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Tag: MEI

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

 

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário e como escolher o melhor para sua empresa. 

 

Ao longo da vida empresarial, muitos empreendedores se deparam com uma pergunta crucial: qual regime tributário devo escolher? Essa decisão pode ser um marco determinante no sucesso e na rentabilidade de um negócio.

 

Afinal, é ele quem vai definir quanto e como os impostos da sua empresa deverão ser pagos ao governo. 

 

Neste artigo, nós da Contili Contabilidade Campo Grande vamos explorar esse tema e explicar os principais pontos que você precisa saber sobre cada regime tributário. 

 

Sabemos que a parte mais burocrática do mundo dos negócios é um tanto intimidador, principalmente para quem está começando no ramo empresarial. Por isso, nosso objetivo aqui é simplificar o máximo possível, apresentando as principais características de cada um, bem como os prós e contras.

 

Esteja você dando os primeiros passos no empreendedorismo ou buscando otimizar sua estratégia tributária atual, este conteúdo foi pensado para fornecer informações valiosas e orientações práticas a você.

 

Fique atento aos próximos tópicos, pois, ao final deste artigo, apresentaremos uma solução prática para sua empresa.

 

O que é regime tributário?

 

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

Foto: wayhomestudio/Freepik

 

Quando você ganha dinheiro, seja trabalhando ou tendo uma empresa, é provável que precise pagar impostos, certo? Pois é.

 

O regime tributário é como um conjunto de regras que define como os impostos são coletados e aplicados pelo governo. Ele é quem vai determinar quais impostos a sua empresa deve pagar, qual taxa será cobrada e como você deve fazer essa declaração e pagamento ao governo.

 

Ele é fundamental para a organização do sistema fiscal de um país e tem como objetivo garantir que os recursos arrecadados sejam aplicados em serviços públicos, como saúde, educação e infraestrutura.

 

Os regimes tributários variam de acordo com o tipo de atividade econômica e outras características específicas de cada empresa. No Brasil, nós temos três principais regimes tributários: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

 

Cada um desses regimes possui regras específicas, alíquotas de impostos e obrigações que os empresários devem cumprir. A escolha do regime tributário adequado pode ser uma parte importante do sucesso do seu negócio.

 

Isso porque a escolha ideal para o seu negócio pode resultar em uma carga tributária menor, o que reduz os custos e permite um melhor gerenciamento dos seus recursos financeiros.

 

Pagando o imposto de acordo com a sua capacidade, a sua empresa evitará prejuízo na sua competitividade e desenvolvimento.

 

Tipos de empresa

 

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

Foto: tirachardz/Freepik

 

Ao abrir um negócio, é importante entender os diferentes portes de empresas disponíveis e como eles podem afetar a escolha do regime tributário.

 

Os portes são classificações que ajudam a definir o tamanho do seu negócio com base em critérios como faturamento e número de funcionários.

 

No Brasil, os portes de empresas são divididos em quatro categorias principais: Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) , Médias e Grandes Empresas.

 

– Microempreendedor Individual (MEI): O MEI é um tipo de empresa voltada para empreendedores que trabalham por conta própria e faturam até R$ 81.000,00 por ano. 

 

– Empresa de Pequeno Porte (EPP): As empresas de pequeno porte têm um faturamento anual superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior a R$ 4,8 milhões. 

 

– Empresa de Médio Porte: As empresas de médio porte são aquelas que possuem um faturamento anual superior a R$ 4,8 milhões e igual ou inferior a R$ 300 milhões. 

 

– Empresa de Grande Porte: As empresas de grande porte são aquelas com faturamento anual superior a R$ 300 milhões.

 

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

 

Regime tributário do Simples Nacional

 

O Simples Nacional é um regime tributário criado no Brasil para facilitar a vida dos pequenos empresários. Ele simplifica a forma como os impostos são calculados e pagos, tornando a gestão do negócio menos burocrática e mais fácil de entender.

 

Esse regime é voltado para Microempreendedores Individuais (MEIs), Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP).

 

Uma das principais vantagens do Simples Nacional é a unificação dos impostos. Em vez de pagar vários separadamente, as empresas optantes por esse regime pagam todos os tributos em uma única guia chamada Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

 

Isso facilita o controle das obrigações fiscais e reduz a quantidade de papéis e burocracia envolvidos no processo.

 

Outro ponto positivo do Simples Nacional é que as alíquotas dos impostos costumam ser menores se comparadas aos outros regimes tributários, como Lucro Presumido e Lucro Real.

 

Isso significa que as empresas que optam pelo Simples Nacional podem ter uma carga tributária mais leve, o que pode ser especialmente vantajoso para quem está começando um negócio.

 

Regime tributário do Lucro Presumido

 

O Lucro Presumido é um regime tributário brasileiro destinado a empresas de pequeno e médio porte que faturam até R$ 78 milhões por ano.

 

Esse regime permite que os impostos sejam calculados com base em uma estimativa de lucro, simplificando a contabilidade e facilitando o gerenciamento das obrigações fiscais para empresas que se enquadram nesses critérios.

 

A principal característica do Lucro Presumido é que o governo presume um percentual fixo de lucro sobre o faturamento da empresa para calcular os impostos.

 

Isso significa que, em vez de calcular os impostos com base no lucro líquido real, a empresa paga impostos com base na “presunção de lucro” estabelecida pela legislação. Esse método simplifica a contabilidade, já que não é necessário apurar o lucro real da empresa.

 

Embora o Lucro Presumido seja menos complexo que o Lucro Real, ele pode não ser a opção mais vantajosa para todas as empresas.

 

Se a margem de lucro da empresa for menor que a presunção de lucro estabelecida pela legislação, a carga tributária pode ser maior do que se a empresa optasse pelo Lucro Real.

 

Por outro lado, se a margem de lucro for mais alta que a presunção de lucro, o Lucro Presumido pode ser uma opção mais vantajosa em termos de impostos.

 

Regime tributário do Lucro Real

 

O Lucro Real é um regime tributário brasileiro que se aplica, principalmente, a médias e grandes empresas ou àquelas que faturam mais de R$ 78 milhões por ano.

 

Nesse regime, os impostos são calculados com base no lucro líquido real da empresa, ou seja, após deduzir todas as despesas e custos.

 

Isso requer uma contabilidade mais detalhada e rigorosa, mas pode ser vantajoso para empresas com margens de lucro mais baixas ou com muitas despesas dedutíveis.

 

Uma característica importante do Lucro Real é que ele permite que a empresa deduza uma série de despesas e custos operacionais do cálculo dos impostos. Isso significa que, se a empresa tiver muitas despesas, poderá pagar menos impostos do que em outros regimes tributários, como o Lucro Presumido.

 

No entanto, é necessário manter um controle rigoroso de todas as despesas e receitas, pois a apuração do lucro real deve ser precisa e bem fundamentada.

 

O Lucro Real pode ser apurado trimestralmente ou anualmente, dependendo da escolha da empresa. A apuração trimestral permite que os impostos sejam pagos a cada três meses, o que pode facilitar o fluxo de caixa da empresa.

 

Já a apuração anual exige o pagamento de impostos mensais por estimativa, com o ajuste do valor pago no final do ano, o que pode ser mais complexo e exigir um controle financeiro mais cuidadoso.

 

Principais impostos pagos pelas empresas

 

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

Foto: pressfoto/Freepik

 

As empresas no Brasil precisam pagar vários impostos, que ajudam a financiar serviços públicos e outras atividades do governo.

 

Vamos entender os principais impostos que as empresas pagam de uma forma simples e fácil:

 

– IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica): é um imposto que as empresas pagam sobre o dinheiro que ganham, ou seja, o lucro. Dependendo do tipo de empresa, o valor que elas pagam pode variar.

 

– CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido): é um imposto sobre o lucro das empresas que ajuda a financiar programas sociais do governo, como saúde e assistência social.

 

– PIS e COFINS: são impostos cobrados sobre o dinheiro que as empresas recebem vendendo produtos e serviços. O valor que elas pagam varia de acordo com o tipo de empresa e o regime tributário escolhido.

 

– IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados): é um imposto cobrado quando as empresas produzem ou importam produtos. O valor deste imposto varia conforme o tipo de produto.

 

– ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): é um imposto estadual que as empresas pagam quando vendem produtos e alguns serviços. Esse imposto varia conforme o estado e o tipo de produto ou serviço.

 

– ISS (Imposto sobre Serviços): é um imposto municipal que as empresas pagam quando prestam serviços. O valor desse imposto varia conforme a cidade e o tipo de serviço prestado.

 

Qual regime tributário escolher?

 

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

Foto: pressfoto/Freepik

 

Como vocês viram, a escolha do regime tributário é uma decisão importantíssima para quem está começando um negócio.  

 

Por isso, trouxemos algumas dicas para te ajudar a ter os critérios decisivos para escolher o que melhor se encaixa ao seu negócio. 

 

Avalie o faturamento da sua empresa

 

Após entender cada regime tributário, o próximo passo é analisar o faturamento da sua empresa.

 

É importante que você conheça todo o dinheiro que entra para que a escolha seja assertiva e você não saia no prejuízo. Por isso, fique de olho nos números e use-os para tomar decisões bem informadas.

 

Outra ideia é tentar prever como vai ser o faturamento da sua empresa no futuro. Olhe o histórico e pense no crescimento que você espera.

 

Isso é importante para que você esteja preparado para possíveis mudanças no regime tributário. Até porque, a escolha do regime tributário está inteiramente ligado ao faturamento da sua empresa. 

 

Por isso, não se esqueça que a escolha do regime deve ser feita todo ano, então manter-se atualizado sobre o faturamento é essencial.

 

Também é interessante analisar a lucratividade e a rentabilidade da sua empresa. Esses indicadores financeiros, junto com o faturamento, mostram como a empresa está indo e podem te ajudar a identificar o regime tributário mais vantajoso.

 

Considere o seu tipo de negócio

 

Ao decidir qual regime tributário escolher, é fundamental levar em conta o tipo de negócio que você possui. Algumas atividades têm regras específicas e podem se beneficiar mais de um regime tributário do que de outro. 

 

Por exemplo, empresas de prestação de serviços costumam se beneficiar mais do Simples Nacional, enquanto empresas de comércio e indústria podem se beneficiar do Lucro Presumido ou Lucro Real.

 

É importante também analisar a estrutura societária da empresa. Dependendo do número de sócios e da divisão de participação entre eles, alguns regimes tributários podem ser mais vantajosos do que outros.

 

Além disso, a forma como os lucros são distribuídos entre os sócios pode influenciar a tributação e deve ser levada em consideração no processo de escolha.

 

Por fim, avalie as perspectivas de crescimento e expansão da sua empresa. Se você planeja expandir o negócio em curto ou médio prazo, é importante levar isso em conta ao escolher o regime tributário. Algumas opções podem ser mais adequadas para empresas em fase de crescimento, enquanto outras podem ser mais vantajosas para negócios mais consolidados. 

 

Pense nos custos e despesas da empresa

 

Ao escolher o regime tributário ideal, é importante levar em consideração os custos e despesas da sua empresa.

 

Isso porque alguns regimes podem ser mais vantajosos para negócios com maior volume de despesas, enquanto outros podem ser mais adequados para empresas com custos mais baixos.

 

Analise a estrutura de gastos do seu negócio e identifique quais aspectos podem ser impactados pela escolha do regime tributário.

 

Outro ponto a ser avaliado é o nível de burocracia e complexidade envolvidos em cada regime tributário. Algumas opções podem exigir mais tempo e recursos para gerenciar a contabilidade e cumprir as obrigações fiscais, o que pode gerar custos adicionais.

 

Pense em como a escolha do regime tributário pode afetar a gestão do seu negócio e se certifique de que os custos e benefícios estão equilibrados.

 

Além disso, considere o impacto dos impostos sobre o fluxo de caixa da sua empresa. Dependendo do regime tributário escolhido, os impostos podem ser pagos em diferentes momentos e de diferentes formas.

 

Analise como cada opção se encaixa na realidade financeira da sua empresa e escolha aquela que melhor se adapta às suas necessidades.

 

Converse com um contador

 

A última dica e não menos importante que vamos pontuar aqui é: procure um contador. Um especialista pode te ajudar na hora de analisar todos os aspectos da sua empresa e indicar o melhor regime tributário para o seu negócio. 

 

Além de fornecer informações precisas e atualizadas sobre os diferentes regimes tributários, um contador pode analisar a situação financeira da sua empresa e identificar oportunidades para otimizar a carga tributária.

 

Isso pode incluir a análise de créditos fiscais, deduções e incentivos que podem ser aplicáveis ao seu negócio, garantindo que você aproveite ao máximo os benefícios fiscais disponíveis.

 

Lembre-se de que a escolha do regime tributário é uma decisão importante e deve ser feita com cuidado, levando em conta todas as particularidades do seu negócio.

 

Por isso, ter um contador ao seu lado te auxiliando e conhecendo cada detalhe do seu negócio, é essencial para que a escolha seja assertiva e você tenha bons resultados. 

 

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para sua empresa

 

Como você pode ver, a escolha do regime tributário ideal é uma decisão crucial para o sucesso de qualquer negócio. Considerar todos os aspectos mencionados, como faturamento, tipo de negócio, e contar com o apoio de um contador são etapas fundamentais nesse processo.

 

Por isso, nós da Contili Contabilidade Campo Grande, estamos aqui para ajudá-lo nessa jornada. Somos especialistas em oferecer soluções personalizadas de contabilidade e consultoria tributária para sua empresa.

Vamos analisar cada detalhe do seu negócio e oferecer soluções que fazem sentido para ele. Nossa equipe está sempre atenta e preparada para atender as necessidades de cada cliente. 

 

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

 

Por que você deve ser MEI? Saiba as vantagens

Por que você deve ser MEI? Saiba as vantagens

 

Por que você deve ser MEI? Saiba as vantagens e regularize o seu negócio. 

 

Muitas pessoas sonham em ter o seu próprio negócio e começam do jeito que podem e com as suas condições atuais.

 

Isso porque nem sempre vai existir o momento ideal para você abrir a sua empresa, não é mesmo? Afinal, o tempo certo é quando você sente que o momento chegou.

 

E é sobre isso que queremos conversar nesse artigo: o porquê você deve regularizar seu negócio com o MEI e dar um star ao seu sonho de empreender.

 

Por isso, nós da Contili Contabilidade Campo Grande, vamos te mostrar algumas vantagens de ser MEI e como você pode se tornar um microempreendedor individual.

 

Como funciona o MEI

 

Por que você deve ser MEI? Saiba as vantagens

Foto: Marcello Casal JR/Agência Brasil

 

Se você está começando o seu negócio e quer formalizá-lo, o MEI é uma opção viável para abrir o seu CNPJ de forma simples e sem precisar se preocupar com muitas burocracias.

 

Criado pelo governo, ele é destinado a profissionais autônomos, como pequenos comerciantes, prestadores de serviços e profissionais liberais, que desejam ter seu negócio registrado e legalizado.

 

Para se tornar um MEI, é necessário atender a alguns requisitos, como ter faturamento anual de até R$ 81.000,00 e não ter outra empresa em nome próprio ou participação em outra sociedade.

 

Além disso, nem todos as atividades são permitidas no MEI, por isso é importante se atentar a isso (clique aqui e confira quais são).

 

Conheça as vantagens de ser MEI

 

Por que você deve ser MEI? Saiba as vantagens

Foto: Benzoix/Freepik

Ao se tornar um microempreendedor individual você passa a ter uma série de vantagens e direitos que, como profissional informal, você não teria. Vamos conhecer algumas delas?

 

Abertura de CNPJ sem custo e sem burocracia

 

A abertura do MEI pode ser realizada de forma totalmente online pelo site do Portal do Empreender, ou seja, sem a necessidade de você ter que se deslocar em algum lugar ou pagar taxas.

 

Por que você deve ser MEI? Saiba as vantagens

 

Isso é uma grande vantagem, já que muitas vezes o custo elevado e a burocracia associados à abertura de um CNPJ são obstáculos para muitos empreendedores.

 

No entanto, é importante destacar que o MEI é obrigado a pagar anualmente uma contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que corresponde a 5% do salário mínimo.

 

Além da contribuição previdenciária, o MEI, que realiza atividades tributadas pelo ICMS, deverá arcar com uma cobrança adicional de R$ 1, enquanto aqueles que exercem atividades tributadas pelo ISSQN terão uma cobrança adicional de R$ 5.

 

Acesso a créditos com condições especiais

 

Com o registro formal do negócio, o MEI tem a possibilidade de buscar linhas de créditos especiais para pequenos empreendedores, que podem ajudar no crescimento do seu negócio.

 

O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empreendedor Individual (Pronampe), criado pelo governo, é uma dessas opções disponíveis que oferece crédito a juros baixos.

 

Além do Pronampe, existem outras linhas de crédito disponíveis para o MEI de outros lugares, como as instituições financeiras. O importante é saber qual a opção está disponível para o seu negócio e qual se encaixa melhor com as suas condições.

 

Com isso, ao adquirir um empréstimo, o MEI tem a possibilidade de investir na sua empresa de acordo com as suas necessidades e alcançar o sucesso desejado.

 

Acesso a benefícios previdenciários

 

Mais um benefício de regularizar o seu negócio é a garantia dos seus direitos como empreendedor.

 

Além da possibilidade de se aposentar pelo INSS, o MEI também pode contar com acesso a auxílio-doença, licença maternidade, salário-maternidade e auxílio-acidente, entre outros.

 

Esses benefícios previdenciários são disponibilizados pelo governo federal para todas as pessoas que se enquadram na categoria MEI, e que desejam obter um seguro de vida, garantindo assim a segurança para o empreendedor e o seu negócio.

 

O auxílio-doença, por exemplo, garante ao MEI uma renda mensal em caso de doença, enquanto o auxílio-maternidade ajuda ao empreendedor a ganhar algum dinheiro durante o período do afastamento.

 

Além disso, existe também a possibilidade de solicitar um salário-maternidade no caso de gravidez e auxílio-acidente para aqueles que sofreram acidentes de trabalho.

 

O acesso a esses benefícios é uma das principais vantagens de ser microempreendedor individual, pois garantem o direito de trabalhadores ao seguro de vida e previdência social para que fiquem protegidos.

 

Menor carga tributária

 

Uma das vantagens mais procuradas pelos empreendedores é a menor carga tributária. Em comparação com outras formas de empresas, o MEI tem uma carga tributária bem menor, tornando-se uma opção viável e atraente para muitos empreendedores.

 

Como o MEI tem apenas a possibilidade de ser enquadrado no Simples Nacional, isso  simplifica ainda mais a tributação e permite que os microempreendedores concentrem todos os seus tributos em uma única guia, o DAS (como mostramos no tópico anterior).

 

Possibilidade de vender para o governo

 

Este status permite ao microempreendedor participar de licitações, contratações públicas e, consequentemente, ampliando sua clientela.

 

Ao participar de licitações e contratações, o microempreendedor tem a oportunidade de fornecer bens e serviços para o setor público, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do país.

 

Além disso, ao vender para o governo, o MEI pode obter lucros maiores e estabelecer uma fonte de renda mais estável.

 

No entanto, é importante destacar que para vender para o governo é necessário atender a certas exigências, como ter a regularização do negócio e cumprir com as obrigações fiscais.

 

Como se tornar um MEI

 

Por que você deve ser MEI? Saiba as vantagens

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Para se tornar um Microempreendedor Individual, é necessário seguir alguns passos simples. Em primeiro lugar, você precisa ver se a sua atividade e o faturamento se enquadra com o regime de MEI.

 

Feito essa análise, é só acessar o site do Portal do Empreendedor, preencher o formulário de inscrição de MEI, assinar as declarações e finalizar o cadastro.

 

Depois de preencher o formulário de abertura de empresa, você receberá um número de identificação, conhecido como CNPJ, que é a sua identidade como empresa.

 

Após a conclusão do processo de inscrição, você já pode começar a desenvolver o seu negócio como Microempreendedor Individual e usufruir das vantagens que listamos nesse artigo.

 

Lembre-se que, feito o MEI, é necessário realizar o pagamento mensal obrigatório para ter direito aos benefícios previdenciários.

 

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para sua empresa

 

Se você estava com dúvidas no início do artigo se o MEI era uma opção viável para regularizar o seu negócio, pode ver que são diversas as possibilidades e garantias que ele permite.

 

Mas, se você ainda acha esse assunto muito complexo, contar com uma contabilidade pode ser essencial nesse processo.

 

E é por isso que a Contili Contabilidade Campo Grande está aqui. Nós estamos de prontidão para orientá-lo com informações sobre as leis, regulamentos relacionados à abertura de empresas e preenchimento de documentos.

 

Lidar com todas essas questões e ainda se preocupar com as outras demandas do seu negócio, parece muita coisa, não é mesmo? Por isso, é importante ter um contador para auxiliá-lo nesse momento.

 

“Ah, mas MEI não precisa de contador!”

 

Isso é verdade, mas ter uma contabilidade é muito importante para que você entenda e cumpra de forma correta as obrigações fiscais e tributárias. Enquanto isso, você pode se concentrar em desenvolver seu negócio, sem se preocupar com essas questões.

 

Além disso, com um contador ao seu lado, você vai ter vai ter uma visão financeira mais clara e organizada. Isso porque a contabilidade irá analisar todos os seus lucros e despesas e irá definir estratégias de crescimento da sua empresa.

 

O nosso time está pronto para trazer informações e orientações que se encaixam com o seu negócio, oferecendo um atendimento personalizado, pensando sempre no crescimento do seu negócio.

 

Por que você deve ser MEI? Saiba as vantagens

 

Como abrir um comércio em Campo Grande?

O Brasil vem sofrendo uma crise financeira que tem obrigado muitas empresas a diminuir seu quadro de funcionários, e, como são as maiores adversidades que surgem as melhores ideias. Muitos brasileiros, tem aproveitado essa situação para investir em seu próprio negócio.

 

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Independentemente do ramo de atuação, abrir comércio em Campo Grande não é nenhum ‘bicho de 7 cabeças’, além de ser uma oportunidade de crescer financeiramente. Mas, antes de decidir qual o ramo em que se atuará, é interessante se informar sobre como todo esse processo funciona, e quem pode lhe ajudar nesse caminho empreendedor. Acompanhe esse artigo e veja como é fácil ter um comercio em Campo Grande!

 

A Legalização do comercio é importante

A primeira coisa que precisa ficar clara é que, se você pretende abrir comércio em Campo Grande, será preciso mantê-lo legalizado. Caso você não se preocupe com isso poderá correr sérios riscos em relação ao seu empreendimento. Como por exemplo:

  • perder vendas por não poder emitir nota fiscal,
  • ter seu comércio fechado e suas mercadorias confiscadas, ou
  • responder a processos por infração ou sonegação fiscal.

Por outro lado, quando seu comércio funciona dentro da lei, os benefícios são muitos. Além de poder realizar um número maior de vendas, será muito mais simples conquistar clientes novos, assim como solicitar empréstimo e financiamentos para possíveis melhorias ou investimentos no seu comércio. Também é possível participar de licitações, receber subsídios, e muito mais. É fácil ter um comércio, é preciso apenas que você esteja atento aos detalhes.

 

Abertura de um comércio passo a passo

Atualmente a maneira mais simples de realizar a abertura de empresa ou legalizar um comércio é realizando um cadastro MEI – Microempreendedor Individual. No entanto, antes de começar com a parte burocrática, existem algumas questões que devem receber uma maior atenção, veja a seguir como funciona a abertura de empresa passo a passo.

  1. Escolha a área de atuação do seu comércio

A primeira coisa a ser feita é escolher o tipo de comércio ou empresa que você deseja iniciar. Escolha algo que lhe agrade, e que você acredite ser lucrativo. Uma boa dica é fazer uma lista de possibilidades e então começar uma pesquisa pela região onde você mora ou pretende abrir sua empresa. Observe a procura e oferta do seguimento, e faça isso visitando outros estabelecimentos do mesmo ramo em horários alternados.

  1. Conheça seu público alvo

Outro ponto importante é conhecer seu público alvo. Descubra informações como hábitos de consumo, maiores procuras, renda média, etc. fazendo isso, você terá a oportunidade de montar um comércio mais adequado ao púbico que você deseja atingir, e assim, garantirá mais lucro.

  1. Escolha um bom ponto comercial e faça uma análise de concorrência

O terceiro passo para abertura de empresa, é a definição do ponto comercial. De nada adianta economizar com o aluguel mais barato de um ponto comercial que não terá movimentação. É fundamental que você consiga posicionar seu novo comércio em um ponto onde ele seja de fácil acesso para seu público alvo. É preciso também que uma análise de concorrência seja feita, assim você não correrá riscos de investir em um mercado saturado.

  1. Faça um planejamento financeiro

Ele serve para que você tenha uma ideia do tamanho de mercado, do seu futuro volume de vendas e seus possíveis lucros e despesas futuras. Além disso, o planejamento financeiro é fundamental para que você tenha uma ideia de quanto tempo levará para começar a ter retorno e lucros realmente expressivos.

  1. Escolha o tipo jurídico

Para poder escolher o melhor tipo jurídico para sua empresa é preciso considerar pontos como, o faturamento anual esperado, o número de funcionários, o tipo de sociedade, caso haja e mais uma série de fatores. Nessa fase, é interessante procurar um contador de confiança, para que a escolha seja a mais assertiva possível. As opções mais comuns são a Microempresa e o MEI.

 

Quem é a pessoa que pode ajudar para abrir sua empresa?

Como dito anteriormente, o contador é o profissional mais indicado para lhe ajudar na abertura microempresa. De fato, abrir negócio próprio não é uma coisa de outro mundo, mas precisa ser feito com atenção e foco nos mínimos detalhes.

 

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Por isso, encontrar um escritório de contabilidade em Campo Grande, deverá ser o passo mais importante nessa nova jornada. Além de ajudar a definir o tipo de empresa, o contador também saberá encontrar o melhor meio de tributação para cada caso. Ele também pode ajudar a definir o software mais adequado para a gestão do seu negócio.

Ao abrir uma loja, o contador também poderá ajudar com questões trabalhistas, despesas empresarias e muito mais. Um contador poderá atuar na emissão de notas fiscais, rotinas financeiras, produção de balancetes e controle de departamento pessoal. Logo, contar com um escritório de contabilidade pode ser o passo para abertura de empresa mais importante a ser dado.

 

Veja também essa matéria onde falamos sobre “Simples Nacional para Comércio em Campo Grande”

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MEI ou ME? Saiba qual o tipo de abertura é mais barato?

MEI ou ME? Qual o tipo de abertura é mais barato?

MEI ou ME
MEI ou ME Qual tipo de abertura é mais barato?

Praticamente todo futuro empreendedor já fez esta pergunta: qual o tipo de abertura é mais barato, MEI ou ME? Verdadeiramente, é uma pergunta importante que merece uma resposta à altura. Errar nesta escolha pode definir o sucesso ou não do seu novo negócio.

 

Claro que, se decidir pelo mais barato fatalmente favorecerá os seus custos de investimento, custos com impostos, etc. No entanto, observar qual o tipo de abertura mais barata, MEI ou ME, pode não ser o suficiente para tomar esta decisão.

 

Existem outros fatores que precisarão ser considerados e não só o financeiro. Isto porque a abertura mais barata sendo MEI ou ME não define a regulamentação necessária para o seu tipo de negócio.

 

Sabemos que os custos de abertura de uma empresa no Brasil são altos, mas, tão e quanto, os custos de fechamento também são altíssimos. Por isso, é importante observar bem todos os fatores implícitos antes de se decidir pela abertura mais barata da empresa: MEI ou ME.

 

Diferenças básicas: MEI ou ME?

Abertura de empresa MEI ou MESaber a diferença básica entre ser um MEI ou uma ME é o passo inicial mais importante.Isto vai ajudar, obviamente, em sua decisão, na decisão do seu negócio e de como ele atuará no mercado. 

Sendo assim, entenda melhor o que significa um e o outro:

  • MEI: significa Microempreendedor Individual. A grande vantagem observada está, com certeza, na formalização desta “empresa”. Para todos os efeitos, é a forma mais prática e barata de legalizar o seu negócio, mas existem limitações.

 

Como o próprio nome diz, é um “microempreendedor”, ou seja, você não poderá, por exemplo, ter um grande número de funcionários e há limitações com relação ao faturamento anual também.

 

No entanto, observadas estas limitações, sendo MEI, você pagará bem menos impostos, garantirá uma forma fácil de declaração de IR e também do INSS, ou seja, é um ótimo negócio.

 

O INSS, inclusive, fica automaticamente embutido no pagamento mensal de impostos e você não é obrigado a emitir nota, apesar de poder fazê-lo.

 

Este valor mensal, hoje, não passa os R$53,70 e já inclui uma gama de impostos como ICMS, ISS e INSS. O MEI está isento do registro de contrato social o que, por si só, já reduz significativamente os custos de abertura e manutenção do negócio.

 

Para ser MEI, o processo é muito simples e você mesmo poderá fazê-lo diretamente no site Portal do Empreendedor. Neste Portal você encontrará todas as informações necessárias para dar início ao processo.

 

  • ME: significa Microempresa. Pode ser considerada a menor estrutura empresarial disponível no Brasil e surgiu também na intenção de favorecer o pequeno empreendedor. Só perde para o MEI, que também surgiu com esta mesma intenção.

 

No entanto, os recursos, limitações, obrigações de um e outro são bem diferentes e a abertura de uma ME é consideravelmente mais caro do que um MEI.

Recomenda-se, inclusive, procurar um contador pois este lhe auxiliará no processo de abertura.

 

Claro que é possível realizar este processo você mesmo, mas o auxílio de um contador implicará em uma significativa redução de tempo de abertura, fora o fato de que todos os processos legais serão devidamente observados.

 

Mas caso você pretenda fazê-lo, o primeiro passo é na Junta Comercial. Provavelmente serão exigidas algumas taxas, fora os custos com documentação, cópias autenticadas, certidões, etc.

 

Para saber qual o tipo de abertura é mais barato: MEI ou ME você precisa mesmo entender a diferença principal entre ambos.

 

Esta diferença está centrada basicamente no faturamento, fora que a ME deverá cumprir com todas as obrigações contábeis e legais de uma empresa normal, ou seja, é uma empresa normal.

 

O faturamento limite para uma ME é bem maior do que para um MEI, o que lhe dá maior abrangência aos seus negócios. Começando como um MEI, quando seu negócio “bombar”, você terá que mudar para ME, inevitavelmente.

 

MEI ou ME? O que devo considerar além dos custos de abertura?

MEi ou ME empresa

Saber qual o tipo de abertura é mais barato, MEI ou ME não é o único fator decisório para você definir qual tipo de empreendedor será.

 

É necessário observar com cautela o seu tipo de atividade, baseando-se não só em seus possíveis faturamentos como também outros fatores importantes.

 

Talvez, em um primeiro momento, você entenda que o seu negócio não terá de imediato grandes ganhos financeiros e, assim, acredita que o melhor é optar por ser um MEI.

Mas, efetivamente, como acertar nesta escolha? Confira alguns fatores:

 

  • Faturamento anual: como já dito acima, este é um fator relevante, pois o MEI tem um faturamento anual limitado. Estourar este faturamento pode trazer sérias complicações legais para o seu negócio. Assim, projete com calma este item.

 

  • Quantidade de funcionários: o MEI só pode contar com um único funcionário legalmente registrado. Então, dependendo do seu negócio, logo de imediato, não será uma opção à ser considerada, mesmo sendo mais barato ser MEI.

 

  • Projeção de Crescimento: realizar uma projeção correta de seu negócio e de seu crescimento pode lhe poupar custos desnecessários. Isto porque, dependendo do seu negócio, você precisará pagar certas licenças (ambientais, por exemplo), taxas e até certos impostos.

 

Além do que, as limitações do MEI, para determinados ramos de negócio, podem ser mais prejudiciais do que vantajosas.

 

Veredicto Final: MEI ou ME?

Abrir empresa MEI ou ME barato
MEI ou ME: Qual a melhor escolha para abrir sua empresa?

Não há como observar um “veredicto final” a respeito. Comparar os custos de abertura de um MEI e uma ME é quase que covardia, pois são extremamente diferentes. Mas existem implicações financeiras, legais, etc., que irão determinar com toda a efetividade qual tipo de abertura é mais barato, MEI ou ME.

 

Afora tudo isto, o sucesso do seu negócio é o que mostrará com certeza qual a escolha foi a mais acertada.

Se estiver em dúvida ainda, procure um profissional de contabilidade.

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