e algumas dicas para não errar na hora de prestar contas.

Tudo isso com uma linguagem simples, sem termos técnicos, pra você sair daqui sem nenhuma dúvida.

Quem precisa declarar o imposto de renda em 2025?

A Receita Federal define anualmente quem está obrigado a entregar a declaração do Imposto de Renda. Em 2025, os critérios seguem uma lógica parecida com a dos últimos anos, mas com valores atualizados.

O principal fator que determina a obrigatoriedade é a renda total recebida em 2024.

Se você teve rendimentos tributáveis superiores a R$ 33.888,00 no ano passado, precisa declarar. Isso inclui salários, aposentadorias, pensões, pró-labore, entre outros.

Esse valor equivale a uma média mensal de aproximadamente R$ 2.824,00, então se sua renda mensal ficou acima disso, já é um forte sinal de que a declaração será necessária.

Também entra na lista quem teve rendimento isento, não tributável ou tributado exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil.

Isso inclui, por exemplo, lucros com poupança, indenizações trabalhistas ou lucros de aplicações financeiras que não sofrem desconto direto de IR na hora do recebimento.

Além da renda, há outros fatores. Se você vendeu um bem (como imóvel ou carro) com ganho de capital, ou se fez operações na Bolsa de Valores (mesmo que tenha sido uma única vez), a Receita exige a declaração.

São situações que não têm relação direta com salário, mas que também contam como movimentações relevantes.

Outro ponto que obriga a declarar é o patrimônio. Se você, em 31 de dezembro de 2024, tinha bens e direitos que somam mais de R$ 800 mil, precisa prestar contas, mesmo que sua renda não tenha sido tão alta.

E por fim, se você teve atividade rural com receita bruta superior a R$ 169.440,00 ou quer compensar prejuízos de anos anteriores, também entra na obrigatoriedade.

Esses são os principais critérios usados pela Receita, mas é sempre bom ficar atento a qualquer movimentação financeira fora do comum que tenha acontecido ao longo do ano.

Quem está isento?

Se você leu os critérios acima e percebeu que está abaixo dos limites de renda e patrimônio, é provável que não precise declarar o Imposto de Renda em 2025. Essa é uma boa notícia, mas é importante ter certeza.

A isenção se aplica a quem teve rendimentos totais abaixo de R$ 33.888,00 em 2024 e não se encaixa em nenhum outro critério de obrigatoriedade.

Ou seja, se você não vendeu nenhum bem, não tem patrimônio acima de R$ 800 mil, não investiu na Bolsa e não teve atividade rural expressiva, está fora da obrigação.

Pessoas com doenças graves, como câncer, HIV ou Mal de Parkinson, têm direito à isenção do imposto sobre aposentadorias, pensões e reformas.

Mas atenção: isso não significa isenção da declaração. Dependendo do caso, pode ser necessário declarar apenas para informar os rendimentos, mesmo que não haja imposto a pagar.

Quem tem mais de 65 anos também conta com uma faixa maior de isenção nos rendimentos de aposentadoria. Até certo valor mensal, esses rendimentos não são tributados.

Mas, se houver outras fontes de renda ou valores que ultrapassem esse limite, a obrigatoriedade da declaração pode aparecer.

Pessoas que não têm bens ou investimentos significativos e vivem com renda baixa ou informal, como ajuda de familiares ou pequenos bicos, costumam estar isentas.

Mas, se em algum momento houve movimentações fora do padrão, é bom avaliar com cuidado.

Mesmo estando isento, algumas pessoas optam por declarar, especialmente se tiveram imposto retido na fonte e têm direito à restituição.

Isso acontece muito com quem trabalhou alguns meses com carteira assinada e teve desconto no salário. Declarar, nesse caso, é vantajoso pra recuperar esse dinheiro.

Documentos necessários para fazer a declaração

Quem precisa declarar imposto de renda em 2025?

Foto: Alex P/Pexels

Se você se encaixa em algum dos critérios de obrigatoriedade, é hora de se preparar pra fazer a declaração do IR.

E o primeiro passo é separar os documentos certos. Quanto mais organizado você estiver, mais tranquilo vai ser o processo.

Comece pelos informes de rendimentos. Empresas, bancos, corretoras e o INSS são obrigados a fornecer esses documentos.

Eles mostram o quanto você recebeu ao longo do ano, quanto foi descontado de imposto (se for o caso), e outros dados importantes que precisam estar na declaração.

Tenha em mãos também os comprovantes de bens e direitos, como escrituras de imóveis, documentos de veículos, extratos de aplicações e saldos em contas bancárias.

A Receita quer saber o que você possuía no dia 31 de dezembro do ano anterior — então, mesmo que você não tenha comprado nada novo, precisa informar o que já tinha.

Outro grupo importante são os gastos dedutíveis, que podem reduzir o imposto a pagar ou aumentar a restituição.

Isso inclui despesas com educação, saúde, plano de saúde, previdência privada, e pensão alimentícia judicial. Para cada um desses itens, guarde os comprovantes e recibos de pagamento.

Se você tem dependentes, será necessário apresentar os documentos deles também, como CPF, data de nascimento, comprovantes de escola, plano de saúde, entre outros.

Lembre-se que os rendimentos e despesas dos dependentes entram na sua declaração.

E por fim, não se esqueça dos comprovantes de compra e venda de bens, se tiver feito alguma transação em 2024. Isso inclui contratos de compra e venda de imóveis, veículos ou investimentos.

Esses dados ajudam a Receita a entender como o seu patrimônio evoluiu de um ano para o outro.

Dicas para não errar na hora de declarar

Fazer a declaração do Imposto de Renda não precisa ser uma experiência complicada.

Com um pouco de atenção e cuidado, você pode passar por esse processo com tranquilidade e até garantir um dinheiro de volta com a restituição. Aqui vão algumas dicas que podem ajudar bastante.

A primeira dica é: não deixe pra última hora. O prazo geralmente vai de março até o final de maio, mas quanto antes você declarar, melhor.

Se houver algum erro ou informação pendente, você ainda tem tempo de corrigir com calma. E quem declara logo no início do prazo, costuma receber a restituição mais cedo.

Outra dica valiosa é usar a declaração pré-preenchida, disponível no site e aplicativo da Receita Federal.

Ela já traz diversas informações que empresas e bancos enviam automaticamente à Receita. Isso reduz muito o risco de erro e facilita bastante a vida.

Revise com atenção todos os dados de rendimentos, despesas e bens. Erros simples, como digitar um número errado ou esquecer de incluir algum documento, podem levar à temida malha fina.

Evite omitir rendimentos, mesmo que pequenos. Muitas vezes, as pessoas deixam de informar um segundo emprego, uma pensão ou um trabalho temporário.

Mas a Receita cruza essas informações, e qualquer divergência pode virar um problema. Transparência é sempre o melhor caminho.

E, claro, se você tiver dúvidas ou não se sentir seguro pra fazer a declaração sozinho, procure ajuda profissional.

Um contador pode te orientar, organizar seus documentos e garantir que tudo será feito do jeito certo. Às vezes, isso evita prejuízos e ainda encontra formas de pagar menos imposto legalmente.

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para você

Se você chegou até aqui, é sinal de que está mesmo preocupado em fazer tudo certo com o seu Imposto de Renda — e isso já é meio caminho andado.

Mas a gente sabe que, mesmo com todas as informações na mão, ainda pode bater aquela insegurança na hora de declarar. E tudo bem, isso é mais comum do que parece.

Nessas horas, contar com um contador faz toda a diferença. Especialmente se você está em Campo Grande e busca alguém que entenda sua realidade, conheça a legislação atualizada e possa cuidar da sua declaração com atenção aos detalhes.

Ter o apoio de um contador em Campo Grande é a melhor forma de garantir que sua declaração será feita de forma correta, segura e dentro do prazo.

Seja para tirar dúvidas, revisar documentos ou até para identificar oportunidades de restituição, um profissional especializado pode te ajudar a economizar tempo e evitar problemas com a Receita.

E se você mora em Campo Grande, nada melhor do que contar com um contador próximo, que entenda o contexto local, o mercado da região e possa oferecer um atendimento realmente personalizado.

Não importa se é a sua primeira declaração ou se você já declara há anos — um contador em Campo Grande pode ser o parceiro ideal pra cuidar disso com você.

Afinal, por mais que a tecnologia facilite muita coisa, ainda é a experiência humana que garante aquela análise fina, que enxerga os detalhes e encontra soluções que muitas vezes passam despercebidas.

Por isso, se você está em Campo Grande e precisa de um contador de confiança para declarar seu Imposto de Renda em 2025, entre em contato com a Contili Contabilidade.

A nossa equipe está pronta pra te atender com clareza, responsabilidade e o compromisso de simplificar o que parece complicado. Vamos juntos deixar sua declaração em dia, sem dores de cabeça.

Quem precisa declarar imposto de renda em 2025?

Como abrir uma empresa em 2025: Passo a passo completo

Como abrir uma empresa em 2025: Passo a passo completo

Se você está pensando em abrir uma empresa em 2025, saiba que esse pode ser um grande passo rumo à independência financeira e ao crescimento profissional.

No entanto, para garantir que tudo ocorra sem dores de cabeça, é fundamental entender o processo de formalização do seu negócio.

Muita gente pensa que abrir uma empresa é complicado, burocrático e cheio de obstáculos. Mas a verdade é que, com o conhecimento certo e planejamento, o processo pode ser mais simples do que parece.

Neste guia, vamos te mostrar o passo a passo para abrir sua empresa de forma segura e dentro da lei, evitando problemas no futuro.

Escolha do tipo de empresa

Antes de qualquer coisa, você precisa definir qual será o formato da sua empresa.

Isso pode parecer apenas um detalhe técnico, mas essa escolha impacta diretamente nos impostos que você pagará, nas obrigações legais e até mesmo no crescimento do seu negócio.

Se você pretende trabalhar sozinho e ter uma estrutura mais simples, o Microempreendedor Individual (MEI) pode ser uma opção.

Ele tem poucas exigências e tributações reduzidas, mas também algumas limitações, como faturamento máximo de R$ 144.900 por ano.

Já se você quer algo maior, com possibilidade de sócios e faturamento mais alto, pode optar pelo Empresário Individual (EI) ou pela Sociedade Limitada (LTDA), que são modelos comuns para pequenas e médias empresas.

Esses formatos permitem mais flexibilidade no crescimento e proteção patrimonial, principalmente no caso da LTDA.

Se a intenção for abrir uma empresa de grande porte ou buscar investimentos no futuro, pode ser interessante considerar uma Sociedade Anônima (S/A), que tem regras mais complexas, mas pode facilitar a captação de recursos no mercado.

Cada modelo tem suas vantagens e desvantagens, então vale a pena conversar com um contador para entender qual se encaixa melhor no seu plano de negócios.

Registro e documentação necessária

Depois de escolher o tipo de empresa, chega a hora da parte burocrática: o registro e a documentação.

Essa etapa pode parecer assustadora, mas é mais tranquila do que parece, especialmente se você souber exatamente o que precisa.

O primeiro passo é registrar sua empresa na Junta Comercial do seu estado ou no Cartório de Registro de Pessoa Jurídica, dependendo do tipo de empresa escolhida. Isso vai garantir que o negócio esteja legalmente constituído.

Em seguida, é necessário obter o CNPJ junto à Receita Federal. O CNPJ é como o CPF da sua empresa, sendo essencial para emitir notas fiscais, pagar impostos e abrir conta bancária. Esse processo pode ser feito de forma digital pelo site da Receita Federal.

Além disso, dependendo do segmento do seu negócio, pode ser preciso obter uma Inscrição Estadual (para quem vai trabalhar com comércio ou indústria) e uma Inscrição Municipal (para quem presta serviços).

Esses registros garantem que sua empresa esteja em dia com os impostos estaduais e municipais.

Também pode ser necessário obter registros específicos em órgãos reguladores, como a Vigilância Sanitária para negócios na área de alimentos e saúde, ou a Anvisa para produtos que envolvem medicamentos e cosméticos.

Ficar atento a essas exigências desde o início evita problemas futuros e garante que sua empresa esteja funcionando dentro da lei desde o primeiro dia.

Escolha do regime tributário

Agora vem uma das partes mais importantes e que pode fazer toda a diferença na saúde financeira da sua empresa: a escolha do regime tributário.

Essa decisão define como os impostos serão cobrados e pode impactar diretamente na sua lucratividade.

Escolher a opção errada pode fazer com que você pague mais tributos do que o necessário, reduzindo seus ganhos e prejudicando o crescimento do negócio.

No Brasil, existem três regimes principais de tributação para empresas: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

Cada um deles tem regras específicas, e a melhor opção depende do faturamento da empresa, do tipo de atividade exercida e das margens de lucro do negócio.

O Simples Nacional é o regime mais utilizado por pequenas e médias empresas, pois simplifica a cobrança de impostos ao reunir diversos tributos em uma única guia de pagamento.

Ele também oferece alíquotas reduzidas em comparação com outros regimes. No entanto, não é qualquer empresa que pode aderir ao Simples Nacional.

Existem algumas restrições, como limite de faturamento (R$ 4,8 milhões por ano) e determinadas atividades que não são permitidas.

Já o Lucro Presumido é uma alternativa para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano. Nesse modelo, os impostos são calculados com base em uma estimativa de lucro, que varia de acordo com o setor da empresa.

Se o negócio tem margens de lucro maiores do que as estimadas pela Receita Federal, esse regime pode ser vantajoso, pois os tributos são cobrados sobre um percentual fixo do faturamento, e não sobre o lucro real da empresa.

Por fim, o Lucro Real é o regime mais complexo, mas pode ser a melhor opção para empresas com margens de lucro menores ou com grande volume de despesas.

Nele, os impostos são calculados com base no lucro efetivo da empresa, ou seja, quanto menor o lucro, menor o imposto a pagar.

Esse regime é obrigatório para algumas empresas, como instituições financeiras e negócios com faturamento acima de R$ 78 milhões anuais.

A escolha do regime tributário deve ser feita com muito cuidado, pois mudar depois pode ser burocrático e, em alguns casos, só pode ser feito no início do ano fiscal.

Licenças e alvarás

Como abrir uma empresa em 2025: Passo a passo completo

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Nem toda empresa pode simplesmente abrir as portas e começar a funcionar. Dependendo do ramo de atividade, pode ser necessário obter autorizações específicas antes de iniciar as operações.

Essas licenças garantem que a empresa esteja dentro das normas de segurança, saúde e regulamentação da sua área de atuação. Ignorar essa etapa pode resultar em multas, interdições ou até no fechamento do negócio.

Uma das principais exigências é o Alvará de Funcionamento, que é emitido pela Prefeitura do município onde a empresa está localizada.

Ele atesta que o estabelecimento pode operar legalmente naquele local, seguindo as regras de zoneamento e segurança exigidas pelo município.

Algumas cidades permitem que esse processo seja feito online, enquanto outras ainda exigem a entrega de documentos presenciais.

Para empresas que lidam com alimentos, medicamentos, cosméticos ou serviços de saúde, a obtenção da Licença da Vigilância Sanitária é obrigatória.

Esse documento garante que o estabelecimento segue normas sanitárias e boas práticas para evitar riscos à saúde dos consumidores. Restaurantes, farmácias, clínicas médicas e supermercados são exemplos de negócios que precisam dessa licença.

Se a empresa realiza atividades que podem impactar o meio ambiente, é necessário obter uma Licença Ambiental, que pode ser emitida por órgãos como o IBAMA ou pela Secretaria do Meio Ambiente do estado.

Esse tipo de licença pode ter diferentes categorias, dependendo do potencial de impacto ambiental da atividade.

Outro ponto importante é o registro em órgãos de classe, exigido para determinadas profissões regulamentadas. Advogados precisam estar inscritos na OAB, médicos no CRM, engenheiros no CREA e contadores no CRC, por exemplo.

Empresas que atuam nesses segmentos devem garantir que seus profissionais estejam devidamente registrados para evitar problemas legais.

Cada setor tem suas exigências específicas, então, antes de abrir a empresa, é fundamental verificar quais licenças e alvarás são necessários para operar dentro da lei.

Se a empresa começar a funcionar sem essas autorizações, pode sofrer fiscalizações, pagar multas ou até ser impedida de continuar suas atividades. 

Abertura de conta bancária e capital social

Depois de registrar sua empresa e obter o CNPJ, um dos próximos passos importantes é abrir uma conta bancária empresarial. Esse detalhe pode parecer secundário, mas faz toda a diferença na organização financeira do negócio.

Manter uma conta separada para a empresa evita confusões entre as finanças pessoais e empresariais, facilita o controle do fluxo de caixa e torna a contabilidade mais transparente.

A maioria dos bancos exige alguns documentos para abrir uma conta PJ (Pessoa Jurídica), como o CNPJ da empresa, o contrato social, comprovante de endereço e documentos pessoais dos sócios.

Alguns bancos podem solicitar informações adicionais, como um plano de negócios ou documentos contábeis, dependendo do porte e da atividade da empresa.

Hoje em dia, há diversas opções de bancos tradicionais e bancos digitais, que oferecem contas PJ com taxas reduzidas e serviços voltados para pequenos empresários.

Antes de escolher onde abrir sua conta, vale a pena comparar as condições oferecidas por cada instituição, como tarifas, limite de crédito e benefícios extras, como integração com sistemas de gestão financeira.

Outro aspecto fundamental na abertura de uma empresa é definir o capital social. Esse valor representa o montante inicial investido pelos sócios para que a empresa comece a operar.

Ele pode ser usado para cobrir despesas iniciais, como aluguel, compra de equipamentos e estoque, além de servir como uma garantia de que o negócio tem recursos suficientes para se manter até começar a gerar receita.

O valor do capital social pode variar conforme o tipo de empresa e sua necessidade de investimento inicial.

No caso do MEI, por exemplo, não há exigência mínima de capital social, enquanto empresas maiores podem precisar definir um valor mais alto, dependendo das exigências do setor.

Em alguns casos, como sociedades limitadas (LTDA), o capital social pode ser dividido entre os sócios proporcionalmente à sua participação no negócio.

Embora a definição do capital social não exija um investimento imediato em dinheiro, ele precisa ser declarado no contrato social da empresa.

Ter um capital social bem definido pode ser um fator positivo na hora de solicitar crédito bancário, fechar contratos com fornecedores e até transmitir mais credibilidade ao mercado. 

Obrigações contábeis e fiscais

Abrir uma empresa é um grande passo, mas o trabalho burocrático não termina depois que o CNPJ está ativo.

Para manter a empresa regularizada e evitar problemas com a Receita Federal e outros órgãos fiscais, é preciso cumprir uma série de obrigações contábeis e fiscais.

Essas obrigações variam de acordo com o regime tributário escolhido e o porte da empresa, mas todas precisam ser levadas a sério para evitar multas e penalidades.

Uma das primeiras responsabilidades é a emissão de notas fiscais. Toda venda de produto ou prestação de serviço deve ser registrada corretamente para que os impostos sejam calculados e pagos corretamente.

Empresas que trabalham com comércio precisam emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), enquanto prestadores de serviço devem emitir a Nota Fiscal de Serviço (NFS-e). Algumas cidades e estados permitem que esse processo seja feito digitalmente por meio de sistemas online.

Outra obrigação importante é o pagamento de impostos, que pode variar dependendo do regime tributário da empresa.

Negócios enquadrados no Simples Nacional pagam impostos em uma única guia mensal, chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Já empresas no Lucro Presumido ou Lucro Real têm tributações mais complexas, incluindo PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, ICMS e ISS, que precisam ser pagos separadamente.

Além dos impostos, empresas também precisam entregar algumas declarações periódicas para o governo. Algumas das mais comuns incluem:

– DASN-SIMEI (para MEIs) – Declaração anual do faturamento da empresa.

– DEFIS (para optantes do Simples Nacional) – Declaração de informações socioeconômicas e fiscais.

– DCTF e ECF (para empresas no Lucro Presumido e Lucro Real) – Declarações de tributos federais e contábeis.

Além dessas obrigações fiscais, a empresa também precisa manter uma contabilidade organizada, registrando corretamente todas as suas receitas, despesas, folha de pagamento e investimentos.

Isso não é apenas uma exigência legal, mas também uma ferramenta importante para a gestão do negócio, pois permite acompanhar o crescimento da empresa, identificar problemas financeiros e tomar decisões estratégicas com base em números concretos.

Mesmo que a empresa seja pequena, contar com um contador pode fazer toda a diferença.

Esse profissional garante que todas as obrigações sejam cumpridas corretamente e ajuda a empresa a pagar apenas os impostos necessários, evitando gastos desnecessários e problemas com o Fisco.

Tentar fazer tudo sozinho pode ser arriscado, já que erros na contabilidade podem gerar multas e até levar à suspensão do CNPJ.

Manter a empresa regularizada exige atenção e disciplina, mas, com um bom planejamento e a orientação certa, é possível manter tudo em dia sem complicação.

Afinal, um negócio bem estruturado financeiramente tem muito mais chances de crescer e prosperar no longo prazo.

Tendências do mercado para 2025

Como abrir uma empresa em 2025: Passo a passo completo

Foto: Freepik

Abrir uma empresa em 2025 significa estar atento às mudanças do mercado e às novas oportunidades de negócios.

O mundo dos negócios está sempre evoluindo, e acompanhar as tendências pode ser o diferencial entre ter um empreendimento de sucesso ou ficar para trás.

Tecnologia, sustentabilidade e mudanças no comportamento do consumidor são alguns dos fatores que estão moldando o cenário empresarial para o próximo ano.

Uma das grandes tendências para 2025 é a digitalização dos negócios. Empresas que utilizam tecnologia para melhorar seus processos internos, oferecer serviços online e se conectar com o público têm grandes chances de crescer.

O e-commerce continua em alta, e muitos empreendedores estão investindo em lojas virtuais, marketplaces e redes sociais para vender seus produtos e serviços.

Além disso, soluções como automação, inteligência artificial e atendimento digital são cada vez mais valorizadas pelos consumidores.

Outra tendência forte é o aumento da preocupação com a sustentabilidade e responsabilidade social.

Empresas que adotam práticas sustentáveis, como redução de desperdício, reciclagem e compensação de carbono, ganham credibilidade no mercado e conquistam um público cada vez mais consciente.

Além disso, muitos consumidores preferem comprar de marcas que demonstram preocupação com questões ambientais e sociais, o que pode ser um diferencial competitivo para novos negócios.

O trabalho remoto e o modelo híbrido também continuam em crescimento. Muitas empresas perceberam que é possível operar de forma eficiente com funcionários trabalhando de casa ou combinando o trabalho presencial e remoto.

Isso abriu novas oportunidades para empreendedores que desejam oferecer serviços online, como consultorias, treinamentos e atendimento remoto.

Além disso, negócios voltados para a infraestrutura do home office, como móveis ergonômicos e softwares de produtividade, também podem se destacar.

O setor de bem-estar e saúde está em ascensão, e negócios que oferecem produtos e serviços voltados para qualidade de vida, alimentação saudável, terapias alternativas e atividades físicas têm grande potencial de crescimento.

A busca por uma vida mais equilibrada e saudável tem impulsionado empresas de alimentação natural, academias, aplicativos de meditação e até produtos personalizados para a saúde mental.

Por fim, uma das tendências mais promissoras é o empreendedorismo no setor de serviços personalizados e nichados.

Cada vez mais consumidores buscam produtos e serviços sob medida, que atendam às suas necessidades específicas.

Isso abre espaço para negócios em áreas como consultoria, desenvolvimento de softwares personalizados, marketing digital especializado e até produtos feitos sob demanda.

Para quem deseja abrir uma empresa em 2025, estar atento a essas tendências pode ser um grande diferencial.

O mercado está mudando rapidamente, e empreendedores que souberem se adaptar e inovar terão maiores chances de sucesso.

Mais do que nunca, planejamento, tecnologia e visão estratégica são essenciais para construir um negócio sólido e competitivo.

Dicas finais para empreendedores em 2025

Abrir uma empresa é um grande passo, e se preparar bem pode fazer toda a diferença no sucesso do seu negócio.

Além de seguir todas as etapas burocráticas e entender as tendências do mercado, existem algumas boas práticas que podem ajudar a sua empresa a crescer com mais segurança e estabilidade.

A primeira dica essencial é planejar bem as finanças. Muitos empreendedores começam sem uma reserva financeira e acabam enfrentando dificuldades logo nos primeiros meses.

Antes de abrir a empresa, é importante ter um capital inicial suficiente para cobrir as despesas operacionais, além de um bom planejamento de fluxo de caixa.

Controlar bem os custos e evitar gastos desnecessários pode ser a chave para manter a empresa funcionando nos primeiros anos.

Outro ponto fundamental é conhecer bem o seu público-alvo. Muitas empresas falham porque não entendem as necessidades dos clientes e acabam oferecendo produtos ou serviços que não têm demanda.

Antes de investir dinheiro e tempo no negócio, faça pesquisas de mercado, converse com possíveis clientes e valide sua ideia para ter certeza de que há espaço para sua empresa crescer.

Além disso, a tecnologia pode ser uma grande aliada do seu negócio. Investir em ferramentas digitais para gestão, atendimento e marketing pode facilitar processos, reduzir custos e melhorar a experiência do cliente.

Plataformas de gestão financeira, automação de atendimento e até mesmo a presença digital nas redes sociais são indispensáveis para qualquer empresa que deseja se destacar no mercado atual.

Também é fundamental manter a empresa regularizada e em dia com as obrigações fiscais. Muitos empreendedores acabam deixando a parte contábil de lado e enfrentam problemas com a Receita Federal, pagamento de impostos atrasados e até mesmo multas.

Contar com um contador desde o início pode evitar dores de cabeça e garantir que a empresa esteja sempre em conformidade com a legislação.

Por fim, um dos principais diferenciais de um empreendedor de sucesso é a capacidade de aprender e se adaptar. O mercado muda rapidamente, e quem não acompanha essas mudanças pode ficar para trás.

Buscar conhecimento constantemente, participar de eventos, fazer networking e estar aberto a novas estratégias são atitudes que podem fazer toda a diferença no crescimento da empresa.

Abrir uma empresa em 2025 pode ser uma grande oportunidade, mas exige dedicação, planejamento e uma visão estratégica.

Com as decisões certas e um bom acompanhamento, você pode construir um negócio sólido, lucrativo e preparado para crescer no futuro.

Soluções de um contador em Campo Grande para o seu negócio

Se você chegou até aqui, já sabe que abrir uma empresa em 2025 exige planejamento, organização e o cumprimento de diversas obrigações fiscais e contábeis.

É natural que algumas dessas etapas pareçam complexas, mas contar com um contador em Campo Grande pode tornar todo esse processo muito mais simples e seguro.

Ter um profissional especializado ao seu lado desde o início garante que sua empresa escolha o regime tributário mais vantajoso, cumpra todas as exigências legais e evite problemas com a Receita Federal.

Além disso, um contador em Campo Grande pode te ajudar a estruturar um planejamento financeiro eficiente, controlar os impostos da sua empresa e manter a contabilidade sempre em dia.

Muitos empreendedores acabam enfrentando dificuldades porque não dão a devida atenção a essa parte essencial do negócio, e é exatamente por isso que contar com um serviço especializado faz toda a diferença.

Se você está começando seu empreendimento e precisa de um contador em Campo Grande para cuidar de toda a parte contábil, tributária e financeira da sua empresa, a Contili Contabilidade está pronta para te ajudar.

Entre em contato com a nossa equipe e garanta que seu negócio comece do jeito certo, sem complicações e com toda a segurança que você precisa para crescer!

Como abrir uma empresa em 2025 Passo a passo completo

Pagar ou declarar imposto de renda: entenda a diferença 

Pagar ou declarar imposto de renda: entenda a diferença

Quando o assunto é imposto de renda, é muito comum aparecer uma dúvida: preciso declarar ou pagar? Ou os dois?

Muita gente confunde essas duas etapas e, por causa disso, acaba cometendo erros que podem gerar problemas com a Receita Federal, desde multas até pendências no CPF.

A verdade é que declarar e pagar são coisas diferentes. E entender essa diferença é essencial para quem quer manter a vida financeira organizada e evitar dores de cabeça no futuro.

Seja você trabalhador com carteira assinada, autônomo, aposentado, investidor iniciante ou até alguém que vendeu um carro no ano passado, este artigo é pra você.

Aqui, vamos explicar de forma simples e direta o que significa declarar, quando é preciso pagar e como tudo isso funciona na prática. Sem jargões, sem complicação.

O que significa declarar o Imposto de Renda?

Vamos começar pelo começo: declarar imposto de renda é informar à Receita Federal tudo o que você ganhou, gastou e possui durante o ano anterior.

É como um raio-x da sua vida financeira: você mostra quanto ganhou, quais foram seus gastos mais relevantes, e quais bens ou investimentos tem em seu nome.

Essa declaração é feita todos os anos, normalmente entre os meses de março e maio, e deve ser entregue por meio de um programa oficial da Receita.

Nele, você preenche dados como salário, pensão, aposentadoria, aluguéis recebidos, investimentos, aplicações financeiras, imóveis, veículos e por aí vai.

Mas muita gente se pergunta: “Todo mundo precisa declarar?” A resposta é: depende dos seus rendimentos e da sua situação financeira.

Por exemplo, quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024 precisa declarar.

Mas também é preciso declarar se você vendeu bens com lucro, recebeu aluguéis, teve ganhos com ações ou tem bens que, somados, ultrapassam um determinado valor.

E atenção: declarar não significa que você vai pagar imposto. Na verdade, a declaração é apenas o momento de prestar contas.

É quando a Receita Federal verifica se você pagou mais ou menos imposto do que deveria durante o ano.

Dependendo do resultado, pode ser que você tenha algo a pagar… ou até a receber.

Ou seja, a declaração é obrigatória em muitos casos, mesmo que você não deva pagar nada. Ela serve para manter seu CPF regular e mostrar que sua situação financeira está em ordem.

Ignorar essa obrigação pode trazer problemas lá na frente, como dificuldade para financiar um carro, alugar um imóvel ou até se inscrever em um concurso público.

O que significa pagar o Imposto de Renda?

Depois que você faz a declaração, o sistema da Receita Federal faz os cálculos e verifica se você já pagou o que deveria durante o ano. É aí que entra a etapa do pagamento.

Pagar o imposto de renda significa que você teve rendimentos que ultrapassaram o limite de isenção e, ao longo do ano, não pagou a quantia devida na forma de antecipações ou retenções.

Isso é comum, por exemplo, com pessoas que têm mais de uma fonte de renda, recebem aluguéis ou fazem trabalhos como autônomos e freelancers.

Imagine que você trabalha em dois empregos e, em cada um deles, o desconto do imposto é feito normalmente.

No entanto, esses descontos são calculados separadamente, e quando somamos os dois salários, seu rendimento total pode acabar caindo em uma faixa maior de imposto.

Isso significa que você pagou menos imposto do que deveria e agora precisa quitar essa diferença.

Também é possível que você tenha vendido um carro, imóvel ou recebido alguma herança. Dependendo do valor e da situação, isso pode gerar imposto.

Pagar ou declarar imposto de renda: entenda a diferença

Esses casos precisam ser informados corretamente na declaração, e podem resultar em imposto a pagar.

A boa notícia é que, se houver imposto a pagar, o sistema da Receita já gera um boleto (DARF) com o valor e permite parcelamento em até 8 vezes.

Mas é bom não deixar para a última hora, pois quanto mais tempo passar, maiores os juros e a chance de cair na malha fina.

Casos em que você declara e não paga nada

Um erro muito comum é achar que, ao declarar, você automaticamente terá que pagar. Mas isso não é verdade. Muita gente faz a declaração e não precisa pagar nada, e algumas ainda têm direito à restituição.

Vamos a alguns exemplos práticos: se você tem um único emprego com carteira assinada e o imposto foi retido diretamente no seu salário ao longo do ano, é bem provável que o cálculo feito pela Receita mostre que você já pagou o valor correto.

Nesse caso, você não precisa pagar nada extra.

Outro caso é de quem teve rendimentos abaixo do limite de isenção, mas precisa declarar por outros motivos, como possuir bens acima de determinado valor ou ter feito operações na bolsa de valores.

Você faz a declaração porque está dentro das regras, mas não deve nenhum imposto.

Além disso, quem teve gastos dedutíveis, como despesas com saúde, educação ou dependentes, pode usar esses valores para abater o total do imposto. Com isso, é possível reduzir bastante o valor final e, em muitos casos, zerar o imposto devido.

E mais: dependendo da situação, você pode até ter valores a restituir, ou seja, a Receita te devolve parte do que foi pago a mais durante o ano.

Essa restituição é paga diretamente na sua conta, geralmente entre maio e setembro, conforme o calendário da Receita.

Por isso, se você declarou tudo certinho e o sistema mostrar que não há imposto a pagar, fique tranquilo. Isso significa que você cumpriu sua obrigação e está em dia com o Leão.

Casos em que você paga imposto mesmo após declarar

Pagar ou declarar imposto de renda: entenda a diferença

Foto: Joédson Alves/ Agência Brasil

Mesmo declarando direitinho e dentro do prazo, ainda assim você pode se deparar com um valor a pagar.

Isso acontece com mais frequência do que você imagina, e entender por quê pode ajudar a se planejar melhor nos próximos anos.

Um dos motivos mais comuns é quando você tem renda de fontes que não fazem retenção automática de imposto, como aluguel, trabalhos como freelancer ou até venda de produtos por conta própria. Nesse caso, o imposto só será cobrado quando você declarar.

Outro exemplo: pessoas que têm mais de uma fonte de renda, como dois empregos, aposentadoria mais pensão, ou ainda recebe benefícios do INSS enquanto trabalha.

Muitas vezes, o imposto é calculado separadamente em cada um, mas somando tudo, o valor total entra em uma faixa mais alta de tributação. O resultado: imposto a pagar.

Se você fez operações com ações, comprou e vendeu ativos na bolsa ou vendeu um imóvel com lucro, também pode ter que pagar imposto, mesmo que o valor já esteja em sua conta há meses.

A Receita considera esses ganhos como tributáveis, e o imposto precisa ser recolhido.

Outro fator é quando não se faz o carnê-leão ao longo do ano. Esse é um sistema de recolhimento mensal usado por quem recebe de forma autônoma, sem vínculo com empresa.

Se você não recolheu mês a mês, esse valor aparece concentrado no fim do ano, na hora da declaração.

Mas fique tranquilo: o pagamento pode ser parcelado em até 8 vezes, e o próprio programa da Receita permite emitir os boletos com o valor atualizado.

O importante é não deixar vencer, pois a multa e os juros começam a contar logo após o prazo.

Restituição x pagamento: como saber o seu caso?

Depois de preencher toda a declaração, o programa da Receita Federal mostra um resumo com o resultado final: imposto a pagar, a restituir ou saldo zerado. É nessa hora que você descobre em qual situação está.

Se você pagou mais imposto do que devia ao longo do ano – por exemplo, se teve muitos descontos no salário e ainda deduziu gastos com saúde ou educação – é provável que tenha direito à restituição.

Ou seja, a Receita vai devolver essa diferença para você, em forma de depósito na conta bancária que você informar.

Por outro lado, se pagou menos do que devia, seja por causa de renda extra, rendimentos sem imposto retido ou outros fatores, terá um valor a pagar.

O próprio sistema calcula isso automaticamente e já permite gerar os boletos (DARF) com o valor exato.

Se tudo estiver equilibrado, ou seja, o que você pagou ao longo do ano bate certinho com o valor devido, o resultado será “sem saldo” – nem imposto a pagar, nem a restituir. Isso também é ótimo, pois mostra que tudo foi feito corretamente.

O ideal é fazer a declaração o quanto antes. Assim, você já sabe o resultado, pode se programar para pagar (se for o caso), ou ainda receber a restituição nos primeiros lotes

Consequências de não declarar ou não pagar

Deixar de declarar ou não pagar o imposto devido pode causar complicações reais no seu dia a dia, mesmo que, à primeira vista, pareça algo simples.

A primeira consequência é a multa por atraso. Quem perde o prazo da declaração paga uma multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido.

Mesmo que você não tenha imposto a pagar, a multa mínima ainda se aplica pelo simples fato de não ter enviado a declaração dentro do prazo.

Outra questão importante é o CPF irregular. Isso pode dificultar ações comuns do dia a dia, como abrir conta em banco, solicitar financiamento ou até receber aposentadoria e benefícios sociais.

O CPF é como a identidade financeira do cidadão, e a Receita leva essa regularidade muito a sério.

Se houver imposto a pagar e ele não for quitado, o valor começa a acumular juros e multas automaticamente.

Com o tempo, essa dívida pode ser enviada para cobrança judicial, virar dívida ativa e até gerar bloqueios de bens ou de valores em conta corrente.

Além disso, existe o risco de cair na malha fina, o que acontece quando a Receita encontra inconsistências na sua declaração. Isso pode atrasar a restituição, exigir documentos extras e gerar muita dor de cabeça até que tudo se resolva.

Por tudo isso, manter sua declaração em dia e pagar o que for necessário não é apenas uma obrigação fiscal. É também uma forma de manter sua vida financeira organizada e evitar transtornos desnecessários.

Dicas práticas e recomendações

Se você quer passar por essa temporada com mais tranquilidade, algumas atitudes simples fazem toda a diferença. A principal delas é organizar sua documentação ao longo do ano.

Informe de rendimentos, recibos de despesas médicas, comprovantes de educação, extratos bancários, compra e venda de bens, tudo isso deve estar em um lugar fácil de acessar quando chegar a hora de declarar.

Criar uma pasta específica para esse tipo de material, seja digital ou física, ajuda bastante. Com tudo em mãos, a chance de esquecer algo importante é bem menor. E isso evita problemas com a Receita lá na frente.

Se você tem rendas fora do trabalho formal, como aluguéis, rendimentos de serviços autônomos ou atividades extras, vale a pena fazer um controle mensal.

Nesse caso, o ideal é antecipar o pagamento do imposto por meio do carnê-leão. Assim, o valor não se acumula todo de uma vez na hora da declaração.

Também é recomendável utilizar um bom sistema para preencher sua declaração, especialmente se ela for mais complexa. Existem programas e aplicativos bem intuitivos que ajudam a evitar erros.

E claro, sempre que possível, contar com a ajuda de um contador pode trazer segurança e até economia, já que você pode aproveitar melhor as deduções.

Por fim, evite deixar tudo para a última hora. A Receita libera o programa da declaração com bastante antecedência.

Começar cedo permite revisar os dados com calma, corrigir possíveis falhas e garantir que tudo será entregue corretamente.

Soluções Contili Contabilidade para sua empresa

Se você chegou até aqui, já deu um grande passo para entender melhor como funciona e como lidar com ele da forma certa.

Mas a gente sabe que, mesmo com toda essa informação, nem sempre é fácil aplicar tudo isso na prática. É aí que entra a Contili Contabilidade.

Nosso time está pronto para te ajudar a organizar sua vida fiscal, evitar erros na declaração e, principalmente, te dar a segurança de que está tudo sendo feito da forma correta.

Se você é de Campo Grande e está procurando um contador de confiança, que fale a sua língua e entenda sua realidade, você pode contar com a gente.

Aqui na Contili, o atendimento é personalizado e próximo, sem complicações, sem linguagem técnica desnecessária.

Seja você pessoa física, autônomo, profissional liberal ou empresário, temos soluções completas que se adaptam ao seu momento.

Cuidar da sua contabilidade não precisa ser um peso. Com o suporte certo, você evita dor de cabeça, economiza tempo e ainda ganha tranquilidade para focar no que realmente importa.

Se precisar de ajuda para declarar seu imposto de renda, ou quiser entender como podemos apoiar você ou sua empresa ao longo do ano, estamos prontos para conversar. Conte com a Contili.

Pagar ou declarar imposto de renda: entenda a diferença

MEI deve declarar Imposto de Renda em 2025? Veja regras 

MEI deve declarar Imposto de Renda em 2025? Veja regras

Se você é Microempreendedor Individual (MEI), talvez esteja se perguntando se precisa declarar o Imposto de Renda em 2025.

Afinal, além de cuidar do seu negócio, é importante manter as obrigações fiscais em dia para evitar surpresas desagradáveis, como multas ou problemas com o CPF.

A boa notícia é que a resposta não é tão complicada quanto parece. Mas é essencial entender as regras, porque, em alguns casos, o MEI sim precisa fazer a declaração.

E, mesmo quando não há obrigatoriedade, pode ser interessante fazer a declaração para evitar pendências no seu nome.

Neste artigo, vamos explicar tudo de forma simples e objetiva. Você vai entender quem precisa declarar, como calcular os rendimentos tributáveis e o passo a passo para fazer tudo corretamente. Vamos lá?

MEI precisa declarar Imposto de Renda em 2025? A resposta direta

Vamos ao que interessa: o MEI, como empresa, não declara Imposto de Renda. O pagamento mensal do DAS já cuida dos impostos do negócio, como INSS e ISS ou ICMS.

Mas, como pessoa física, você pode precisar declarar, sim. Se sua renda tributável em 2024 for maior que R$ 33.888, o limite para 2025, a obrigação aparece. É simples, mas tem seus detalhes.

O segredo está em separar o que é do negócio do que é seu. O faturamento do MEI é o total que entrou no caixa, mas o que importa é o lucro que você levou para o bolso.

Se esse valor, junto com outras rendas, passar dos R$ 33.888, você entra na lista da Receita. Vamos ver como calcular isso mais adiante.

Pensa num exemplo: você tem uma lojinha e faturou R$ 60 mil em 2024. Gastou R$ 20 mil com produtos e outras coisas, sobrando R$ 40 mil de lucro.

Se esse lucro for tributável e ultrapassar os R$ 33.888, você declara em 2025. Parece um malabarismo, mas é só uma questão de organizar os números.

A Declaração Anual do MEI, a DASN-SIMEI, não tem nada a ver com isso. Ela é obrigatória para todo MEI e fala do faturamento do negócio, com prazo até maio.

Já o Imposto de Renda é sobre sua vida pessoal e vence em maio. São duas tarefas distintas, e em 2025 você precisa ficar de olho nos dois prazos.

Resumindo: o MEI não declara por ser MEI, mas você, como pessoa, pode ter que declarar se ganhar acima de R$ 33.888 tributáveis.

É uma regra que olha para o indivíduo, não para a empresa. Agora, vamos entender quando isso realmente acontece.

Quando o MEI é obrigado a declarar?

A Receita Federal define quem precisa fazer a declaração com base em algumas situações. Para o MEI, o mais comum é a renda tributável.

Em 2025, se você ganhou mais de R$ 33.888 em 2024 como pessoa física, a declaração é obrigatória. Esse valor subiu de R$ 30.639,90 do ano anterior, ajustado para acompanhar a inflação.

Mas não é só isso que te pega. Se você vendeu algo, como um carro ou uma moto, e teve ganho com isso, também pode precisar declarar.

Ou se recebeu rendimentos isentos, como uma herança, acima de um certo limite. Para o MEI, porém, o lucro do negócio é o que mais pesa na balança.

Voltando ao exemplo da lojinha: se os R$ 40 mil de lucro em 2024 forem tributáveis e passarem dos R$ 33.888, você declara.

Parte do faturamento do MEI é isenta, dependendo do tipo de atividade (8% para comércio, 32% para serviços), e isso ajuda a reduzir o valor que conta. Vamos explicar como calcular direitinho no próximo tópico.

Se você tem outras rendas, como um trabalho extra ou aluguel de um imóvel, elas somam com o lucro do MEI.

Tudo que ultrapassar os R$ 33.888 tributáveis em 2024 te coloca na obrigação para 2025. É como se a Receita juntasse todas as suas entradas e fizesse as contas.

Fique esperto nas regras que saem no começo de 2025, porque elas confirmam esses detalhes. O prazo para entregar a declaração é até o fim 30 de maio, então dá tempo de se organizar e ver se você entra nessa.

Como calcular o lucro do MEI para saber se precisa declarar?

MEI deve declarar Imposto de Renda em 2025? Veja regras

Foto: cookie_studio/Freepik

Calcular o lucro do MEI não é tão difícil quanto parece. Primeiro, pegue o total que você faturou em 2024, ou seja, tudo que entrou no caixa do negócio.

Depois, subtraia os gastos que teve para fazer o trabalho, como materiais, energia ou transporte. O que sobrar é o lucro bruto, mas ainda tem um passo antes de chegar ao número que interessa à Receita.

A Receita considera uma parte do faturamento como isenta. Se você é do comércio ou indústria, 8% do que faturou não entra na conta tributável.

Para serviços, esse percentual é 32%. Por exemplo, se faturou R$ 60 mil vendendo produtos, R$ 4.800 são isentos. Dos R$ 40 mil de lucro bruto, você desconta essa isenção proporcional e vê o que fica como tributável.

Esse valor tributável é o que você compara com os R$ 33.888. Se for maior, você declara em 2025. Se for menor, só precisa declarar se tiver outras rendas que empurrem o total acima do limite. Anotar tudo direitinho durante o ano facilita muito essa conta.

Guarde recibos e notas fiscais para provar os gastos, caso a Receita peça. Uma planilha simples ou até um caderno já ajuda a não se perder. Se achar confuso, um contador pode fazer isso rapidinho para você.

O importante é ter clareza. Em 2025, saber se seu lucro tributável passa dos R$ 33.888 é o que define se o Imposto de Renda bate na sua porta. Com organização, você tira isso de letra.

Declaração Anual do MEI x Imposto de Renda: Qual a diferença?

Todo MEI precisa entregar a DASN-SIMEI, que é a Declaração Anual do Simples Nacional. Ela mostra quanto o negócio faturou em 2024 e tem prazo até o fim de maio de 2025.

É uma obrigação básica do MEI, feita online, e não tem relação com o Imposto de Renda. É só o relatório da empresa.

O Imposto de Renda Pessoa Física, ou IRPF, é outra coisa. Ele olha para você como indivíduo, não para o negócio.

Se sua renda tributável em 2024 passar de R$ 33.888, você entrega até maio de 2025. Aqui entram lucros do MEI, salários ou qualquer dinheiro que caiu na sua conta pessoal.

A confusão rola porque os dois envolvem a Receita e falam de dinheiro. Mas a DASN é sobre o faturamento do MEI, enquanto o IRPF é sobre o que você ganhou como pessoa.

Não entregar a DASN gera multa para o negócio, e pular o IRPF, se for obrigatório, complica sua vida pessoal.

Pensa assim: a DASN cuida da saúde da sua empresa, e o IRPF cuida da sua situação como cidadão. Em 2025, o limite de R$ 33.888 define se o segundo entra em jogo. São responsabilidades diferentes, com prazos próprios.

Mantenha os dois em ordem. Faça a DASN para o MEI e veja se seus R$ 33.888 tributáveis pedem o IRPF. Assim, você fica tranquilo o ano todo.

Isenção para MEI: Isso existe?

Tem quem ache que ser MEI já garante isenção do Imposto de Renda. Não é bem assim. O MEI, como empresa, não paga Imposto de Renda Pessoa Jurídica, porque o DAS resolve isso.

Mas, como pessoa física, você só fica isento se sua renda tributável em 2024 for menor que R$ 33.888, o limite de 2025.

Se o lucro do seu negócio, somado a outras rendas, não passar desse valor, você não declara. É uma regra que vale para todo mundo, não um benefício especial do MEI.

Em 2025, com o limite em R$ 33.888, quem fatura pouco e controla os gastos pode escapar dessa obrigação.

Por exemplo, se seu lucro tributável for R$ 25 mil, você está livre do IRPF. Mas se chegar a R$ 35 mil, já era: a declaração é necessária.

Aquela parte isenta do faturamento (8% ou 32%) ajuda a diminuir o valor tributável, mas não zera tudo sozinha.

Não dá para contar com uma isenção automática. Em 2025, o que decide é o cálculo do que você ganhou acima dos R$ 33.888. Se ficar abaixo, ótimo; se passar, é só se preparar para declarar.

O jeito é fazer as contas e ver onde você está. Com o limite claro em R$ 33.888, dá para saber direitinho se o IRPF te pega ou não.

O que acontece se o MEI não declarar quando deveria?

Não declarar quando você precisa pode complicar sua vida. Se sua renda tributável em 2024 passou de R$ 33.888 e você ignorou a obrigação em 2025, a Receita cobra uma multa.

Ela começa em R$ 165,74 e pode crescer dependendo do atraso. É dinheiro que ninguém quer perder.

Seu CPF também fica irregular se não declarar. Isso atrapalha coisas simples, como abrir conta em banco ou pegar empréstimo.

Para o MEI, é pior ainda, porque o CPF bloqueado pode travar o negócio. Em 2025, com o limite em R$ 33.888, vale evitar esse risco.

Tem mais: você pode cair na malha fina. Se a Receita perceber que seus números não batem, vai te chamar para explicar.

Isso leva tempo, gera estresse e, às vezes, mais custos. Tudo por não ter declarado o que passava dos R$ 33.888 tributáveis.

Dá para evitar isso fácil. Basta calcular seu lucro e ver se ultrapassa os R$ 33.888. Se sim, declare em maio de 2025. Se tiver dúvida, um contador resolve rapidinho e te livra dessa dor de cabeça.

Ficar em paz com a Receita é o melhor caminho. Em 2025, com o limite bem definido, é só se organizar para não ter surpresas.

Soluções Contili Contabilidade para você MEI

Chegou até aqui e ainda está com a cabeça cheia de dúvidas sobre o Imposto de Renda em 2025? Não precisa se preocupar sozinho.

Na Contili Contabilidade, nós sabemos que ser MEI é correr atrás do sonho de empreender, mas também lidar com regras que nem sempre são fáceis de entender.

Por isso, estamos aqui para te ajudar a organizar tudo, desde o cálculo do seu lucro tributável até a entrega da declaração.

Nosso time é especializado em simplificar a vida de microempreendedores como você, trazendo tranquilidade para focar no que realmente importa: fazer seu negócio crescer.

Se você é de Campo Grande e precisa de um contador Campo Grande que entenda suas dores, a Contili é a escolha certa.

A gente pega na sua mão e desenrola o que parece complicado, transformando números em soluções práticas para o seu dia a dia.

Aqui, a gente cuida da DASN-SIMEI para manter seu MEI em ordem e te mostra direitinho se o Imposto de Renda te pega ou não com base nos R$ 33.888.

Não é só preencher papéis: nós te explicamos cada passo, para você entender o que está acontecendo e não ficar no escuro. Assim, você toma decisões mais seguras e aproveita o melhor do seu trabalho.

Além disso, damos dicas para organizar suas finanças e evitar surpresas com a Receita Federal. Nada de multas ou estresse por esquecer algo: com a Contili, você tem um parceiro que fala sua língua e resolve tudo sem enrolação.

Quer saber como manter tudo nos trilhos em 2025? É só nos chamar que a gente te mostra o caminho.

MEI deve declarar Imposto de Renda em 2025? Veja regras

Como declarar o Imposto de Renda 2025: guia completo

Como declarar o Imposto de Renda 2025: guia completo

Se você está pensando no Imposto de Renda 2025 e não sabe por onde começar, relaxa que esse artigo foi feito pra te ajudar.

Não importa se você trabalha com carteira assinada, é autônomo ou só quer entender melhor como funciona: vamos te explicar tudo de forma simples, sem enrolação e sem usar aquele monte de termos complicados que ninguém entende.

Aqui, você vai aprender quem precisa declarar, quais documentos juntar, o passo a passo pra fazer a declaração, os tipos de declaração disponíveis, os prazos e até como evitar os erros mais comuns.

Então, separa um tempinho, pega algo pra anotar e vem comigo que a gente vai descomplicar isso juntos!

Quem precisa declarar?

Primeiro, vamos descobrir se você realmente precisa fazer essa declaração.

A Receita Federal tem algumas regras para definir quem entra na lista, e isso depende de quanto você ganhou em 2024, dos bens que possui ou de outras movimentações financeiras. Vamos por partes para ficar mais fácil de entender.

Se você ganhou mais de R$ 33.888,00 em rendimentos tributáveis no ano de 2024, como salário, aposentadoria ou renda de aluguel, você é obrigado a declarar.

Esse valor é o limite oficial para 2025, conforme divulgado pela Receita Federal. Então, junta tudo o que você recebeu e vê se passa desse teto.

Além da renda, outras situações podem te obrigar a declarar. Se você tem bens como casa, carro ou investimentos que, somados, valem mais de R$ 800.000,00 até o dia 31 de dezembro de 2024, também precisa prestar contas.

Ou então, se você vendeu algo, como um imóvel ou carro, e teve lucro com isso, esse ganho de capital precisa ser informado, mesmo que o valor não seja muito alto.

Outro caso é para quem teve renda com atividade rural, como agricultura ou pecuária. Se sua receita bruta passou de R$ 169.440,00 em 2024, você entra na lista de obrigatoriedade.

E tem mais: se você mexeu com bolsa de valores e teve operações acima de R$ 40.000,00 ou lucros tributáveis, também precisa declarar.

Ou ainda, se recebeu rendimentos isentos, como heranças ou doações, acima de R$ 200.000,00 no ano.

Algumas situações específicas também te colocam na lista. Se você virou residente no Brasil em qualquer momento de 2024 e ficou até o fim do ano, precisa declarar.

Ou se optou por atualizar bens no exterior pagando um imposto diferenciado, conforme uma lei recente, isso também te obriga. Então, recolha seus comprovantes de 2024 e veja se algum desses casos se aplica a você.

Por fim, mesmo que você não seja obrigado, declarar pode valer a pena. Se teve imposto descontado do seu salário ou de algum serviço que prestou, pode ter direito a receber uma parte de volta, chamada restituição.

Então, vale a pena dar uma conferida com calma pra ver se compensa.

Documentos necessários 

Agora que você sabe se precisa ou não declarar, vamos falar sobre o que ter em mãos pra fazer isso. Essa parte pode parecer chata, mas é super importante pra não ter problema com a Receita Federal.

A boa notícia é que a maioria desses documentos você já deve ter em casa. O segredo é organizar tudo antes para não ficar desesperado na última hora. Vamos te mostrar os principais papéis e pra que eles servem.

Antes de tudo, você precisa dos comprovantes de renda. Isso é tudo o que você ganhou no ano passado, seja do seu trabalho, de algum bico ou de outras fontes.

Se trabalha com carteira assinada, sua empresa te dá um informe de rendimentos, que mostra quanto você recebeu e os impostos que foram descontados.

Se é autônomo, recolha os recibos ou notas fiscais que emitiu. E se tem outras entradas de dinheiro, como aluguel ou investimentos, precisa dos comprovantes desses valores, como extratos bancários ou informes que o banco envia.

Depois, tem os comprovantes de despesas que podem ajudar a reduzir o imposto, chamadas despesas dedutíveis. Aqui entram gastos com plano de saúde, consultas médicas, dentista, escola ou faculdade (pra você ou pros filhos).

Para cada um desses, você precisa de recibos ou notas fiscais com CPF ou CNPJ, porque a Receita pode pedir pra checar.

Só fica esperto que nem tudo pode ser deduzido, e tem limites para cada tipo de gasto, então é bom conferir as regras antes.

Se você tem bens como carro, casa ou até uma moto, também precisa de documentos que mostrem isso. Pode ser o contrato de compra e venda, o documento do carro ou os extratos dos investimentos.

Esses papéis servem para informar o valor desses bens na declaração e para provar que tá tudo legal. E se vendeu algum desses bens em 2024, tenha os documentos dessa venda, porque o lucro pode ser tributado.

Seus dados pessoais e bancários também são importantes. Você vai precisar do seu CPF, RG e, se tiver dependentes, como filhos ou cônjuge, os documentos deles, como CPF e certidão de nascimento.

Além disso, tenha os dados da sua conta no banco, porque é pra lá que a Receita vai mandar a restituição, se você tiver direito. Para quem quer receber via PIX, a chave precisa ser o seu CPF, senão não funciona.

Por último, uma dica prática: organize tudo antes, seja numa pasta no computador ou numa gaveta em casa. Isso evita correria na hora de preencher e te ajuda a não esquecer de nada.

E guarda esses documentos por uns cinco anos, porque a Receita pode te pedir explicações nesse período.

Passo a passo para declarar o Imposto de Renda 2025

Como declarar o Imposto de Renda 2025: guia completo

Foto: senivpetro/Freepik

Declarar o Imposto de Renda parece uma tarefa complexa à primeira vista, mas quando você entende o processo e se organiza, tudo flui de forma muito mais tranquila.

A primeira etapa, e talvez a mais importante, é ter todos os documentos em mãos.

Isso inclui informes de rendimentos, dados bancários, comprovantes de despesas com saúde e educação, além das informações sobre bens como imóveis, veículos e investimentos.

Se você tem empresa, é essencial incluir o pró-labore e os lucros distribuídos, caso tenha retirado.

Com tudo em mãos, é hora de acessar o programa da Receita Federal. Dá para fazer a declaração pelo computador ou até pelo celular, usando o aplicativo oficial.

O sistema é bem didático, mas ainda assim é bom ir com calma, preenchendo cada campo com atenção.

Aqui, você vai informar seus dados pessoais, declarar quanto recebeu ao longo de 2024 e apontar os gastos que podem ser deduzidos, como consultas médicas, plano de saúde, escola dos filhos ou contribuições à previdência.

Depois disso, o sistema vai te mostrar duas opções: a declaração simplificada ou a completa. A simplificada aplica um desconto padrão, enquanto a completa considera todos os seus gastos dedutíveis.

Para saber qual é mais vantajosa, o próprio programa faz essa conta para você e mostra a melhor escolha na tela. Isso já ajuda bastante a tomar a decisão certa.

Em seguida, você vai preencher a parte de bens e direitos, informando o que você possui até o fim de 2024. Isso inclui casas, apartamentos, carros, contas bancárias, ações e até criptomoedas.

Mesmo que você não tenha comprado ou vendido nada, precisa manter essa parte atualizada ano a ano. É uma das etapas mais importantes para mostrar à Receita o crescimento (ou não) do seu patrimônio.

Por fim, depois de preencher tudo, vale parar por alguns minutos e revisar. Pequenos erros, como digitar um número errado ou esquecer uma fonte de renda, podem gerar dor de cabeça mais adiante.

Se estiver tudo certo, é só enviar. O sistema vai mostrar se você tem imposto a pagar ou se vai receber restituição. 

Tipo de declaração

Uma dúvida que muita gente tem é: “Que tipo de declaração eu devo fazer?” No Imposto de Renda, você pode escolher entre dois modelos: a simplificada e a completa.

Cada uma tem suas vantagens, e entender qual é a melhor pra você pode mudar o valor que você vai pagar ou receber de volta. Vamos explicar tudo de forma clara para você decidir sem complicação.

A declaração simplificada é a mais fácil e costuma ser boa para quem não tem muitas despesas para deduzir. Nesse modelo, a Receita te dá um desconto padrão de 20% sobre os seus rendimentos tributáveis.

Você não precisa listar gastos com saúde ou educação. É uma boa escolha se sua vida financeira é mais simples ou se não guardou muitos recibos.

Já a declaração completa é mais detalhada e funciona melhor para quem tem bastante despesa dedutível. Aqui entram gastos como plano de saúde, mensalidade de escola ou até contribuições para previdência privada.

Você informa cada uma dessas despesas, e elas são abatidas do valor do imposto que você teria que pagar.

Só que, pra usar esse modelo, você precisa ter todos os comprovantes organizados, porque a Receita pode pedir pra conferir.

Como saber qual é a melhor pra você? Uma dica prática é testar os dois modelos no programa da Receita. Ele faz o cálculo automático e te mostra se você paga menos ou recebe mais com a simplificada ou com a completa.

De forma geral, se suas despesas dedutíveis forem maiores que o desconto padrão da simplificada, a completa pode ser mais vantajosa. Mas se tem poucas despesas ou prefere simplificar, a simplificada é o caminho mais rápido.

Um detalhe importante é que você pode usar a declaração pré-preenchida. Nesse modelo, ela já puxa automaticamente várias informações, como rendimentos e despesas, o que facilita o preenchimento.

Quem escolhe esse tipo tem prioridade para receber a restituição, então pode ser uma boa pedida se quiser agilizar.

No fim, o importante é que você pode mudar de modelo de um ano pro outro. Se em 2025 tiver mais despesas dedutíveis, pode ir pra completa.

Se for um ano mais tranquilo, a simplificada pode ser suficiente. Só não esqueça de revisar tudo antes de enviar pra garantir que tá tudo certinho e que você tá aproveitando o melhor que cada modelo pode te oferecer.

Prazo de entrega e multas por atraso na declaração

Saber quando entregar o Imposto de Renda é essencial para não ter dor de cabeça. A Receita Federal confirmou o prazo para 2025: começou no dia 17 de março e termina no dia 30 de maio. 

Entregar dentro do prazo é importante por alguns motivos. Primeiro, porque evita multas, que ninguém quer pagar, né?

Segundo, quem entrega mais cedo tem mais chance de receber a restituição nos primeiros lotes, que começam a ser pagos já em 30 de maio, junto com o fim do prazo.

E terceiro, fazer com calma te dá tempo pra corrigir qualquer erro antes do prazo acabar, sem aquela pressão de última hora.

Se você passar do prazo, a Receita cobra uma multa. O valor mínimo é R$ 165,74, mesmo que você não tenha imposto pra pagar.

Se você deve algum imposto, a multa pode ser maior: é 1% ao mês sobre o valor devido, podendo chegar até 20%. Então, quanto mais você demora, mais caro fica. Por isso, não deixa pra última hora!

Uma dica pra não esquecer é anotar essas datas no seu calendário ou colocar um lembrete no celular. Separa uns dias antes para organizar os documentos e preencher tudo com calma. 

Por fim, se perceber que errou algo depois de enviar, dá pra mandar uma declaração corrigida, chamada retificadora. Mas isso é bem mais tranquilo se você entregar dentro do prazo.

Se já estiver atrasado, o processo fica mais chato, e a multa não some. Então, o jeito é se planejar, reservar uns dias pra cuidar disso e mandar sua declaração sem correria.

Principais erros na declaração e como evitá-los

Pra fechar, vamos falar dos erros mais comuns na hora de declarar o Imposto de Renda e como você pode passar longe deles.

Mesmo com todo cuidado, às vezes a gente deixa passar algum detalhe, e isso pode complicar as coisas com a Receita.

Esses deslizes podem atrasar sua restituição ou até te fazer cair na malha fina, que é quando a Receita segura sua declaração para analisar melhor. Mas não se preocupe, porque com algumas dicas simples você evita esses problemas.

Um erro bem frequente é informar valores errados. Pode ser só uma distração, como digitar um número a mais ou a menos, ou esquecer de incluir alguma renda.

Como declarar o Imposto de Renda 2025: guia completo

Por exemplo, se recebeu um dinheiro extra por um serviço ou tem rendimentos de investimentos e não informou, a Receita pode perceber no cruzamento de dados.

Para evitar isso, junte todos os seus comprovantes antes e revise cada valor com atenção. Você pode até usar uma calculadora ou planilha para somar tudo antes de passar pro programa.

Outro problema comum é informar despesas dedutíveis que não são aceitas ou exagerar nos valores. Muita gente acha que pode deduzir qualquer gasto, mas não é bem assim.

Gastos com saúde e educação, por exemplo, têm limites. Em 2024, o limite pra educação era R$ 3.561,50 por pessoa, e o de dependentes era R$ 2.275,08 cada, e isso deve ser parecido em 2025.

Tentar incluir valores acima disso pode chamar a atenção da Receita. Antes de preencher, confere as regras no site da Receita ou pergunta pra alguém que entende pra ter certeza do que pode ou não entrar.

Esquecer de informar bens ou rendimentos também é um erro que pode te colocar em apuros. Se comprou um carro, uma casa ou tem uma poupança que rendeu algum valor, isso precisa ser declarado.

Até rendimentos que não pagam imposto, como uma poupança pequena, devem ser informados, mesmo que só pra constar.

Pra não deixar nada passar, faça uma lista de tudo que você ganhou, comprou ou vendeu em 2024 e confere se tá tudo no programa antes de enviar.

Por fim, um erro que pega muita gente é deixar tudo pra última hora. Quando você faz com pressa, as chances de errar aumentam, e ainda pode ter problema com o sistema da Receita, que fica lento nos últimos dias do prazo.

O jeito é se organizar com antecedência, nem que seja para separar os documentos e preencher aos poucos. Dedicar umas horinhas por semana pode te salvar de muito estresse.

Com essas dicas, você consegue fazer sua declaração de Imposto de Renda 2025 sem medo de errar. O segredo é ter paciência, organizar tudo direitinho e revisar antes de enviar.

E se ainda assim bater aquela insegurança, não hesita em procurar ajuda para alguém que manja mais do assunto. Agora que você já sabe o que fazer, é só colocar em prática e mandar bem na sua declaração!

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para você

Se você chegou até o fim deste artigo, provavelmente está levando a sério sua obrigação com o Imposto de Renda e quer fazer tudo da forma certa. E isso é ótimo.

Só que a gente sabe que, na prática, o processo pode ser confuso, principalmente para quem empreende e já tem mil outras responsabilidades no dia a dia.

É aí que contar com a ajuda de um contador em Campo Grande pode fazer toda a diferença.

Ter um contador em Campo Grande acompanhando sua declaração traz segurança, agilidade e tranquilidade.

É a melhor forma de garantir que nenhuma informação fique de fora, que os documentos estejam corretos e que você aproveite ao máximo as possibilidades de dedução.

Para quem tem empresa, trabalha como autônomo ou tem fontes variadas de renda, o apoio profissional é ainda mais necessário.

Além disso, um contador em Campo Grande entende a realidade local, fala a sua língua e consegue oferecer um atendimento mais próximo e direto. 

É diferente de tentar resolver tudo sozinho na internet, sem ter certeza se está fazendo certo ou não.

Aqui na Contili, a gente entende que tempo e clareza valem muito, por isso nosso foco é descomplicar o processo e deixar você tranquilo, sabendo que está tudo certo com a Receita.

Se quiser declarar seu IR 2025 com confiança e sem dor de cabeça, entre em contato com a Contili Contabilidade. Vamos te ajudar com o que for preciso.

Como declarar o Imposto de Renda 2025: guia completo

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

Declarar o imposto de renda é uma daquelas tarefas que quase todo mundo precisa enfrentar uma vez por ano.

Seja você alguém que trabalha com carteira assinada, faz uns “bicos” por conta própria ou até vive de investimentos, esse momento chega – e, com ele, a chance de cometer alguns deslizes.

A boa notícia? Dá pra evitar os erros mais comuns com um pouco de cuidado e sem precisar entender tudo de leis ou números complicados.

Este guia foi feito pra te ajudar a entender onde as pessoas costumam tropeçar na hora de preencher a declaração.

Não importa se é sua primeira vez ou se você já declara há anos: sempre tem um detalhe que pode passar despercebido.

Aqui, vamos falar de cada erro de um jeito tranquilo, com exemplos que fazem sentido pra vida real, pra você não se sentir perdido.

O objetivo é simples: descomplicar o processo. Ninguém quer passar horas quebrando a cabeça ou, pior, descobrir depois que algo deu errado e ter que correr atrás.

Então, vamos te mostrar os principais problemas que aparecem e, no final, como escapar deles sem estresse. Pegue um bloquinho pra anotar as dicas e vem com a gente!

Afinal, o imposto de renda não precisa ser um pesadelo. Ele é só um jeito de organizar o que você ganhou e gastou no ano, e contar isso pra Receita Federal.

Com as informações certas na mão, você evita surpresas e até aproveita pra pagar menos ou receber algo de volta. Vamos começar?

Informações incorretas ou incompletas

Um dos erros mais fáceis de cometer é preencher os dados da declaração com informações erradas ou deixar algo incompleto.

Pode ser um número trocado no CPF, um valor digitado errado do seu salário ou até esquecer de atualizar seu endereço depois de uma mudança. Parece pequeno, mas isso pode fazer a Receita desconfiar e segurar sua declaração pra checar.

Pensa só: você mudou de casa em 2024 e não atualizou isso no sistema. Ou, na pressa, escreveu que recebeu R$ 5.000 de um trabalho quando na verdade foram R$ 500.

São coisas que acontecem porque a gente acha que “tá tudo bem” ou que o programa vai corrigir sozinho, mas ele não corrige .

Esse problema também aparece quando você esquece de incluir algo, como uma conta bancária nova ou um dinheiro extra que caiu na sua conta.

Pra Receita, tudo importa: o que você ganha no emprego, aquele aluguel que você recebe ou até um presente em dinheiro que precisa ser declarado. Se faltar uma peça, o quebra-cabeça não fecha.

O risco disso é chato: sua restituição (o dinheiro que volta pra você) pode atrasar, ou você pode ter que explicar tudo depois, com comprovantes na mão.

Ninguém merece essa trabalheira, né? Por isso, vale a pena conferir cada linha antes de enviar, como se estivesse revisando um e-mail importante.

No dia a dia, a gente já lida com tanta coisa – trabalho, contas, família. Então, o segredo é simples: anote seus dados direitinho durante o ano (numa agenda ou no celular) e, na hora de declarar, cheque duas vezes. Assim, você evita confusão e mantém tudo em ordem.

Omitir rendimentos

Esquecer de declarar tudo que você ganhou no ano é outro erro que pega muita gente.

Isso acontece quando você deixa de fora um dinheiro extra, como um trabalho temporário, o aluguel de um imóvel ou até uma venda que fez pelo Mercado Livre.

Pode parecer que não vai fazer diferença, mas a Receita tem jeitinho de descobrir.

Por exemplo, digamos que você alugou um quarto por uns meses e embolsou R$ 300 por mês. Ou fez um serviço avulso e ganhou R$ 1.000.

Se isso não entra na declaração, você está escondendo renda – mesmo sem querer. E hoje, com bancos e empresas mandando informações pra Receita, fica difícil escapar do radar.

Até coisas modernas, como ganhos com criptomoedas ou pagamentos por aplicativos tipo PicPay, precisam ser declaradas.

A Receita cruza dados de várias fontes (do seu empregador, da corretora de investimentos, das plataformas digitais). Se algo não bate, adivinha quem vai ter que se explicar?

O pior não é só ser pego: omitir rendimentos pode te fazer pagar multa ou recalcular o imposto do jeito errado, saindo mais caro. É como esquecer de contar uma parte da história – no final, a verdade aparece, e você paga o preço.

Pra não cair nessa, anote todo dinheiro que entra, nem que seja num papel simples. Pode ser o salário, um extra ou até um presentinho em dinheiro que precisa declarar.

Na hora de preencher, é só olhar suas anotações e garantir que nada ficou de fora. Moleza, né?

Declarar rendimento na ficha errada

O programa do imposto de renda tem várias “caixinhas” pra você colocar o que ganhou, e errar o lugar é mais comum do que parece.

Cada tipo de renda – salário, aluguel, investimentos – vai numa ficha diferente, e se você mistura tudo, o cálculo do imposto sai errado. É como guardar meias na gaveta de camisetas: parece inofensivo, mas bagunça tudo.

Por exemplo, se você recebe aluguel de um apartamento e coloca como “rendimento isento” em vez de “tributável”, o programa não cobra o imposto que deveria.

Ou se ganhou dinheiro vendendo ações rapidinho e jogou na ficha errada, a Receita vai perceber que algo não faz sentido. Cada ganho tem seu cantinho certo.

Esse erro pega quem tem mais de uma fonte de renda – tipo um salário fixo e um extra com vendas online.

Você pode achar que é tudo a mesma coisa, mas o programa separa pra calcular direitinho. Se não prestar atenção, ou paga imposto a mais, ou a menos – e aí tem que corrigir depois.

O impacto disso vai além da confusão: pode te tirar vantagens, como deduções que você podia usar, ou gerar uma cobrança extra. É como mandar uma encomenda pro endereço errado – até chegar no lugar certo, dá trabalho.

A solução é dar uma espiada nas instruções que vêm com o programa da Receita. Elas mostram onde cada coisa vai, e não é tão complicado quanto parece.

Se ainda ficar na dúvida, procure um exemplo na internet ou pergunte pra alguém que já fez. Com um minutinho de atenção, você acerta de primeira.

Exigir deduções indevidas

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

Todo mundo quer pagar menos imposto, e as deduções são uma ótima ajuda pra isso – são gastos que você pode “descontar” do que deve.

Mas o problema é quando a gente tenta incluir coisas que não entram nas regras, como uma despesa sem recibo ou algo que a Receita não aceita. Isso é pedir pra dar errado.

Um caso comum é tentar deduzir consultas médicas sem comprovante. Você foi ao médico, pagou R$ 150, mas não pegou nota? Não dá pra incluir.

Outro exemplo é querer abater o cursinho de idiomas ou academia – a Receita só deixa deduzir educação até um limite (uns R$ 3 mil por pessoa) e em situações específicas, como escola regular.

Tem gente que também tenta misturar gastos pessoais com outras coisas. Aquela assinatura de streaming que você usa pra relaxar não entra como despesa dedutível, mesmo que você ache que “faz bem pra cabeça”. 

Se você erra aqui, pode ter deduções rejeitadas e ainda levar uma multa. É como tentar usar um cupom vencido na loja – não cola, e você fica na pior. O jeito é jogar limpo e só colocar o que tem certeza.

Pra evitar, guarde recibos de tudo que acha que pode deduzir – médicos, escola, plano de saúde.

Antes de declarar, veja as regras do ano (elas mudam um pouco de vez em quando) ou pergunte pra alguém. Assim, você aproveita o que tem direito sem correr riscos.

Confundir PGBL com VGBL

Se você já ouviu falar em previdência privada, pode ter esbarrado nos termos PGBL e VGBL.

São planos pra guardar dinheiro pro futuro, mas muita gente confunde os dois na hora de declarar – e isso bagunça tudo. Vamos te explicar do jeito mais simples possível.

O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) te deixa “abater” até 12% do que você ganhou no ano do imposto. Tipo assim: se você recebeu R$ 50 mil e colocou R$ 6 mil no PGBL, só paga imposto sobre R$ 44 mil.

Já o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) não dá esse desconto agora, mas tem regras diferentes quando você pega o dinheiro lá na frente.

O erro acontece quando alguém declara o VGBL como se fosse PGBL, esperando pagar menos, ou não coloca os valores do PGBL direito.

Isso é comum pra quem fez o plano na correria e não olhou o papel que a seguradora manda – ali vem tudo explicadinho.

Se você troca as bolas, pode perder a chance de economizar no imposto ou ter que refazer a declaração depois. É como comprar um produto achando que tá em promoção e descobrir que pagou o preço normal – frustração na certa.

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

A dica é prática: pegue o informe que a seguradora te manda no começo do ano. Ele diz se é PGBL ou VGBL e onde colocar cada valor no programa.

Se ainda não entender, dá uma pesquisada rápida ou pergunta pra alguém. Com um minutinho, você resolve isso tranquilo.

Não informar ganhos de Capital

Ganhos de capital são os lucros que você tem quando vende algo por mais do que pagou – um carro, uma casa, ações ou até criptomoedas.

Muita gente esquece de declarar isso, achando que “não conta” ou que a Receita não vai ver. Mas esse é um erro que pode sair caro.

Pensa assim: você vendeu um celular usado por R$ 1.000, que comprou por R$ 600. Esse lucro de R$ 400 é ganho de capital, e em alguns casos precisa ser declarado e até pagar imposto na hora. O mesmo vale pra quem vendeu Bitcoin ou ações na bolsa.

O chato é que esses ganhos não vêm prontos nos informes, como o salário. Você tem que calcular sozinho – ou usar o programa GCAP, que a Receita dá de graça – e incluir na declaração.

Se pular essa parte, a Receita cruza dados de cartórios, corretoras e te acha.

Pra quem vive vendendo coisas ou investindo, esse erro é ainda mais comum. E o pior: se não pagar o imposto no prazo certo , rola multa. É como esquecer de quitar uma conta e depois ter que correr atrás.

Pra não errar, anote toda venda que fizer – o que pagou, o que recebeu e quando. Na hora de declarar, use o GCAP ou peça ajuda se for muito confuso. Assim, você fica em dia e não deixa dinheiro escapar por bobeira.

Colocar dependentes em mais de uma declaração

Se você tem filhos ou alguém que depende do seu dinheiro, pode colocá-los na declaração pra pagar menos imposto.

Mas um erro clássico é quando mais de uma pessoa inclui o mesmo dependente – tipo você e seu ex-parceiro declarando o mesmo filho. Isso não pode acontecer.

A regra é simples: cada dependente só entra numa declaração por ano. Se você coloca seu filho e a outra pessoa também, a Receita vê o CPF repetido e chama os dois pra conversar.

E aí vem a dor de cabeça: multa, atraso na restituição ou até retrabalho.

Esse problema é comum em famílias separadas, onde cada um quer aproveitar o desconto que o dependente dá. Mas não adianta combinar “no boca a boca” – a Receita só aceita o que tá na declaração oficial.

Pra quem já tem uma rotina cheia, esse erro é um estresse a mais. Imagina ter que parar tudo pra resolver isso depois? Por isso, converse antes com quem divide a responsabilidade e decidam quem vai declarar o dependente naquele ano.

O truque é usar o CPF como guia: ele só aparece uma vez. Se todo mundo combinar direitinho, vocês evitam confusão e mantêm a declaração nos trilhos. Simples e sem complicação.

Confundir dependente e alimentando

Dependente e alimentando parecem a mesma coisa, mas são bem diferentes na declaração – e muita gente mistura os dois.

Dependente é quem vive com você ou depende do seu dinheiro, como um filho menor de 21 anos. Alimentando é alguém que você paga por decisão judicial, como pensão pra um ex ou um filho que não mora com você.

O erro acontece quando alguém acha que dá pra tratar tudo igual. Por exemplo, você paga pensão pro seu filho que vive com a mãe e tenta incluir como dependente. Não pode, já que pensão vai numa parte específica da declaração, e você só desconta o que tá no acordo judicial.

Essa confusão pega quem tá ajustando a vida pessoal e ainda aprendendo as regras do imposto. Você pode achar que tá economizando, mas, se errar, a Receita cobra explicações – e o prejuízo vem depois, com ajustes e até multas.

O impacto disso é perder deduções que podia usar direito ou ter que refazer tudo. É como pedir um café e receber chá – não era o que você queria, e ainda perde tempo consertando.

Pra acertar, separe bem: dependente é quem tá com você; alimentando é obrigação judicial. Veja o acordo da pensão e coloque só o que tá lá. Se tiver dúvida, o programa da Receita tem uma ajudinha que explica cada caso.

Errar na classificação de despesas

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

Foto:  Joédson Alves/Agência Brasil

Colocar os gastos no lugar certo parece fácil, mas é um dos pontos onde as pessoas mais escorregam.

O programa tem categorias – saúde, educação, pensão – e cada uma tem suas regras. Se você joga uma despesa na caixinha errada, pode perder o desconto ou chamar atenção da Receita.

Por exemplo, você paga um plano de saúde e coloca como “despesa médica” genérica, mas o certo é “pagamentos efetuados”.

Ou tenta deduzir um curso de fotografia como “educação”, mas a Receita só aceita escola regular até certo valor (uns R$ 3 mil por pessoa). Esses detalhes pegam quem vai no automático.

Tem gente que também mistura coisas pessoais com outras áreas. Aquela assinatura de um aplicativo que você usa pra lazer não entra como despesa dedutível, mesmo que ache que “faz parte da vida”. 

Se errar aqui, você perde deduções válidas e pode ter que justificar depois. É como organizar uma prateleira e misturar tudo – no final, não acha o que precisa e ainda leva bronca.

O jeito é separar os gastos por tipo antes de declarar – saúde, educação, etc. – e ver o que cada um permite. Os recibos que você recebe (de médico, escola) já mostram o caminho.

Não conferir os dados da declaração pré-preenchida

A declaração pré-preenchida é uma facilidade: ela já vem com dados que a Receita pegou de empresas, bancos e outros lugares.

Mas muita gente acha que é só apertar “enviar” e tá resolvido, e aí mora o erro. Esses dados podem vir com falhas, e quem tem que conferir é você.

Pensa só: seu empregador mandou um salário errado, ou o banco informou um saldo que não é o seu. Se você não olha, declara algo que não é verdade, e a responsabilidade é toda sua. A Receita não aceita a desculpa de “vieram assim”.

Isso é ainda mais importante pra quem tem várias fontes de dinheiro. A pré-preenchida pode trazer o principal, mas não os extras. Se confiar só nela, você deixa coisas de fora e cai no mesmo problema de omitir rendimentos.

O risco é atrasar sua restituição ou ter que explicar inconsistências depois. É como assinar um recibo sem ler – parece rápido, mas o problema aparece mais tarde.

Pra evitar, use a pré-preenchida como base, mas cheque com seus registros. Veja cada parte e corrija o que precisar. Em 2025, a Receita tá usando mais tecnologia pra cruzar dados, então esse cuidado te livra de surpresas.

Ignorar prazos de retificação

Às vezes, depois de enviar a declaração, você percebe que algo saiu errado – um valor que não bateu, uma despesa que esqueceu ou uma informação trocada.

Dá pra corrigir isso com uma retificação, mas muita gente ignora os prazos pra fazer esse ajuste. E aí, o que era simples vira um problemão.

Funciona assim: se sua declaração caiu no “pente-fino” da Receita (a famosa malha fina), você tem um tempo pra arrumar tudo e mandar de novo.

Mas esse prazo não é infinito – geralmente, é coisa de 30 dias depois que te avisam. Se deixar passar, pode ter que pagar multa ou até encarar um processo mais chato pra explicar.

Esse erro pega quem acha que “depois resolve” ou simplesmente não vê o recado da Receita.

Por exemplo, você declarou um gasto médico sem recibo, caiu na malha e recebeu uma notificação. Se não retificar rapidinho com a prova certa, o desconto é rejeitado, e o imposto sobe.

O risco de ignorar é maior do que parece. Além de perder a chance de consertar sem custo, você pode ficar devendo mais ou ter que juntar documentos antigos correndo contra o tempo. 

E se não entender o que pediram, peça ajuda rápido de um profissional que pode te guiar.

O segredo é não empurrar com a barriga. Retificar no prazo é simples e te livra de dor de cabeça. Assim, você resolve o problema de uma vez e segue a vida tranquilo, sem pendências acumulando.

Como evitar esses erros?

Agora que você sabe onde as pessoas erram, como se proteger? Primeiro, organize suas coisas ao longo do ano.

Anote o que ganha e gasta – num aplicativo, numa planilha ou até num caderno. Isso te salva na hora de preencher e evita esquecimentos.

Segundo, use a declaração pré-preenchida como ponto de partida, mas não confie cegamente.

Compare com suas anotações e ajuste o que tiver errado. Se tiver vendas ou investimentos, o programa GCAP ajuda a calcular os ganhos e deixa tudo pronto.

Terceiro, dê uma olhada nas instruções do programa da Receita. Elas são mais simples do que parecem e respondem quase tudo. Se ainda ficar na dúvida, pergunte pra alguém que já passou por isso ou procure um exemplo online.

Quarto, fuja da pressa. Não deixe pra declarar no último dia, porque é aí que os erros acontecem.

Reserve um tempinho, faça com calma e revise antes de enviar. É como arrumar a casa pra uma visita: quanto mais capricho, melhor fica.

Por fim, lembre-se: o imposto de renda não é um bicho-papão. É só uma forma de contar sua história financeira do ano pra Receita.

Com essas dicas, você declara tranquilo, aproveita o que tem direito e segue a vida sem peso na consciência.

Soluções de um contador em Campo Grande para o seu negócio

Chegar até o final desse artigo já mostra que você quer acertar na declaração do imposto de renda e fugir dos erros que a gente contou.

Isso é um baita passo! Só que, vamos ser sinceros, esse processo pode ser bem chatinho. São tantas regras e prazos que, mesmo tentando fazer tudo direitinho, às vezes bate aquela dúvida se tá tudo ok.

Se você é de Campo Grande e já sentiu esse aperto, um contador em Campo Grande pode resolver isso pra você rapidinho.

Ninguém merece ficar horas tentando entender cada pedacinho do programa da Receita ou correr atrás de um recibo perdido.

Com alguém que manja do assunto, você evita esses tropeços e ainda descobre como pagar menos ou receber mais na restituição. É uma ajuda que faz toda a diferença, principalmente quando a Receita resolve ficar de olho em tudo.

Morando aqui, chamar um contador em Campo Grande é prático porque ele já conhece o que rola na região e explica as coisas de um jeito que você entende.

Imagina só a tranquilidade de passar essa tarefa pra frente e sobrar tempo pra cuidar do que você gosta. Nada de noites perdidas com números ou preocupação com a malha fina.

E não é só pro imposto de renda. Um contador pode te dar uma mãozinha o ano todo, ajudando a organizar seu dinheiro ou até planejar o que vem pela frente, como guardar pra aposentadoria.

É bem melhor do que ficar quebrando a cabeça sozinho e torcendo pra dar certo.

Se você tá a fim de deixar essa parte mais leve e ter certeza que tá tudo nos eixos, vale a pena procurar quem entende.

Então, que tal dar esse passo agora? Entre em contato com a Contili Contabilidade e veja como a gente pode te ajudar a declarar seu imposto de renda sem estresse e com tudo certinho!

Evite estes erros ao declarar seu imposto de renda

Como pagar menos imposto na empresa? Veja as dicas 

Como pagar menos imposto na empresa? Veja as dicas

Pagar impostos é uma obrigação de qualquer empresa ou profissional, mas isso não significa que você deve pagar mais do que o necessário.

A boa notícia é que existem estratégias legais para reduzir a carga tributária e aumentar a rentabilidade do seu negócio.

Muitos empreendedores acabam pagando impostos em excesso simplesmente porque não conhecem as melhores formas de otimizar seus tributos.

Neste artigo, vamos apresentar algumas estratégias que podem ajudar você a economizar, sempre dentro da lei. Continue lendo e descubra como pagar menos imposto de maneira inteligente e estratégica.

Escolha o regime tributário ideal para sua empresa

Um dos maiores erros dos empreendedores é escolher um regime tributário sem uma análise detalhada. Isso pode fazer com que sua empresa pague impostos desnecessários.

Existem três regimes principais no Brasil: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Cada um tem suas particularidades e pode ser mais ou menos vantajoso dependendo do seu tipo de negócio e faturamento.

Simples nacional

É voltado para pequenas e médias empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. A grande vantagem é a unificação de impostos em uma única guia, além de alíquotas reduzidas para alguns setores.

No entanto, para empresas que têm custos operacionais elevados ou prestam serviços com alta carga tributária, o Simples pode ser desvantajoso.

Lucro presumido

Nesse regime, o governo presume um percentual de lucro sobre o faturamento da empresa, e os impostos são cobrados sobre essa base.

Empresas que têm margens de lucro maiores que a presunção feita pelo governo podem economizar bastante com esse modelo.

No entanto, se seus custos forem altos e sua margem de lucro for baixa, talvez essa não seja a melhor opção.

Lucro real

Indicado para empresas com faturamento elevado e margens de lucro mais baixas. Aqui, os impostos são calculados sobre o lucro real da empresa, ou seja, sobre o que realmente sobra após todas as despesas.

Se sua empresa tem altos custos operacionais, esse regime pode ser uma ótima alternativa para pagar menos impostos.

Aproveite todas as deduções fiscais disponíveis

Aproveitar todas as deduções fiscais disponíveis é uma estratégia essencial para reduzir a carga tributária da sua empresa e melhorar a saúde financeira do negócio.

Muitas empresas acabam pagando mais impostos do que deveriam simplesmente porque não conhecem todas as despesas que podem ser abatidas.

Quando bem utilizadas, essas deduções permitem que a empresa reduza legalmente o montante pago em tributos, tornando-se mais competitiva no mercado.

Para começar, é importante entender que diversas despesas operacionais podem ser consideradas dedutíveis, desde que estejam diretamente relacionadas às atividades da empresa.

Gastos com aluguel, energia elétrica, internet, telefone, materiais de escritório e até serviços de manutenção podem ser abatidos no cálculo dos impostos, dependendo do regime tributário adotado.

Empresas que operam no Lucro Real, por exemplo, têm mais possibilidades de abatimentos, pois os impostos são calculados sobre o lucro líquido, permitindo que diversas despesas sejam subtraídas da base de cálculo.

Além disso, a folha de pagamento pode ser um fator estratégico para a redução de impostos. Salários, encargos trabalhistas, benefícios concedidos aos funcionários e contribuições para a Previdência Social podem ser incluídos como despesas dedutíveis.

Isso significa que, além de cumprir as obrigações com a equipe, a empresa pode reduzir a base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Manter a formalização dos colaboradores e investir em benefícios pode ser um diferencial não apenas para atrair talentos, mas também para otimizar os tributos pagos.

Outra categoria importante de deduções está relacionada a investimentos em inovação e tecnologia. Empresas que desenvolvem projetos de pesquisa e desenvolvimento podem utilizar benefícios fiscais específicos, como os oferecidos pela Lei do Bem.

Essa legislação permite que determinados gastos com inovação sejam abatidos da base de cálculo do imposto, incentivando negócios que investem em melhorias tecnológicas e inovação.

Para isso, é essencial que a empresa mantenha registros detalhados e documentações que comprovem a realização dessas atividades.

Por fim, um ponto muitas vezes ignorado pelos empreendedores é a necessidade de manter um controle rigoroso da documentação fiscal. Sem os comprovantes adequados, a empresa pode perder o direito às deduções e acabar pagando mais impostos do que deveria.

Ter uma gestão contábil eficiente, organizar recibos, notas fiscais e relatórios financeiros são práticas fundamentais para garantir que todos os benefícios fiscais disponíveis sejam aproveitados corretamente.

Use incentivos fiscais ao seu favor

Como pagar menos imposto na empresa? Veja as dicas

Foto: benefícios/freepik

Usar incentivos fiscais ao seu favor é uma estratégia eficiente para reduzir a carga tributária da empresa de maneira legal e estratégica.

O governo oferece diversos mecanismos para que empresas possam pagar menos impostos, mas muitos empreendedores deixam de aproveitar esses benefícios por falta de conhecimento ou planejamento adequado.

Ao entender quais incentivos estão disponíveis e como utilizá-los corretamente, sua empresa pode direcionar parte do dinheiro que seria gasto com impostos para áreas estratégicas do negócio.

Um dos principais incentivos fiscais está relacionado ao investimento em inovação e tecnologia.

A Lei do Bem, por exemplo, permite que empresas que realizam projetos de pesquisa e desenvolvimento tenham uma redução significativa no Imposto de Renda e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Isso significa que, se sua empresa está desenvolvendo novos produtos, aprimorando processos ou investindo em tecnologia, ela pode pagar menos impostos ao comprovar esses investimentos.

Essa é uma excelente oportunidade para empresas que querem se manter competitivas no mercado e, ao mesmo tempo, reduzir sua carga tributária de forma legal.

Além disso, existem incentivos fiscais voltados para o setor esportivo e social. Empresas que apoiam projetos esportivos, por exemplo, podem destinar parte dos impostos devidos para iniciativas que fomentam o esporte no país.

Da mesma forma, existem benefícios fiscais para empresas que investem em programas sociais e de sustentabilidade, permitindo que parte do imposto devido seja usada para contribuir com ações que geram impacto positivo na comunidade.

Esse tipo de incentivo não apenas reduz os tributos pagos, mas também ajuda a empresa a fortalecer sua imagem institucional e seu compromisso social.

Outra forma de incentivo fiscal são os benefícios concedidos por estados e municípios.

Algumas regiões oferecem reduções ou até isenções de impostos como ICMS e ISS para empresas que geram empregos, investem em infraestrutura ou se instalam em determinadas localidades estratégicas.

Esse tipo de benefício pode representar uma grande economia ao longo dos anos, tornando-se um diferencial competitivo para empresas que planejam expandir seus negócios ou escolher o melhor local para suas operações.

Para garantir que sua empresa aproveite ao máximo os incentivos fiscais disponíveis, é fundamental manter uma gestão contábil eficiente e buscar orientação especializada.

Muitos desses benefícios exigem o cumprimento de requisitos específicos, como comprovação de investimentos, regularidade fiscal e apresentação de projetos detalhados. 

Planeje o pagamento de pró-labore e distribuição de lucros

Muitos empreendedores cometem o erro de não diferenciar essas duas formas de retirada de dinheiro da empresa, o que pode resultar no pagamento excessivo de impostos sem necessidade.

Entender como equilibrar esses pagamentos de forma estratégica pode representar uma grande economia no longo prazo.

O pró-labore é a remuneração que os sócios recebem pelo trabalho na empresa e, por isso, sobre ele incidem encargos como INSS e Imposto de Renda Retido na Fonte.

Isso significa que, quanto maior for o valor do pró-labore, maior será o impacto dos encargos sobre a empresa e o sócio. Apesar disso, ele é obrigatório para os sócios que desempenham funções administrativas ou operacionais no negócio.

A definição desse valor deve ser feita com critério, levando em conta um equilíbrio entre a necessidade de formalização e a redução da carga tributária.

Por outro lado, a distribuição de lucros é uma forma isenta de tributação para a pessoa física, ou seja, o sócio pode receber essa quantia sem precisar pagar Imposto de Renda sobre ela.

Isso acontece porque os impostos sobre o lucro já foram pagos na empresa antes da distribuição. Por conta dessa vantagem, muitos empresários optam por retirar a maior parte de seus rendimentos na forma de distribuição de lucros e manter um pró-labore mais enxuto.

Essa estratégia pode ser muito eficiente para reduzir encargos, desde que seja feita dentro das normas contábeis e sem descaracterizar a real remuneração do sócio.

Entretanto, é importante lembrar que a empresa precisa ter lucro real comprovado para que essa distribuição ocorra de forma segura.

Caso a empresa esteja no vermelho ou tenha inconsistências contábeis, a Receita Federal pode interpretar que os valores retirados deveriam ter sido pagos como pró-labore e, assim, cobrar os encargos retroativamente, incluindo juros e multas.

Por isso, manter uma contabilidade bem organizada e um controle rigoroso sobre os resultados financeiros é fundamental para evitar problemas fiscais.

Para definir a melhor estratégia entre pró-labore e distribuição de lucros, é essencial contar com o acompanhamento de um contador experiente.

Ele poderá calcular um valor adequado para o pró-labore, garantindo que a empresa cumpra suas obrigações sem pagar impostos desnecessários, além de orientar sobre a melhor forma de distribuir os lucros sem riscos fiscais.

Com um bom planejamento, o empreendedor pode otimizar sua retirada de dinheiro da empresa de maneira legal, econômica e alinhada à saúde financeira do negócio.

Revise seus impostos periodicamente

Revisar os impostos periodicamente é uma prática essencial para garantir que sua empresa não esteja pagando tributos além do necessário.

Muitas vezes, por falta de acompanhamento adequado, empreendedores acabam desembolsando valores indevidos sem perceber, o que pode impactar diretamente a lucratividade do negócio.

A legislação tributária brasileira é complexa e sofre constantes alterações, tornando indispensável uma revisão frequente para identificar possíveis inconsistências e oportunidades de economia.

Além disso, erros no cálculo ou no recolhimento de impostos podem gerar pagamentos a mais, e a empresa tem o direito de solicitar a restituição desses valores.

No entanto, sem uma auditoria tributária regular, esses valores podem passar despercebidos e nunca serem recuperados.

Por isso, revisar periodicamente os tributos pagos permite não apenas evitar gastos desnecessários, mas também identificar créditos tributários que podem ser utilizados para reduzir impostos futuros.

Outro ponto importante é que essa revisão ajuda a evitar problemas com a Receita Federal e órgãos fiscais estaduais e municipais.

Pequenos erros em declarações ou no pagamento de impostos podem gerar autuações, multas e juros, prejudicando a empresa financeiramente.

Uma verificação detalhada permite corrigir falhas antes que elas se tornem um problema maior, garantindo que todas as obrigações fiscais estejam sendo cumpridas corretamente.

Para tornar esse processo eficiente, é recomendável contar com o suporte de um contador especializado, que pode analisar detalhadamente os tributos pagos e verificar se há possibilidade de enquadramento em benefícios fiscais ou até mesmo a necessidade de mudança no regime tributário.

Além disso, a tecnologia pode ser uma grande aliada, com softwares de gestão financeira e contábil que auxiliam no acompanhamento preciso das obrigações fiscais da empresa.

Manter uma revisão periódica dos impostos é uma estratégia que pode fazer uma grande diferença no orçamento da empresa.

Mais do que apenas uma obrigação burocrática, essa prática permite um planejamento financeiro mais eficiente, evita surpresas desagradáveis e garante que a empresa esteja sempre operando dentro da legalidade, mas sem pagar tributos desnecessários.

Soluções de um contador em Campo Grande para o seu negócio

Se você chegou até aqui, já percebeu a importância de um planejamento tributário eficiente para pagar menos impostos e garantir a saúde financeira do seu negócio.

Mas colocar todas essas estratégias em prática pode ser um grande desafio, especialmente diante da complexidade da legislação brasileira.

Para isso, contar com um contador em Campo Grande faz toda a diferença. Um profissional especializado pode analisar sua empresa, identificar oportunidades de economia e garantir que todas as obrigações fiscais sejam cumpridas da melhor forma possível.

Muitos empresários acabam pagando tributos desnecessários simplesmente porque não têm um acompanhamento contábil adequado.

Com o suporte de um contador em Campo Grande, você pode revisar seus impostos periodicamente, definir a melhor forma de retirada de lucros, escolher o regime tributário mais vantajoso e aproveitar todos os benefícios fiscais disponíveis.

Dessa forma, sua empresa não só reduz custos, mas também ganha segurança e tranquilidade para focar no crescimento do negócio.

Se você é empreendedor e busca um contador em Campo Grande que realmente entende as necessidades da sua empresa e pode ajudar a reduzir sua carga tributária de maneira estratégica, a solução está ao seu alcance.

Entre em contato com a Contili Contabilidade e descubra como podemos ajudar seu negócio a economizar e crescer com segurança.

Como pagar menos imposto na empresa? Veja as dicas