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Autor: admin

Desenquadramento do MEI: tudo que você precisa saber

Desenquadramento do MEI tudo que você precisa saber

Saiba tudo o que você precisar saber sobre o desenquadramento do MEI, desde as causas que podem levar a essa situação até como fazer a solicitação. 

 

Se você chegou até este artigo, significa que passou para a próxima fase do empreendedorismo: o desenquadramento do MEI (Microempreendedor Individual).

 

Calma, isso parece assustador, não é mesmo? Mas, se você foi desenquadrado ou está pensando em desenquadrar, significa que o seu negócio está crescendo e isso é motivo para comemorar. 

 

Nós da Contili Contabilidade Campo Grande vamos te explicar tudo sobre o desenquadramento do MEI e desmistificar os aspectos complexos, como quais são os motivos para desenquadrar e como realizar este procedimento. 

 

Fique conosco até o final e entenda de uma vez por todas sobre este assunto. 

 

Quais são as regras do MEI?

 

Antes de tudo, precisamos entender quais são as regras do MEI para entendermos quais são as condições para se enquadrar nesta modalidade. 

 

Uma das condições é quanto ao teto de faturamento: um MEI só pode faturar até R$ 81.000,00 por ano, o equivalente a uma média de R$ 6.750 por mês.

 

Além disso, o microempreendedor individual fica restrito à contratação de apenas um funcionário, e precisa pagar a ele, pelo menos, um salário mínimo ou o valor mínimo que a profissão normalmente recebe, o chamado “piso da categoria”. 

 

Vale lembrar que não é todo mundo que pode ser MEI. Existe uma lista de atividades permitidas com mais de 400 opções, sendo elas voltadas ao comércio, indústria e serviços. Se você quer saber quais são, a tabela está disponível no site do Portal do Empreendedor.

 

Já em relação aos impostos, o MEI tem um sistema de tributação simplificado e paga somente um valor fixo todo mês (a DAS), que inclui todos os tributos (INSS, ICMS E ISS). Este valor muda um pouco dependendo do tipo do seu negócio: se é comércio, indústria ou serviços.

 

O que é desenquadramento do MEI?

 

Agora sim chegou o momento de entendermos o que é o desenquadramento e quais seus principais pontos. 

 

“E o que significa se desenquadrar do MEI?” O desenquadramento é o processo em que o microempreendedor individual decide mudar a forma como o seu negócio é classificado. Ele pode ser uma Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), por exemplo.

 

Essa mudança precisa acontecer quando o empreendedor já está em um outro nível do seu negócio e precisar expandi-lo. Alguns empreendedores podem escolher o desenquadramento voluntariamente ou até mesmo serem desenquadrados obrigatoriamente. 

 

Motivos para o desenquadramento

 

Desenquadramento do MEI: tudo que você precisa saber

Foto: yanalya/Freepik

 

Como falamos ali em cima, existem alguns motivos para o desenquadramento e como ele é feito. Por isso, é importante conhecê-los para evitar problemas com a Receita Federal.

 

Lembra que pontuamos as regras do MEI logo no início do texto? Pois bem, são elas que determinam o desenquadramento. Isso quer dizer que, para continuar na modalidade, essas determinações precisam ser seguidas.

 

Um dos motivos mais comuns para microempreendedores serem desenquadrados é quanto ao excesso de faturamento. Como foi falado anteriormente, o limite anual é de R$ 81 mil e para que a empresa venda dentro dos limites, é preciso optar por outro porte de empresa. 

 

Outro motivo para o desenquadramento acontece quando o empreendedor precisa expandir o seu negócio para além do faturamento como a contratação de mais de um funcionário, ser sócio de outra empresa ou também por mudança de atividade que não esteja na lista permitida de um MEI.

 

O desenquadramento pode acontecer de duas formas: de maneira voluntária, optado pelo empreendedor, ou de maneira obrigatória, quando a empresa deixa de seguir as regras exigidas. Vamos explorar ambos os tipos de desenquadramento.

 

Desenquadramento voluntário 

 

O desenquadramento voluntário, também conhecido como optativo pelo empreendedor, é quando o microempreendedor individual decide mudar a forma como o seu negócio é classificado. 

 

Essa mudança acontece quando o empreendedor entende que o MEI não atende mais aos objetivos do seu negócio, seja na questão de faturamento quanto em outras questões de expansão. 

 

É neste momento é feita a decisão voluntária pelo desenquadramento para ter acesso a novas oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

 

O pedido para se desenquadrar voluntariamente pode ser realizado em qualquer mês, porém a mudança só será efetivada a partir de 1º de janeiro do próximo ano. 

 

Desenquadramento do MEI: tudo que você precisa saber

 

Isso quer dizer que, se você solicitar o desenquadramento no mês de janeiro, a mudança se torna efetiva imediatamente no mesmo ano. Porém, se o pedido for realizado em março, a alteração será oficializada apenas no dia 1º de janeiro do ano seguinte. 

 

Desenquadramento obrigatório

 

Já o desenquadramento obrigatório acontece quando o empreendedor não cumpre mais os requisitos necessários. Isso acontece quando o MEI:

 

  • Exerce uma atividade não permitida;
  • Ultrapassa o faturamento bruto anual de até R$ 81 mil;
  • Tem mais de um único estabelecimento;
  • Participa de outra empresa como titular, sócio ou administrador;
  • Contrata mais de um funcionário.

 

É importante destacar que o desenquadramento obrigatório deve ser realizado pelo próprio empreendedor. Portanto, se o empreendedor não cumprir com essa obrigação quando necessário, ele estará em situação irregular e poderá enfrentar penalidades.

 

Desenquadramento automático

 

O MEI pode ser desenquadrado automaticamente se fizer alterações no seu CNPJ, que dizem respeito a três situações:

 

  • Se o empreendedor abrir uma filial da empresa;
  • Se incluir uma atividade econômica não aceitável para o MEI;
  • Se alterar a natureza jurídica da empresa, desvirtuando o conceito de empreendimento individual.

 

O desenquadramento automático é realizado pelo sistema da Receita Federal, que identifica as mudanças no CNPJ do MEI e o remove da categoria.

 

Nesses casos, o empreendedor não precisa tomar nenhuma ação para desenquadrar-se, mas ele precisa estar ciente das implicações dessa alteração.

 

Portanto, é crucial que o MEI procure um contador antes de fazer quaisquer mudanças no CNPJ e verifique se isso pode levar ao desenquadramento automático.

 

Como saber se fui desenquadrado?

 

Para verificar se você foi desenquadrado do MEI, você pode acessar o Portal do Simples Nacional ou o Portal do Empreendedor  e informar seu CNPJ. 

 

Através desta consulta, você poderá verificar se seu CNPJ ainda está ativo como MEI ou se houve algum desenquadramento. Se no campo “Situação do SIMEI” aparecer a frase “NÃO optante pelo SIMEI”, significa que você foi desenquadrado. 

 

Ultrapassei o limite, e agora?

 

Desenquadramento do MEI: tudo que você precisa saber

Foto: drobotdean/Freepik

 

Se você ultrapassar o valor anual de  R$ 81 mil, é fundamental solicitar o desenquadramento do MEI e optar por outra categoria empresarial, como Microempresa (ME). 

 

Mas o que acontece se você ultrapassar o limite e não comunicar o desenquadramento?

 

Se você ultrapassar o limite em até 20%, ou seja, até R$ 97.200, você deverá pagar os impostos referentes ao novo regime a partir do mês seguinte ao excesso.

 

Além disso, você deverá pagar uma multa sobre o valor excedente, que varia de acordo com a atividade exercida. A multa é de 4% para comércio, 4,5% para indústria e 6% para serviços.

 

Agora, se você ultrapassar o limite em mais de 20% (acima de R$ 97.200), você deverá pagar os impostos retroativos desde o início do ano calendário em que ocorreu o excesso. 

 

Ou seja, você perderá os benefícios do MEI e terá que recolher os tributos como se fosse uma microempresa desde janeiro. A multa também será aplicada sobre o valor excedente.

 

Para evitar passar por isso, é fundamental que você controle o seu faturamento todos os meses e tenha um bom planejamento. Com esse controle, você consegue se programar para um possível desenquadramento com antecedência.

 

Como fazer o desenquadramento do MEI?

 

Desenquadramento do MEI: tudo que você precisa saber

Foto: grytsku/Freepik

 

Para fazer o desenquadramento, basta acessar o Portal do Simples Nacional e preencher um formulário eletrônico com os dados da empresa e o motivo do desenquadramento. 

 

Ao se desenquadrar do MEI, o empreendedor passa a ser enquadrado como ME (microempresa) ou EPP (empresa de pequeno porte), dependendo do seu faturamento anual. Isso implica em mudanças no regime tributário, na contabilidade e nas obrigações acessórias da empresa. 

 

Por outro lado, o desenquadramento pode trazer diversas vantagens para o seu negócio, como a possibilidade de contratar mais funcionários, emitir notas fiscais para outras empresas e participar de licitações públicas. Além disso, o empreendedor pode se beneficiar de alguns incentivos fiscais e creditícios destinados às micro e pequenas empresas.

 

Portanto, é importante que você tenha a orientação de um profissional contador para te ajudar com as melhores escolhas e também te informar sobre as novas regras e obrigações que a sua empresa passará a ter.

 

Dá para voltar a ser MEI depois de desenquadrar?

 

Se você está com medo de desenquadrar e por algum motivo ter que voltar a ser MEI, fique tranquilo (a). Essa é uma possibilidade para muitos empreendedores que se arrependeram da mudança ou que voltaram a atender aos requisitos da categoria. 

 

O reenquadramento como MEI deve ser feito pelo Portal do Simples Nacional, no mesmo formulário usado para o desenquadramento. O reenquadramento pode ser solicitado a qualquer momento do ano, mas terá efeitos a partir do dia 1º de janeiro do ano seguinte. 

 

Caso o empreendedor tenha se desenquadrado por excesso de receita bruta, ele deverá esperar pelo menos dois anos para poder voltar a ser MEI.

 

Como se adaptar às novas obrigações após o desenquadramento 

 

Após o desenquadramento do MEI, é importante saber como se adaptar às novas obrigações fiscais e contábeis que surgem. 

 

Pois isso, é fundamental buscar o suporte de um contador especializado para que você saiba quais são as novas obrigações, como o recolhimento de impostos específicos e a elaboração de demonstrativos contábeis.

 

Após o desenquadramento, é necessário cumprir as novas datas estabelecidas para a entrega de declarações e pagamentos de impostos. Organize-se e estabeleça uma rotina para evitar atrasos.

 

Atualize-se sobre as mudanças nas obrigações acessórias. Com o desenquadramento, podem surgir novas obrigações, como a entrega de declarações específicas para a nova categoria empresarial. Mantenha-se informado sobre essas exigências e procure orientações para cumpri-las corretamente.

 

Adote uma gestão financeira mais estruturada. Com as novas obrigações, é fundamental ter um controle rigoroso das finanças do seu negócio. Utilize ferramentas adequadas para registrar as receitas, despesas e fluxo de caixa. 

 

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para sua empresa 

 

Sabemos que o desenquadramento é um momento muito importante e decisivo na vida de um empreendedor. Por isso, nós da Contili Contabilidade Campo Grande estamos aqui para te auxiliar nesse processo. 

 

Nossa equipe especializada, está pronta para fornecer todo o suporte necessário para garantir que tudo seja feito de maneira segura e em conformidade com a lei.

 

Nós podemos te ajudar tanto no desenquadramento do MEI quanto na migração para a categoria de ME ou EPP. Estaremos ao seu lado para orientá-lo em cada etapa, desde a análise da situação atual até a implementação das obrigações fiscais e contábeis adequadas.

 

Entre em contato conosco! 

 

Desenquadramento do MEI: tudo que você precisa saber

Alerta: Fique atento ao novo golpe em nome da Receita Federal

Alerta: Fique atento ao novo golpe em nome da Receita Federal

 

Novo golpe: E-mails estão sendo enviados em nome da Receita Federal alegando existirem divergências na declaração de imposto de renda. Leia este artigo até o final e fique atento as dicas para se proteger.

 

É fundamental estarmos sempre vigilantes e informados para nos protegermos contra possíveis ameaças no universo digital. E, se tratando de contabilidade e impostos, a preocupação deve ser redobrada.

 

 Um novo golpe vem assolando contribuintes em todo o Brasil: e-mails fraudulentos em nome da Receita Federal.

 

Pare por um momento e imagine a seguinte situação: você checa sua caixa de e-mail e se depara com uma mensagem supostamente enviada pela Receita Federal. O e-mail alega terem sido encontradas divergências na sua declaração de Imposto de Renda.

 

Certamente, isso causaria apreensão. Porém, antes de cair no desespero, saiba que a Receita Federal não envia e-mails aos contribuintes. Essa prática, conhecida como “phishing scam”, é uma estratégia utilizada por golpistas para induzir a vítima a clicar em links ou abrir anexos maliciosos.

 

O intuito é roubar suas informações pessoais e financeiras. Eles utilizam o nome e até a identidade visual da Receita Federal para dar credibilidade à fraude.

 

Então, se você recebeu este tipo de e-mail, não clique em nenhum link ou anexo que enviaram.  Caso tenha alguma dúvida sobre a sua declaração de imposto de renda, acesse o site oficial e-CAC ou entre em contato com seu contador. 

 

Dicas de segurança para não ser vítima de golpes como esse:

 

Alerta: Fique atento ao novo golpe em nome da Receita Federal

Foto: Freepik

 

1. A Receita Federal não manda e-mails

 

É importante salientar que a Receita Federal não envia e-mails para contribuintes. Assim, se você receber uma mensagem que se apresenta como sendo da Receita, muito provavelmente é uma tentativa de fraude. Não responda, não clique em links e não abra anexos.

 

2. Desconfie sempre

 

Golpistas são bastante habilidosos em fazer seus e-mails parecerem legítimos. Eles podem usar o logotipo oficial da Receita Federal e até tentar copiar o estilo de escrita da instituição. Portanto, seja sempre cauteloso.

 

3. Mantenha o software de segurança atualizado

 

Um software de segurança confiável e atualizado pode auxiliar na identificação e bloqueio dessas tentativas de phishing no seu e-mail. Certifique-se de que o seu esteja em dia.

 

4. Entre em contato com um contador

 

Se surgir alguma dúvida sobre a legitimidade de uma comunicação que parece ser da Receita Federal, não hesite em buscar a orientação de um profissional de contabilidade. Eles são treinados para reconhecer esses tipos de golpes e podem oferecer conselhos úteis sobre como proceder.

 

 

Contabilidade e MEI: uma parceria estratégica para o sucesso do seu negócio

Contabilidade e MEI: uma parceria estratégica para o sucesso do seu negócio

 

Conheça os benefícios e vantagens dessa parceria estratégica entre contabilidade e o MEI e como encontrar o seu contador ideal. 

 

Embora o MEI não seja obrigado por lei, ter um contador ao seu lado te auxiliando em assuntos mais complexos e específicos é de extrema importância. 

 

Se você chegou neste artigo achando que o Microempreendedor Individual (MEI) não precisa de um contador, fique até o final para entender como essa parceria pode (e vai) funcionar muito bem. 

 

Neste artigo, nós da Contili Contabilidade Campo Grande vamos te mostrar como a união entre o contador e MEI pode otimizar a gestão do seu empreendimento, garantindo maior organização, eficiência e credibilidade no mercado.

 

Prepare-se para descobrir como essa parceria estratégica pode transformar a gestão do seu negócio e alavancar o seu sucesso. Vamos nessa?

 

Afinal, MEI precisa de contador? 

 

Contabilidade e MEI: uma parceria estratégica para o sucesso do seu negócio

Foto: drobotdean/Freepik

 

Você, como MEI, pode estar se perguntando: “Afinal, eu realmente preciso de um contador?” A resposta é: tecnicamente, não é obrigatório, mas é extremamente recomendado. Vamos entender o porquê.

 

O microempreendedor individual não é obrigado legalmente a ter um contador, isso porque suas obrigações fiscais e contábeis são simplificadas. Ou seja, isso significa que você mesmo pode fazer sozinho a gestão contábil do seu negócio pelo Portal do Empreendedor.

 

“Então, se não é obrigatório, por que eu precisaria de um contador?” 

 

A verdade é que a contabilidade vai muito além do pagamento de impostos. Ela envolve o controle financeiro do negócio e a tomada de decisões estratégicas baseadas em dados financeiros.

 

Além disso, a legislação fiscal brasileira é complexa e muda constantemente. Com um contador, a empresa sempre vai estar de acordo com as regras atuais e assim evitando problemas fiscais, multas e até mesmo a perda do status de MEI por não cumprir alguma obrigação legal, ou até mesmo por não ter controlado e observado os limites das atividades do MEI.

 

Toda essa parte de contabilidade do MEI acaba sendo desgastante para quem tem que equilibrar com outras áreas da empresa, como o marketing, vendas e atendimento. 

 

Portanto, embora não seja obrigatório, contar com um contador pode ser uma estratégia inteligente para garantir a saúde financeira do seu negócio MEI e seu crescimento sustentável.

 

Benefícios de uma parceria entre contabilidade e MEI

 

Organização financeira

 

A organização financeira é fundamental para o sucesso do seu negócio, e a contabilidade pode desempenhar um papel importante nesse aspecto. 

 

Saber separar as finanças pessoais das empresariais é uma das grandes dificuldades nesse mundo dos negócios, ainda mais para o MEI. Como estamos tratando de uma microempresa, muitos empreendedores não diferenciam o que é dele e o do seu negócio. 

 

Por isso, é importante ter um contador que te auxilie nesse processo sobre qual a melhor forma de fazer essa separação, evitando a mistura de recursos e permitindo uma visão clara das finanças do seu negócio.

 

Além disso, a contabilidade ajuda a manter um controle rigoroso das receitas e despesas do seu negócio. Isso envolve registrar corretamente todas as transações financeiras, mantendo um registro atualizado e preciso. 

 

Outro aspecto importante da organização financeira é o controle do fluxo de caixa. Manter um acompanhamento rigoroso das entradas e saídas de dinheiro é essencial para garantir que você tenha recursos suficientes para cobrir suas despesas, evitar problemas de liquidez e tomar decisões financeiras informadas.

 

Não posso esquecer de dizer que o MEI tem limite de compras e vendas e que não acompanhar o histórico do MEI, avaliar tendencias e ultrapassar esse limite vai excluir seu MEI, passando micro empresa, aumentando seus custos com impostos.

 

É claro que o empreendedor pode e deve fazer esse controle, mas ter auxilio nessa tarefa entre outra, certamente é um alivio dentre tantas atividades diárias que você tem.

 

Cumprimento das obrigações fiscais

 

O cumprimento das obrigações fiscais pode parecer uma tarefa simples para um MEI, já que a categoria tem um regime tributário simplificado. No entanto, ainda existem obrigações que precisam ser cumpridas.

 

Um contador pode assegurar que você está pagando todos os impostos devidos, além de enviar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) dentro do prazo, evitando multas e juros que podem ser cobrados por atrasos ou erros.

 

Além disso, com a complexidade da legislação tributária, ter um contador ao seu lado pode garantir que você não perca nenhuma mudança importante que possa afetar o seu negócio. 

 

Um contador também pode ajudar a planejar a transição, se o seu negócio crescer além dos limites do MEI. Essa transição requer uma gestão cuidadosa para evitar um aumento repentino e potencialmente desafiador nas obrigações fiscais.

 

Contabilidade e MEI: uma parceria estratégica para o sucesso do seu negócio

 

Planejamento financeiro 

 

Lembra quando falamos sobre a organização financeira? Pois bem, não adianta apenas separar as finanças pessoais das empresariais e ter o controle do que entra e sai do seu caixa. É preciso analisar essas informações para projetar as próximas estratégias. 

 

Pegar os dados que você obteve e ter uma visão detalhada do panorama financeiro permite que o MEI tome decisões mais assertivas, diminuindo riscos e aumentando as chances de sucesso do negócio.

 

É nesse momento que o contador vai estudar e identificar as possíveis oportunidades de redução de custos e otimização das despesas. Com esse olhar especialista, fica muito mais claro definir metas financeiras que sejam alcançáveis. 

 

Com base nestes objetivos, será possível estabelecer um plano de ação para alcançá-las, considerando as receitas, despesas e investimentos necessários.

 

Além disso, o planejamento financeiro envolve a projeção de fluxo de caixa, ou seja, o que pode entrar e sair de dinheiro ao longo do tempo. Traçar esses objetivos permite identificar períodos de maior ou menor disponibilidade de recursos, possibilitando a tomada de decisões mais assertivas.

 

Acesso a crédito e financiamento

 

Muitos empreendedores acabam buscando financiamentos e créditos para ajudar no crescimento do seu negócio. Neste momento, é muito importante ter um contador que te oriente e mostre os melhores caminhos para a sua empresa.

 

O profissional de contabilidade pode auxiliar o MEI na preparação de relatórios financeiros precisos, que são frequentemente solicitados por instituições financeiras. Com um controle financeiro bem estruturado e demonstrativos contábeis consistentes, o MEI transmite maior confiabilidade, aumentando as chances de obtenção de crédito.

 

Além disso, o contador pode estudar as opções de crédito e financiamento disponíveis, ajudando a identificar aquelas que são mais vantajosas e adequadas para o seu negócio. Ele pode orientar o MEI sobre as taxas de juros, prazos de pagamento, e outras condições importantes.

 

O microempreendedor também terá a orientação sobre como utilizar o crédito ou financiamento de maneira estratégica. Esse recurso, quando bem aplicado, pode ser um impulso significativo para o crescimento do negócio, seja para aquisição de equipamentos ou investimento em marketing.

 

Credibilidade e confiança no mercado

 

Ser um MEI com uma gestão contábil eficiente não apenas garante o bom funcionamento interno do negócio, mas também transmite credibilidade e confiança no mercado. 

 

Uma contabilidade bem organizada mostra aos fornecedores, clientes e parceiros que o negócio é sério e confiável. Isso pode abrir portas para novas oportunidades de negócios, parcerias e até mesmo para a obtenção de crédito, como já mencionado anteriormente.

 

A transparência nos negócios, proporcionada pela contabilidade, também é valorizada pelos consumidores. Eles se sentem mais seguros ao fazer negócios com empresas que demonstram organização e responsabilidade financeira.

 

Portanto, a presença de um contador contribui significativamente para a construção de uma imagem positiva do MEI no mercado. Isso não apenas beneficia o funcionamento do negócio, mas também abre portas para novas e valiosas oportunidades.

 

Como escolher o contador ideal? 

 

Contabilidade e MEI: uma parceria estratégica para o sucesso do seu negócio

Foto: Rawpixel/Freepik

 

Se você chegou até aqui, significa que entendeu a importância da contabilidade para o bom funcionamento do seu negócio. 

 

Por isso, a escolha da contabilidade ideal para o seu empreendimento deve ser feita com muita atenção. Isso porque a decisão precisa ser tomada levando em consideração diversos fatores. 

 

Primeiramente, é importante verificar a experiência do profissional. Um contador deve ter uma formação adequada na área, além de ter experiência com a contabilidade para MEIs. Ele deve estar atualizado com as leis fiscais e regulamentações específicas para o MEI.

 

Além disso, é fundamental ter boa comunicação e disponibilidade para esclarecer dúvidas. A contabilidade pode ser complexa e é importante que o MEI entenda claramente as informações e orientações fornecidas pelo contador. Portanto, busque um profissional que esteja disposto a explicar e orientar de forma clara e objetiva.

 

Por fim, o preço dos serviços também deve ser considerado. Embora não deva ser o único fator determinante, é importante que os honorários do contador estejam de acordo com o orçamento do seu negócio.

 

Um bom contador oferecerá um serviço de qualidade que trará retorno sobre o investimento, ajudando o MEI a economizar e a crescer.

 

Escolher o contador ideal para o seu negócio MEI é uma decisão importante que pode impactar diretamente o sucesso do seu empreendimento. Portanto, leve em consideração estes pontos e faça uma escolha consciente e informada.

 

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para sua empresa

 

Lidar com todos os processos do seu negócio e ainda tomar decisões assertivas o tempo todo sozinho (a), não é fácil. Por isso, estamos aqui para te auxiliar durante a sua jornada empreendedora como MEI. 

 

Nós da Contili Contabilidade Campo Grande temos a expertise necessária para lidar com todas as particularidades da contabilidade para MEIs. 

 

Valorizamos a comunicação clara e objetiva com nossos clientes. Estamos sempre disponíveis para esclarecer qualquer dúvida, fornecendo informações e orientações de forma compreensível.

 

Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar o seu negócio a prosperar!

 

Contabilidade e MEI: uma parceria estratégica para o sucesso do seu negócio

 

URGENTE: Cobrança de taxa associativa para MEI pode ser golpe

URGENTE: Cobrança de taxa associativa para MEI pode ser golpe

Atenção, MEI: cobrança de taxa associativa recebida por e-mail pode ser golpe.

 

Relatos de diversos MEIs (Microempreendedores individuais) sobre cobranças recebidas por e-mail podem ser indícios de golpe. As mensagens avisam que há um débito em aberto a respeito de “taxa associativa” ou de “associação nacional dos empreendedores” e que o não pagamento pode gerar protesto judicial.

 

A cobrança é fraude e ocorrida por quadrilhas que tem acesso aos e-mails ou telefones registrados na criação do MEI.

 

“MEI só paga taxa de associação se for inscrito em alguma dessas entidades. Do contrário, basta ignorar a cobrança”, destaca o contador Luzemir Barbosa, da Contili Contabilidade.

 

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Em Mato Grosso do Sul, são 206.124 MEIs registrados, de acordo com a Receita Federal. No site Reclame Aqui, mais de dez reclamações referentes a cobrança desta taxa são feitas por dia, mostrando que o método da fraude continua a ser aplicado todos os dias.

 

Em fevereiro deste ano, apenas na Delegacia de Pronto Atendimento do Centro de Campo Grande foram registrados 53 boletins de estelionatos ocorridos de forma virtual.

 

“Não existe cobrança além da contribuição mensal do MEI que é emitida pelo Governo Federal, no site www.gov.br. É preciso ficar atendo a isto”, ressalta Luzemir.

 

O contador também lembra que é difícil reaver o dinheiro pago nos boletos de falsas associações. “Geralmente vemos que mandam pix como forma de pagamento, que variam de R$ 200 a R$ 300. A via jurídica para identificar os golpistas pode ser longa e trabalhosa”.

Guia completo: Passo a passo para abrir um CNPJ

Guia completo: Passo a passo para abrir um CNPJ

Está procurando um guia completo sobre como abrir um CNPJ? Leia o nosso artigo e confira o passo a passo para iniciar seu negócio de maneira legal e segura.

 

Transformar o sonho de abrir o próprio negócio em realidade tem sido cada vez mais comum para muitas pessoas. Porém, o processo burocrático de abrir um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Física) pode ser um pouco confuso e desgastante para quem está começando. 

 

Por isso, nós da Contili Contabilidade Campo Grande preparamos esse guia completo para que você possa entender como funciona cada detalhe. 

 

Nesse passo a passo vamos abordar os principais pontos da abertura do CNPJ. Desde a compreensão básica do que é um CNPJ até a parte mais prática do que deve ser feito antes de abrir a o seu cadastro. 

 

Então, se você está um pouco perdido sobre o que fazer neste momento, leia este artigo até o final para entender os processos e transformar o seu sonho em realidade. 

 

O que é um CNPJ?

 

Guia completo: Passo a passo para abrir um CNPJ

Foto: wayhomestudio/Freepik

 

Antes de te mostrar o passo a passo, precisamos entender o que de fato ele é e para que serve. O CNPJ, ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica,  é a identidade legal das empresas no Brasil.

 

Podemos dizer que o CNPJ é o CPF dos negócios, ou seja, assim como cada pessoa tem o seu número de registro, as empresas também precisam ter o seu documento de identificação perante a Receita Federal e outros órgãos governamentais.

 

O CNPJ é composto por uma sequência de números que contém 14 dígitos e que carrega informações cruciais sobre a empresa, como a natureza jurídica, atividade econômica principal e secundária, além do endereço de atuação. 

 

Confira a estrutura de um CNPJ:

 

XX.XXX.XXX/YYYY-ZZ

 

– Os oito primeiros dígitos (XX.XXX.XXX) formam a inscrição da empresa, ou seja, é ali que estão os números que identificam o tipo de negócio e a localização.

– Os quatro dígitos seguintes após a barra (YYYY) são o sufixo, e indicam se é a filial ou matriz da empresa.

– Os dois últimos dígitos após o hífen (ZZ) são os dígitos verificadores, utilizados para conferir a autenticidade do número do CNPJ.

 

Quem precisa abrir um CNPJ?

 

Agora que já te mostramos a definição de um CNPJ, vamos à segunda pergunta: quem precisa dele? 

 

A resposta é: todo mundo que tem um negócio. Isso inclui microempreendedores individuais (MEIs), microempresas, empresas de pequeno porte, além de médias e grandes empresas. 

 

Ou seja, qualquer atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços precisa de um CNPJ.

 

Além das empresas, condomínios residenciais, associações, igrejas e entidades sem fins lucrativos, também precisam de um CNPJ para funcionarem de maneira legal. 

 

Passo a Passo: como abrir um CNPJ

 

Pronto, a primeira parte deste artigo foi concluída. Agora é a hora de entender a parte mais prática e o motivo de você estar aqui neste artigo: o passo a passo para abrir um CNPJ.

 

Vamos lá?

 

Contrate um contador

 

Guia completo: Passo a passo para abrir um CNPJ

Foto: snowing/Freepik

 

Antes de elencar o que deve ser feito na abertura de um CNPJ, é fundamental que o primeiro passo seja contratar um contador. 

 

Se você acha esse processo todo muito confuso, é o profissional da contabilidade que vai deixar tudo descomplicado e seguro para conduzir todo o processo de abertura do CNPJ, evitando erros e atrasos.

 

Sim, o que podemos afirmar aqui neste tópico é que o processo todo requer muita atenção e cuidado. Estamos falando de assuntos mais específicos, para além do “gerenciamento da empresa”.

 

“E quais seriam esses pontos?” Ao longo deste guia, nós vamos te mostrar o que você precisa entender para decidir as melhores escolhas que cabem ao seu negócio, e ter um contador com o conhecimento necessário é de extrema importância. 

 

Lembrando que o serviço da contabilidade não se limita à abertura do CNPJ. Ele será um aliado após esse processo para a gestão financeira e fiscal do seu negócio.

 

Guia completo: Passo a passo para abrir um CNPJ

 

Escolha o nome da sua empresa

 

Este tópico pode parecer um pouco óbvio, não é mesmo? Mas, antes de existir um registro de CNPJ, a sua empresa também precisa de um nome. 

 

A escolha do nome do seu negócio precisa ser muito bem pensada. Isto porque, por mais que não seja uma regra, é importante que o seu nome faça sentido. Ou seja, é preciso considerar a relevância no setor, a facilidade de pronúncia e escrita, e se ele já não está sendo utilizado por outra empresa.

 

Lembrando que existem duas designações importantes: a razão social e o nome fantasia. O primeiro termo diz respeito ao nome jurídico da sua empresa (aparece em documentos e contratos), já o segundo é como ele aparece para as pessoas (usado para fins publicitários). 

 

Antes de finalizar a escolha, é importante fazer uma pesquisa na Junta Comercial do seu estado para verificar se o nome empresarial escolhido já não está registrado. 

 

Defina a natureza jurídica

 

A natureza jurídica diz respeito às leis e obrigações que se aplicam à sua empresa. Cada tipo possui suas particularidades e regras que dizem respeito ao número de sócios, capital social, entre outros. 

 

Existem diversas opções de natureza jurídica, como a Sociedade Limitada (Ltda.), Sociedade Anônima (S.A.), Empresa Individual (EI), entre outros. 

 

A escolha deve ser tomada com base no seu plano de negócios e na estratégia de crescimento da empresa.

 

Defina as atividades que sua empresa vai exercer 

 

Guia completo: Passo a passo para abrir um CNPJ

 

Outra decisão muito importante é a escolha de quais serão as atividades que a sua empresa vai exercer. Isso é feito por meio do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), um sistema que categoriza as diferentes atividades econômicas realizadas pelas empresas no Brasil.

 

Quando você for abrir o seu CNPJ, vai precisar informar o CNAE principal da sua empresa. Além da atividade primária, é possível incluir atividades secundárias. 

 

O CNAE é o responsável por definir, entre outras questões, quais impostos deve pagar, de acordo com o seu negócio. 

 

Por isso, é fundamental que a escolha do CNAE seja feita de maneira correta para pagar os impostos devidos (nem mais e nem menos) e, claro, evitar problemas futuros com a fiscalização.

 

Escolha o porte da empresa

A categorização do porte da sua empresa é determinada pelo seu tamanho e rendimento anual. No Brasil, temos cinco classificações principais: Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP), Empresa de Médio porte e Grande empresa.

 

A determinação da categoria se baseia no teto de faturamento anual, bem como em algumas características particulares. Por exemplo, um MEI pode faturar até R$81.000,00 anualmente e é permitido ter apenas um funcionário. Enquanto isso, uma Microempresa pode atingir um faturamento de até R$360.000,00 ao ano, tendo a liberdade de contratar mais colaboradores.

 

É possível iniciar a sua jornada escolhendo um porte de empresa e um regime tributário e, conforme o crescimento e a evolução do seu negócio, fazer ajustes necessários. O crucial aqui é compreender que a cada novo ciclo anual, você precisará planejar e revisar todas essas questões, ajustando-as à realidade atual da sua empresa.

 

Selecione o regime tributário

 

O regime tributário que sua empresa seguirá é crucial, pois determina a forma como serão pagos os impostos. Suas três opções principais são: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

 

O Simples Nacional, apesar de seu nome, não é tão simples quando se trata da apuração do imposto a pagar. Esta opção é voltada para micro e pequenas empresas, cujo faturamento anual não ultrapasse R$ 4.800.000, sendo a melhor escolha para a maioria das empresas, desde que a atividade empresarial se enquadre nas permitidas.

 

No Simples, a alíquota do imposto é variável e aumenta à medida que o faturamento da empresa cresce.

 

Já o Lucro Presumido é um regime onde o imposto é calculado com base em alíquotas fixas sobre o faturamento da empresa. Aqui, existe uma alíquota que estima o lucro da empresa através de um percentual, o “lucro presumido”, e outra que determina os impostos devidos. Apesar disso, o Lucro Presumido traz consigo uma série de burocracias e exigências bem mais significativas do que o Simples Nacional.

 

Esta opção é geralmente a escolhida quando o Simples Nacional não se aplica, porém essa escolha é sempre precedida de um planejamento tributário adequado, levando em conta todos os critérios pertinentes.

 

O Lucro Real, por sua vez, é uma opção delicada para sua empresa. Enquanto no Lucro Presumido o imposto é calculado sobre um lucro estimado, no Lucro Real ele é calculado sobre o lucro efetivo da empresa. Embora pareça o melhor dos mundos à primeira vista, a complexidade na apuração desse lucro real e a quantidade de burocracias que precisam ser atendidas e desenvolvidas na empresa para cumprir todas as exigências podem ser desafiadoras.

 

Se a empresa não se enquadra no Simples Nacional, e sua lucratividade for inferior ao percentual do Lucro Presumido, então o Lucro Real pode ser uma boa opção, desde que o empreendedor esteja disposto a fazer os ajustes necessários.

 

Lembre-se sempre, a escolha do regime tributário deve ser precedida de um planejamento tributário criterioso, considerando aspectos como o porte da empresa, o faturamento, o tipo de atividade e a estrutura de custos.

 

Elabore o Contrato Social

 

Guia completo: Passo a passo para abrir um CNPJ

 

Podemos resumir o Contrato Social como a certidão de nascimento de uma empresa. É neste documento que vai conter as regras de funcionamento do negócio, a divisão de participações e as responsabilidades dos sócios.

 

No Contrato Social são informados detalhes importantes como o nome da empresa, o objeto social (atividades que a empresa irá exercer), o endereço, o capital social, a forma de contribuição de cada sócio e como será a divisão de lucros. 

 

Assim como os outros tópicos, a escolha e elaboração deste documento requer muito cuidado e precisão. Afinal, é ali que vão ter todas as informações da sua empresa e, por isso, precisa estar tudo acertado e definido.

 

Faça o registo na Junta Estadual e na Receita Federal

 

Após seguir todas as etapas que mostramos, chegamos na parte oficial de registrar a sua empresa. Este processo é mais prático e envolve a Junta Comercial do seu estado e a Receita Federal. 

 

Você vai precisar fazer o registro do Contrato Social na Junta Comercial e apresentar os documentos exigidos (podem variar de acordo com a natureza jurídica da sua empresa).

 

Após a entrega desses documentos, a Junta Comercial fará uma análise dessa documentação e, se tudo for aprovado, você receberá um Número de Identificação do Registro de Empresas (NIRE).

 

Com o NIRE em mãos, você já pode solicitar o CNPJ na Receita Federal. Para fazer a solicitação é só acessar o portal da Receita e preencher as informações solicitadas. 

 

A Receita Federal irá analisar a documentação e, se tudo estiver correto, você receberá o número do seu CNPJ. 

 

O que fazer depois de abrir o CNPJ? 

 

“Pronto, agora que eu tenho o meu CNPJ, a minha empresa já está pronta para funcionar.”

 

Calma, não é bem assim! Depois de abrir o CNPJ, existem outras séries de passos que a sua empresa deve seguir para operar de maneira legal. 

 

O seu negócio vai precisar de alvarás e licenças para funcionar de maneira regular. Para isso, é preciso registrar a empresa na prefeitura municipal para obter o alvará de funcionamento

 

Este documento serve para autorizar o empreendimento a funcionar no local estabelecido e garanta que ele esteja exercendo suas atividades de modo legal e seguro.

 

Para ter o alvará de funcionamento, é preciso ir até a prefeitura da cidade que a empresa está localizada e entregar as documentações necessárias. Depois disso é só aguardar a aprovação da administração municipal para receber o alvará de funcionamento. 

 

Ah!!! Conforme cada município o pedido do alvará se funcionamento pode ser presencial, em que se leva todos os documentos e formularios preenchidos fisicamente no setor de cadastro da prefeitura, ou é possível solicitar ON-LINE, neste caso será necessário acessar o portal de internet da prefeitura, fazer cadastros, preencher formulários, anexar documentos comprobatórios para protocolizar o pedido de alvará de funcionamento.

 

Lembrando que, além deste documento, pode ser necessário ter outras licenças e autorizações extras, como licença ambiental e sanitária, dependendo da atividade da sua empresa.

 

Qual o prazo e valor para abrir um CNPJ?

 

Não dá para cravar um prazo e valor exato porque tudo depende de alguns fatores, como a cidade onde a sua empresa está localizada e a complexidade do processo. 

 

Em termos de prazo, em condições ideais, pode levar entre 3 a 30 dias para obter um CNPJ. No entanto, isso pode se prolongar caso haja problemas em documentos ou qualquer situação adversa que precise ser tratada. Correndo tudo bem, sem qualquer adversidade no processe o prazo médio em Campo Grande/MS é de 7 dias.

 

Quanto aos custos, eles incluem as taxas de registro na Junta Comercial, que variam de estado para estado, e os honorários do contador. Algumas cidades também cobram pela emissão do alvará de funcionamento. Portanto, é difícil estabelecer um valor exato sem considerar todos esses fatores. Aqui o ideal é contactar a Contili Contabilidade, vamos entender sua necessidade e passar a melhor e mais econômica composição de custos para abertura do seu CNPJ.

 

Por isso, antes de iniciar o processo, é recomendável fazer um planejamento, considerando tanto os prazos quanto os custos, para evitar surpresas.

 

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para sua empresa 

 

Ufa, terminamos o passo a passo por aqui… Parece muita coisa, não é? Realmente, o processo todo inclui diversas questões e detalhes que precisam ser decididos de maneira eficiente.

 

Mas, nós trouxemos uma solução!

 

Lembra quando falamos sobre o primeiro tópico deste guia? Foi colocado ali intencionalmente para que você entenda o quão importante é ter um contador te auxiliando em todo o processo. 

 

Cada ponto que abordamos, são questões muito burocráticas e que, se guiadas por um profissional especialista, ficam mais tranquilas e descomplicadas para você lidar. 

 

Por isso, nós da Contili Contabilidade Campo Grande, estamos aqui para te ajudar na abertura do CNPJ da sua empresa. Nossa equipe está preparada para tirar todas as suas dúvidas, entender suas demandas e te auxiliar em cada escolha dos tópicos que abordamos.

 

Entre em contato conosco! 

 

Guia completo: Passo a passo para abrir um CNPJ

Como montar um mercado de bairro lucrativo e competitivo

Como montar um mercado de bairro lucrativo e competitivo

Passo a passo para montar um mercado de bairro lucrativo e competitivo: planejamento, escolha de fornecedores, estratégias de marketing, gestão financeira e muito mais.

Se você está pensando em abrir o seu próprio negócio e tem como opção montar um mercado de bairro, essa pode ser uma ótima oportunidade para você empreender. 

Neste artigo, nós da Contili Contabilidade Campo Grande, vamos te apresentar o passo a passo para você iniciar seu empreendimento de forma sólida e visando o crescimento. 

Afinal, como montar um mercado de bairro lucrativo e competitivo? Quais são os passos necessários para planejar, estruturar e gerenciar esse tipo de negócio?

Tudo isso você vai ser respondido até o final deste artigo e vai ter os pontos principais para dar início ao seu negócio.

Nosso objetivo é fornecer orientações práticas e eficientes para ajudá-lo a criar um mercado de bairro competitivo e lucrativo, destacando-se no mercado e conquistando a fidelidade dos clientes. Vamos começar?

Cuide da legalização e do registro do seu mercado

Antes de darmos dicas mais voltadas ao gerenciamento do seu negócio, precisamos partir do início. Então, o primeiro passo é: legalizar e registrar o seu negócio. 

Para legalizar e registrar o seu mercado de bairro, você precisa obter o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), que é o documento que identifica a sua empresa perante a Receita Federal. 

Você vai precisar de outros documentos como licença de funcionamento da prefeitura municipal, do alvará da vigilância sanitária e do registro na junta comercial do seu estado. 

Esse processo de registro e legalização pode variar de acordo com o porte, o tipo e a localização do seu negócio.

Sendo assim, é fundamental que você procure a orientação de um contador para que ele te auxilie nesse processo.

Como montar um mercado de bairro lucrativo e competitivo

Abrir as portas do seu mercado com a tranquilidade de estar legalizado é uma segurança de estar em ordem com os órgãos fiscalizadores e ainda transmitir confiança aos clientes e fornecedores. 

Planeje um espaço convidativo e funcional

Independente do tamanho do seu mercado, é essencial que ele seja um ambiente convidativo e funcional. Quanto mais organizado ele for, mais clientes estarão satisfeitos. 

Pense no layout e em como as prateleiras e corredores estarão organizados. Tudo deve estar disposto de maneira lógica e os produtos precisam estar facilmente acessíveis às pessoas.

Antes de tudo, você deve definir o seu público-alvo e escolher os produtos que eles mais compram. Tendo esses dados, chegou a hora de partir para a montagem.

É fundamental que você organize tudo de maneira estratégica e que funcione para o seu mercado e, claro, seus clientes. Estruture os produtos de modo que fiquem visíveis e de fácil acesso. 

Além disso, é importante pensar sobre como será o fluxo de entrada e saída do seu mercado. Ou seja, você deve evitar obstáculos, como corredores estreitos e filas longas, que podem causar um desconforto durante a locomoção dos clientes.

Falando de ida e vinda de pessoas, precisamos lembrá-lo da acessibilidade. Adapte seu mercado para atender às necessidades de pessoas com mobilidade reduzida ou deficiências, garantindo uma experiência de compra inclusiva e satisfatória para todos os visitantes.

Por fim, mantenha o espaço sempre limpo e organizado. Todo esse cuidado e atenção transmite uma  imagem de profissionalismo e higiene, fatores cruciais para conquistar a confiança dos consumidores.

Defina produtos e escolha fornecedores confiáveis

Como montar um mercado de bairro lucrativo e competitivo

Foto: Freepik

Não podemos deixar de fora uma parte crucial do sucesso do seu mercado de bairro: os produtos. Para definir o que você vai oferecer, é importante levar em conta o perfil do seu público-alvo, a demanda do mercado, a sazonalidade, a margem de lucro e a concorrência.

O seu mercado precisa estar preparado para oferecer as mercadorias que atendam às necessidades e preferências dos seus clientes, que tenham boa saída e que sejam rentáveis. 

Entendendo a necessidade do seu público, é preciso de muita atenção e cuidado na hora de escolher os fornecedores que vão abastecer o seu mercado. Leve em conta a qualidade, o preço, o prazo, a forma de pagamento e a logística dos produtos.

Atente-se em buscar produtos de qualidade, mas que também tenham preços acessíveis, com entregas rápidas e seguras. 

Lembre-se de comprar a quantidade certa de mercadoria. Nem muito para que não sobre e estrague ou pouco para deixar o cliente frustrado. 

Além disso, deixe alguém responsável apenas pelo monitoramento e rotatividade dos produtos e ajuste seu mix conforme a demanda.

Isso ajudará a evitar desperdícios e a garantir que seu mercado sempre tenha itens de interesse dos clientes, aumentando a satisfação e a fidelidade à sua marca.

Capacite sua equipe de atendimento

Um dos fatores que mais influenciam na satisfação e na fidelização dos clientes de um mercado de bairro é a qualidade do atendimento.

Por isso, é importante investir na capacitação da equipe para que ela possa oferecer um serviço eficiente, personalizado e cordial. 

Promova treinamentos periódicos sobre os produtos disponíveis no mercado, suas características e benefícios. Isso irá capacitar os colaboradores para que eles possam informar e orientar os clientes durante suas compras. 

Para que todos se sintam ainda mais empenhados, é importante dar feedbacks constantes, reconhecendo os pontos fortes e também as dificuldades que podem ser melhoradas de cada um.

Você deve orientar, corrigir e incentivar os seus funcionários, sempre buscando o seu desenvolvimento profissional e pessoal.

Lembre-se de estar incentivando o trabalho em equipe para que todos estejam em um ambiente colaborativo e motivador. Funcionários satisfeitos e comprometidos com o sucesso do negócio estão mais propensos a oferecer um trabalho e atendimento de qualidade. 

Gerencie finanças e contabilidade eficientemente

Há quem pense que uma empresa só tem sucesso quando está vendendo muito bem, mas a verdade é que vai muito além disso. Um bom controle financeiro e contábil pode garantir a saúde financeira, a lucratividade e a sustentabilidade do negócio.

A primeira dica é fazer um planejamento financeiro que estabeleça as metas, os objetivos, os recursos e as estratégias do seu negócio. Você deve definir quanto dinheiro você tem, quanto precisa, ganha e gasta.

É importante você colocar nesta lista os gastos com impostos e obrigações legais. 

A segunda dica é registrar todas as entradas e saídas de dinheiro do seu mercado de bairro, usando um sistema informatizado. Você deve controlar tudo o que entra e sai do caixa, compra e vende e absolutamente tudo que você gasta e recebe. 

A terceira dica é analisar os seus resultados financeiros e contábeis periodicamente, usando indicadores que mostrem a situação do seu negócio.

Você deve verificar se o seu patrimônio está crescendo ou diminuindo, se o faturamento está cobrindo os custos ou se o seu investimento está valendo a pena. 

A partir dessas informações obtidas, você irá analisar e identificar os pontos fortes e fracos do seu negócio e tomar as decisões baseadas no que a sua empresa apresenta. 

A última dica, mas não menos importante, é contar com a ajuda de um contador que possa te orientar, assessorar e auxiliar na gestão do seu mercadinho.

Você deve escolher um profissional de confiança, que conheça o seu ramo de atividade e as suas necessidades. 

Use a tecnologia para otimizar processos 

Como montar um mercado de bairro lucrativo e competitivo

Foto: drobotdean/Freepik

A tecnologia é uma aliada poderosa na otimização de processos e na gestão eficiente do seu mercado de bairro. Por isso, invista em sistemas que facilitem a  gestão de estoque, o controle de vendas e a emissão de notas fiscais.

Uma das formas de usar a tecnologia é adotar um sistema de gestão integrado, que possa automatizar e integrar as operações do seu mercadinho.

Com isso, além de você ter um maior controle sobre as operações, ainda pode gerar relatórios precisos e atualizados que podem te ajudar em tomadas de decisões. 

Lembra quando falamos em facilitar a experiência de compra do cliente? Pois bem, estas soluções tecnológicas podem melhorar o atendimento fazendo com que o tempo de espera seja muito menor. 

Como a tecnologia está sempre sendo atualizada, fique de olho nas tendências e inovações no mercado varejista e não tenha medo de investir nesta área do seu negócio. 

Fortaleça o relacionamento com programas de fidelidade

Um dos objetivos de todo mercadinho é fortalecer o relacionamento com os seus clientes, fazendo com que eles voltem a comprar e indiquem o seu negócio para outras pessoas.

Uma das formas de conseguir isso é criar programas de fidelidade, que possam recompensar os seus clientes por sua lealdade e preferência.

Utilize cartões, aplicativos ou plataformas digitais para rastrear as compras e o progresso dos clientes, garantindo um processo ágil e transparente.

Personalize as recompensas de acordo com o perfil e as preferências de cada um. Estude o histórico de compras e elabore ofertas que sejam realmente atraentes e relevantes, aumentando a percepção de valor e o engajamento com o programa.

Monitore o desempenho do programa de fidelidade e ajuste-o conforme necessário. Analise a adesão, o retorno sobre o investimento e o impacto nas vendas, buscando sempre aprimorar a eficácia da estratégia e maximizar seus resultados.

Além disso, use os programas de fidelidade como uma oportunidade para coletar feedback e compreender melhor as necessidades e expectativas dos clientes.

Essas informações são valiosas para identificar oportunidades de melhoria e adaptar seu negócio às demandas do público.

Invista no marketing local

Agora que já estruturamos a questão operacional, precisamos buscar maneiras de tornar o seu mercado visível, certo? E é aí que entra o marketing local. 

Como estamos falando de um negócio localizado no bairro, é importante que você comece focando apenas naquele local e nas regiões vizinhas. Quanto mais específico você for, mais assertivo você será. 

Uma das formas interessantes de investir no marketing local é utilizar os recursos à moda antiga: distribuição de panfletos, imãs de geladeiras e cartões.

Coloque todas as informações necessárias ali, como o nome, endereço, serviços, produtos e promoções que o seu mercadinho oferece. 

Parcerias com outras empresas locais também podem impulsionar seu negócio. Estabeleça acordos de cooperação que beneficiem ambas as partes e ofereçam vantagens aos clientes, como descontos e promoções conjuntas.

Por fim, esteja na maior vitrine que temos atualmente: as redes sociais. Utilize as principais mídias para anunciar as suas promoções, os seus produtos, as novidades e os seus diferenciais.

Você também pode desenvolver um contato direto com o cliente, interagindo, tirando dúvidas, recebendo elogios e reclamações. 

Contrato social: tudo o que você precisa saber

 

Contrato social: tudo o que você precisa saber

 

Contrato social: tudo o que você precisa saber para criar, gerenciar e adaptar sua empresa com segurança e eficiência

 

Você está prestes a entrar no mundo dos contratos sociais e entender melhor como funciona e a importância desse documento. Parece um assunto um tanto burocrático, não é mesmo? Mas, é fundamental para qualquer empreendedor que esteja iniciando uma sociedade empresarial. 

 

Já imaginou como seria uma empresa sem uma estrutura clara e regras bem definidas? Seria um verdadeiro caos, certo? O contrato social é o documento que vai garantir que todos os sócios estejam na mesma página, tornando o gerenciamento da empresa transparente e tranquilo. 

 

Neste artigo, nós da Contili Contabilidade Campo Grande, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o contrato social e como ele é crucial para a sua empresa. Vamos falar sobre como elaborar um contrato social, quais informações devem constar no documento e como alterá-lo futuramente.

 

O que é o contrato social?

 

O contrato social é um documento muito importante para quem quer abrir o seu negócio. Ele é como se fosse a certidão de nascimento da sua empresa, ou seja, todas as normas que regem a empresa e os direitos e deveres dos sócios estão ali.  

 

Imagine que vocês comecem a ganhar dinheiro, mas não há um acordo claro sobre como dividir os lucros? Isso pode acabar em discussões intermináveis e até mesmo levar ao fim da sociedade.

 

E ninguém quer iniciar um negócio com confusões, ainda mais relacionado ao dinheiro, não é mesmo? 

 

Além de evitar conflitos e garantir que todos estejam na mesma página, o contrato social também serve para proteger os sócios e a própria empresa. Por exemplo, ele pode limitar a responsabilidade dos sócios em caso de dívidas da empresa, o que significa que seus bens pessoais estarão protegidos. 

 

O contrato social define os direitos e deveres dos sócios da empresa, a delimitação das responsabilidades de cada um e as regras para a resolução de conflitos. Ele deve ser elaborado com atenção para não esquecer nenhum detalhe importante. 

 

Além disso, é importante lembrar que o contrato social pode ser alterado sempre que necessário (vamos falar sobre isso no último tópico).

 

Tipos de Contrato Social

 

Contrato social: tudo o que você precisa saber

Foto: Freepik

 

Existem diversos tipos de contratos sociais disponíveis para os empreendedores que desejam formalizar suas empresas. Cada tipo apresenta características específicas, adequadas para diferentes necessidades e objetivos.

 

Neste texto, vamos nos concentrar nos principais tipos de contratos sociais, ajudando você a compreender suas peculiaridades e facilitando a escolha do modelo mais apropriado para o seu negócio.

 

Contrato social para Sociedade Limitada (LTDA)

 

O contrato social para Sociedade Limitada (LTDA) é um dos tipos mais comuns e populares para empresas. Esse modelo de sociedade é caracterizado pela responsabilidade limitada dos sócios ao valor de suas quotas no capital social.

 

Isso significa que os sócios não precisam se preocupar com a possibilidade de comprometer seus bens pessoais para cobrir dívidas da empresa, desde que a empresa opere de acordo com a legislação e as cláusulas do contrato.

 

O contrato social de uma Sociedade Limitada deve conter informações detalhadas sobre a estrutura e o funcionamento da empresa, como o nome empresarial, o objeto social (atividades da empresa), a sede, o capital social e a divisão das quotas entre os sócios. 

 

Além disso, o contrato deve especificar o prazo de duração da sociedade (se houver), as responsabilidades e direitos dos sócios, e as regras para a divisão dos lucros e prejuízos.

 

Um aspecto interessante das Sociedades Limitadas é que elas podem ser constituídas por apenas um sócio, no caso das Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (EIRELI), ou por dois ou mais sócios, no caso das Sociedades Limitadas tradicionais.

 

A administração da sociedade pode ser exercida por um ou mais sócios, e o contrato social deve estabelecer claramente as regras para a tomada de decisões e as responsabilidades dos administradores.

 

Contrato Social para Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

 

Já a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), é um tipo de contrato social que permite a constituição de uma empresa com apenas um sócio, o titular. A SLU foi criada para oferecer uma alternativa à EIRELI, eliminando a exigência de um capital social mínimo e facilitando a formalização de pequenos negócios. 

 

Assim como na EIRELI, a responsabilidade do sócio na SLU é limitada ao valor do capital social investido, protegendo seu patrimônio pessoal.

 

Para constituir uma SLU, o empreendedor deve elaborar um contrato social que deve conter informações como a razão social, o objeto social (atividades da empresa), a sede, o capital social e a forma de integralização do capital.

 

Um dos principais benefícios da SLU é a simplicidade na constituição e administração da empresa. Além disso, a SLU permite que o empresário desfrute da proteção de seu patrimônio pessoal, já que as dívidas da empresa não afetam os bens pessoais do sócio, exceto em casos de fraude ou desvio de conduta.

 

Contrato Social para Empresa Individual (EI)

 

Uma empresa individual (EI) é uma forma jurídica de empreender sozinho, sem a necessidade de ter um sócio. Nesse tipo de empresa, o empreendedor é o único titular e responde ilimitadamente pelas dívidas do negócio, ou seja, seus bens pessoais podem ser usados para pagar os credores.

 

No entanto, com a questão de responder de modo ilimitado pelos pagamentos da empresa, essa não era uma das opções mais vantajosas aos empresários. Por isso, com a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), o EI já não é mais uma opção escolhida. 

 

Como mostramos no tópico anterior, com o SLU você também tem a possibilidade de ter uma empresa com apenas um sócio e responde apenas como pessoa jurídica.

 

Contrato Social para Sociedade Anônima (SA)

 

Para a Sociedade Anônima (S.A.), é um tipo de contrato social no qual o capital da empresa é dividido em ações, e a responsabilidade dos acionistas é limitada ao valor de suas ações.

 

Este modelo é comum em empresas de médio e grande porte, e é especialmente adequado para aquelas que buscam expandir suas operações e captar recursos por meio da emissão e negociação de ações no mercado.

 

Diferentemente das Sociedades Limitadas, nas quais o contrato social é o documento principal, as Sociedades Anônimas são regidas por um estatuto social. 

 

O estatuto deve conter informações detalhadas sobre a estrutura e funcionamento da empresa, como a denominação, o objeto social, a sede, o capital social, a quantidade e classes de ações, os órgãos de administração e fiscalização, e as regras para a distribuição de lucros e dividendos.

 

As Sociedades Anônimas podem ser classificadas como abertas ou fechadas. As abertas são aquelas cujas ações são negociadas em bolsa de valores ou mercado de balcão, e estão sujeitas a uma série de obrigações e regras estabelecidas pelos órgãos reguladores do mercado financeiro.

 

Já as fechadas são aquelas cujas ações não são negociadas publicamente, sendo restritas aos acionistas da empresa.

 

Quais informações devem ter no contrato social?

 

O contrato social deve ser elaborado de acordo com o tipo societário escolhido pelo empreendedor, que pode variar conforme o número de sócios, o capital social, a responsabilidade limitada ou ilimitada e o regime tributário.

 

Primeiramente, o nome empresarial, que deve ser registrado de acordo com a legislação vigente, e o objeto social, que descreve as atividades que a empresa exercerá. O contrato também deve especificar a sede da empresa, ou seja, o endereço onde a empresa está estabelecida.

 

O capital social é outra informação crucial, incluindo o valor total e a divisão das quotas entre os sócios. O prazo de duração da sociedade, se houver, também deve ser mencionado no contrato social.

 

Contrato social: tudo o que você precisa saber

 

As responsabilidades, direitos e obrigações de cada sócio devem ser claramente estabelecidos no contrato social. Isso inclui a divisão de lucros e prejuízos, bem como as regras para a tomada de decisões.

 

Por fim, o contrato social deve abordar as regras para a administração da empresa, incluindo a indicação dos administradores e os procedimentos para a realização de assembleias e deliberações entre os sócios.

 

Como elaborar um contrato social?

 

Contrato social: tudo o que você precisa saber

Foto: Freepik

 

Elaborar um contrato social é um passo fundamental na criação de uma empresa. Para desenvolver um contrato social eficiente e que atenda às exigências legais, siga as etapas abaixo:

 

1. Escolher o tipo societário: 

 

Ainda existem muitos outros tipos de sociedades no Brasil, mas mostramos apenas os principais. Com isso, é fundamental estar bem atento na hora de escolher qual o tipo societário. 

 

Cada tipo tem suas características, vantagens e desvantagens, e exige um modelo de contrato social específico. É importante consultar um advogado ou contador para escolher o tipo societário mais adequado ao seu negócio.

 

2. Definir os sócios:

 

É preciso identificar e qualificar os sócios que irão compor a empresa, informando seus dados pessoais, como nome, nacionalidade, estado civil, profissão, CPF, RG e endereço.

 

Também é preciso definir a participação de cada sócio no capital social e nos lucros e prejuízos da empresa.

 

3. Definir o nome da empresa:

 

É preciso escolher um nome empresarial para a empresa, que pode ser uma firma (com o nome de um ou mais sócios) ou uma denominação (com uma expressão de fantasia). O nome deve ser original e não pode ser igual ou semelhante a outro já existente.

 

É recomendável fazer uma pesquisa prévia na Junta Comercial ou no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas para verificar a disponibilidade do nome escolhido.

 

4. Definir o objeto social:

 

É preciso descrever as atividades econômicas que a empresa irá exercer, com clareza e precisão. O objeto social deve estar de acordo com o tipo societário escolhido e com o Código Nacional de Atividade Econômica (CNAE).

 

É importante definir bem o objeto social para evitar problemas fiscais e tributários no futuro.

 

5. Definir a sede e as filiais:

 

É preciso informar o endereço completo do local onde a empresa irá funcionar e de eventuais filiais. A sede e as filiais devem estar regularizadas perante os órgãos competentes, como prefeitura, bombeiros e vigilância sanitária.

 

É preciso obter alvarás e licenças para o exercício das atividades da empresa.

 

6. Definir o prazo de duração:

 

É preciso estabelecer o tempo indeterminado ou determinado da sociedade. Se for determinado, é preciso indicar a data de início e de término da sociedade. Se for indeterminado, é preciso indicar a data de início da sociedade.

 

7. Definir o capital social:

 

É preciso informar o valor total do investimento inicial dos sócios na empresa e a forma de integralização (dinheiro, bens ou serviços). O capital social deve ser compatível com o objeto social e com o porte da empresa. O capital social pode ser alterado posteriormente mediante alteração contratual.

 

8. Definir a administração:

 

É preciso definir quem irá gerir a empresa, quais serão os poderes e as responsabilidades do administrador ou dos administradores. O administrador pode ser um dos sócios ou uma pessoa contratada para esse fim. O administrador deve ter capacidade jurídica e idoneidade moral para exercer suas funções.

 

9. Definir o foro:

 

É preciso indicar a cidade onde serão resolvidas as questões judiciais envolvendo a empresa e os sócios. Geralmente, o foro escolhido é o da sede da empresa.

 

Após definir todos esses aspectos, é preciso redigir o contrato social seguindo um modelo adequado ao tipo societário escolhido.  O contrato social deve ser assinado por todos os sócios e por um advogado ou contador habilitado.

 

Guia para abertura da sua empresa 

 

1. Registro do contrato social na Junta Comercial estadual (JUCEMS)

 

O registro na Junta Comercial é um procedimento obrigatório para que sua empresa obtenha o reconhecimento legal necessário para funcionar.

 

Para registrar o contrato social, é preciso apresentar os documentos exigidos, que podem variar conforme a natureza jurídica da empresa. Normalmente, incluem-se o contrato social original, as vias de requerimento padrão, capa de processo, documento de identificação dos sócios e comprovante de pagamento das taxas.

 

Após a entrega dos documentos, a Junta Comercial analisará a documentação e, se tudo estiver correto, o contrato social será registrado. Com o registro aprovado, a empresa receberá um Número de Identificação do Registro de Empresas (NIRE), que comprova a existência legal da organização.

 

2. Apresentação do contrato social para obtenção do CNPJ

 

Após registrar o contrato social na Junta Comercial estadual, é fundamental apresentá-lo na Receita Federal do Brasil (RFB) para obtenção do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). O CNPJ é o número que identifica a empresa perante os órgãos fiscais e é essencial para o funcionamento legal do negócio.

 

Para solicitar o CNPJ, acesse o site da Receita Federal e preencha o Documento Básico de Entrada (DBE) ou Protocolo de Transmissão, conforme a natureza jurídica da empresa. Nessa etapa, é necessário informar dados dos sócios, atividades econômicas, endereço da empresa, entre outras informações relevantes.

 

Após preencher o DBE, anexe uma cópia do contrato social registrado na Junta Comercial e os demais documentos solicitados. A documentação pode ser enviada por meio eletrônico ou entregue presencialmente na unidade da Receita Federal responsável pelo domicílio fiscal da empresa.

 

A RFB analisará a documentação e, se estiver em conformidade com as exigências, concederá o CNPJ à empresa. 

 

3. Registro na prefeitura municipal para obtenção do Alvará de funcionamento

 

Com o CNPJ em mãos, é imprescindível registrar a nova empresa na prefeitura municipal para obtenção do Alvará de Funcionamento. Ele é um documento que autoriza a empresa a exercer suas atividades no local estabelecido e garante que ela atenda às exigências legais e de segurança.

 

Para obter o Alvará de Funcionamento, é necessário entrar em contato com a prefeitura do município onde a empresa está localizada e verificar os documentos e requisitos específicos para a atividade desejada.

 

Geralmente, são solicitados documentos como o CNPJ, contrato social, comprovante de endereço, inscrição estadual e, em alguns casos, laudos técnicos e de vistoria.

 

Depois de reunir a documentação necessária, entregue-a ao órgão responsável na prefeitura. A administração municipal analisará os documentos e, caso estejam de acordo com as normas, emitirá o Alvará de Funcionamento.

 

Lembre-se de que, em alguns casos, pode ser necessário obter licenças e autorizações adicionais, como a Licença Ambiental e a Licença Sanitária, dependendo da atividade da empresa. 

 

4. Solicitação de alvarás/licenças auxiliares conforme a atividade

 

É crucial estar ciente da necessidade de solicitar alvarás e licenças auxiliares, conforme a atividade exercida pela empresa. Esses documentos complementares asseguram que o negócio esteja em conformidade com as normas e regulamentações específicas de seu segmento.

 

Algumas atividades exigem licenças e alvarás específicos, como a Licença Ambiental, requerida para empresas com potencial impacto ambiental, e a Licença Sanitária, necessária para estabelecimentos que atuam no setor de alimentos, bebidas, medicamentos, produtos de higiene e cosméticos, entre outros.

 

Para solicitar essas licenças e alvarás, entre em contato com os órgãos responsáveis, como a Vigilância Sanitária, órgãos de meio ambiente ou secretarias municipais. Cada órgão possui seus próprios requisitos e documentações exigidas para a emissão das licenças.

 

Com a obtenção dos alvarás e licenças auxiliares, sua empresa estará em conformidade com as regulamentações específicas, garantindo um funcionamento legal e seguro, além de evitar multas e penalidades.

 

5. Registro na Secretaria de Fazenda Estadual para obtenção da Inscrição Estadual (somente para atividades de comércio)

 

Após obter o CNPJ e o Alvará de Funcionamento, é necessário registrar a nova empresa na Secretaria de Fazenda Estadual para obtenção da Inscrição Estadual, especialmente para atividades de comércio. Essa inscrição é fundamental para regularizar a empresa perante os órgãos fiscais estaduais e viabilizar a emissão de notas fiscais.

 

Para solicitar a Inscrição Estadual, acesse o site da Secretaria de Fazenda do seu estado e preencha o formulário de cadastro com as informações solicitadas, como dados da empresa e atividade exercida. Anexe os documentos necessários, como CNPJ, contrato social e alvará de funcionamento.

 

A Secretaria de Fazenda analisará a documentação e, se estiver em conformidade, concederá a Inscrição Estadual à empresa. Com essa inscrição, sua empresa estará apta a cumprir suas obrigações fiscais estaduais, como a apuração e o pagamento do ICMS, garantindo a regularidade do negócio.

 

Como alterar o contrato social

 

Contrato social: tudo o que você precisa saber

 

Alterar o contrato social é um processo necessário quando ocorrem mudanças na estrutura ou nas atividades da empresa. Primeiramente, identifique os pontos do contrato social que precisam ser alterados e discuta com os sócios as mudanças necessárias.

 

Para alterar o contrato social, o primeiro passo é elaborar um termo de alteração contratual. Esse documento deve conter as cláusulas que serão modificadas e as novas disposições. Todos os sócios devem assinar o termo e um advogado ou contador também deve assinar como testemunha.

 

O segundo passo é registrar o termo de alteração contratual no órgão competente, que pode ser a Junta Comercial ou o Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, dependendo do tipo societário da empresa.

 

É preciso pagar uma taxa e apresentar alguns documentos, como cópias do contrato social original e das alterações anteriores, se houver.

 

O terceiro passo é solicitar um novo CNPJ à Receita Federal, informando as alterações ocorridas na empresa. O novo CNPJ será emitido em até 48 horas após a solicitação. O CNPJ é o número que identifica a empresa perante os órgãos públicos e é essencial para a emissão de notas fiscais e o pagamento de impostos.

 

O quarto passo é comunicar as alterações do contrato social aos demais órgãos públicos que tenham relação com a empresa, como prefeitura, secretaria da fazenda estadual, INSS e FGTS. Também é preciso atualizar os dados junto aos fornecedores, clientes e bancos.

 

A alteração do contrato social é um processo burocrático e demorado, que pode levar até 30 dias para ser concluído. Por isso, é importante planejar bem as mudanças na empresa e contar com a ajuda de um profissional especializado para evitar erros e problemas legais.

 

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para sua empresa

 

Se você chegou até o final deste artigo, pode ver a escolha e elaboração do contrato social são processos fundamentais na vida de uma empresa, e é crucial entender como gerenciar esses documentos adequadamente. 

 

Sendo assim, nós da Contili Contabilidade Campo Grande estamos à disposição para auxiliá-lo nessa jornada, oferecendo serviços especializados em contabilidade e assessoria empresarial.

 

Com nossa experiência e conhecimento no setor, garantimos que sua empresa esteja sempre em conformidade com a legislação, permitindo que você foque no crescimento do seu negócio com tranquilidade e segurança.

 

Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo com o contrato social e todas as demais necessidades contábeis e fiscais da sua empresa.

 

Contrato social: tudo o que você precisa saber

O papel do planejamento financeiro no sucesso da sua empresa

O papel do planejamento financeiro no sucesso da sua empresa

 

O papel do planejamento financeiro no sucesso da sua empresa e como você aplicá-lo de forma eficiente. 

 

Você sabia que um dos pilares para que sua empresa esteja em constante crescimento é determinado pela sua capacidade de gerenciar suas finanças de forma eficiente?

 

Neste artigo, nós da Contili Contabilidade Campo Grande vamos mostrar como o planejamento financeiro pode ajudar a sua empresa superar desafios e aproveitar oportunidades de crescimento em um ambiente de negócios competitivo e, muitas vezes, incerto. 

 

Ao longo desse conteúdo, você vai entender não só a importância do planejamento financeiro, mas entender quais os elementos essenciais que compõem esse planejamento e dicas práticas de como aplicar isso na sua empresa.

 

Este artigo serve como um guia para empresas que buscam melhorar sua saúde financeira e se posicionar para um crescimento sustentável e saudável. Com as soluções que vamos apresentar aqui, você estará mais preparado para enfrentar os desafios financeiros e aprimorar o desempenho financeiro de seus negócios.

 

Pilares do planejamento financeiro eficaz

 

O papel do planejamento financeiro no sucesso da sua empresa

Foto: Freepik

 

Análise financeira atual

 

Saber o que a sua empresa tem no caixa atualmente é fundamental para que você tenha uma visão clara da saúde financeira da empresa no momento.

 

Esses dados te permitem entender a situação atual do negócio, identificando os pontos fortes e fracos, bem como áreas de oportunidade e possíveis ameaças.

 

Com um entendimento mais claro da situação financeira, você consegue estabelecer metas realistas, alocar recursos de forma adequada e desenvolver estratégias que condizem com o seu fluxo de caixa. 

 

Além disso, a análise financeira atual ajuda a identificar tendências e padrões que podem afetar o desempenho financeiro da empresa no futuro. Isso permite que medidas assertivas possam ser tomadas para enfrentar possíveis desafios que a sua empresa venha passar. 

 

Projeção de fluxo de caixa

 

Além de saber os valores que a sua empresa tem no caixa, é essencial fazer a projeção de entradas e saídas de dinheiro ao longo do tempo. Esse processo ajuda a identificar possíveis desafios e oportunidades financeiras, garantindo a estabilidade financeira e o sucesso a longo prazo da empresa.

 

Ao antecipar as necessidades de caixa futuras, as empresas podem garantir que terão recursos suficientes para cobrir suas obrigações financeiras, como pagamento de fornecedores, salários e despesas operacionais.

 

Além disso, projetar o fluxo de caixa te ajuda a ver momentos em que a empresa pode ter dinheiro sobrando. Você pode usar esse valor extra para investir em coisas que fazem o negócio crescer, como expandir a empresa ou melhorar a infraestrutura. Isso tudo contribui para que seu empreendimento prospere.

 

Estabelecimento de objetivos financeiros

 

Definir metas financeiras é um componente crucial do planejamento financeiro,  porque dá uma direção clara e mensurável para o crescimento e sucesso da sua empresa. 

 

Essas metas funcionam como um mapa para guiar as decisões e ações financeiras, garantindo que os recursos sejam usados de maneira inteligente e eficiente.

 

Tendo esses objetivos claros e bem definidos, você consegue pegar esses números projetados e comparar com os resultados que a sua empresa já possui.

 

Isso vai te auxiliar na hora de identificar áreas de melhoria, ajustar estratégias e tomar medidas corretivas, garantindo que a empresa permaneça no caminho certo para alcançar suas metas.

 

Além do mais, definir metas financeiras deixa mais fácil a comunicação das expectativas entre gestores e colaboradores. Isso ajuda na transparência e na confiança, melhorando as relações dentro e fora da empresa e aumentando as chances de sucesso financeiro.

 

O papel do planejamento financeiro no sucesso da sua empresa

 

Orçamento

 

Já que falamos sobre os objetivos que você pontua sobre a sua empresa, é importante também ter um plano mais detalhado de como você vai colocar isso em prática e destinar os recursos financeiros. 

 

A importância do orçamento está na capacidade de ajudar as empresas a controlar os gastos e a usar os recursos de maneira eficiente. Quando você cria um bom orçamento, consegue ver onde dá pra gastar menos ou realocar recursos, garantindo que o dinheiro seja usado da melhor forma possível.

 

Além disso, o orçamento ajuda a evitar dívidas e mantém a saúde financeira da sua empresa em dia. Ao ficar de olho nas despesas e receitas e ajustar o orçamento quando necessário, as empresas conseguem não gastar demais e se manter financeiramente estáveis.

 

O orçamento também é muito importante na hora de tomar decisões, já que você usá-lo como base para decidir se devem investir, contratar, expandir ou fazer outras mudanças que possam afetar a empresa no presente e no futuro.

 

Gestão de riscos

 

Chegamos ao último pilar, mas não menos importante: a gestão de riscos. É aqui que você vai identificar e avaliar possíveis ameaças financeiras que podem afetar negativamente a saúde financeira e o crescimento do seu negócio. 

 

Ao identificar riscos financeiros em potencial, como variações no mercado ou mudanças na economia, você consegue tomar medidas necessárias antes que os problemas aconteçam ou saiam do seu controle. 

 

Além disso, lidar com riscos te ajuda a tomar decisões mais inteligentes sobre investimentos e outras ações financeiras. Quando você conhece os riscos de várias oportunidades, pode escolher as melhores opções para o sucesso da sua empresa.

 

Dicas para um planejamento financeiro eficiente

 

O papel do planejamento financeiro no sucesso da sua empresa

Foto: wirestock/Freepik

 

Envolva a equipe

 

Um dos aspectos que pode ajudar no êxito do planejamento financeiro é o engajamento da equipe. Isso implica envolver e comprometer seus funcionários na criação, implementação e monitoramento do plano financeiro.

 

Para engajar a equipe no planejamento financeiro, é crucial comunicar de forma clara os objetivos e estratégias financeiras da empresa, esclarecendo a relevância e o impacto de cada um.

 

Também é necessário estabelecer responsabilidades e metas para cada funcionário ou setor, alinhando expectativas e recursos disponíveis. Além disso, incentive a troca de informações e feedback constante entre os membros da equipe.

 

Outra maneira de envolver a equipe no planejamento financeiro é oferecer treinamento e orientação aos colaboradores, permitindo que desenvolvam as habilidades necessárias para realizar suas funções.

 

Forneça também ferramentas e tecnologias que facilitem o gerenciamento e análise das finanças, como planilhas, programas e aplicativos. Além disso, estimule a criatividade e inovação na busca por soluções financeiras.

 

Seja realista

 

Para criar um planejamento financeiro eficaz, é fundamental ser realista. Isso significa que você deve levar em conta sua situação atual, possibilidades e limitações ao estabelecer metas e estratégias financeiras.

 

Ser realista no planejamento financeiro requer uma avaliação honesta e criteriosa de suas finanças, considerando todos os fatores que podem afetar os resultados, como ganhos, gastos, investimentos, etc. Essa análise deve ser fundamentada em informações concretas e confiáveis, refletindo a realidade do seu negócio.

 

Além disso, ser realista no planejamento financeiro envolve estabelecer metas SMART, ou seja, específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e temporais. 

 

Essas metas devem ser nítidas e precisas, possuir indicadores para monitorar o progresso, estar alinhadas com suas habilidades e recursos disponíveis, ser importantes para o negócio e ter um prazo definido para serem alcançadas.

 

Ter flexibilidade para adaptar seu plano às mudanças internas e externas que impactam suas finanças também é parte de ser realista no planejamento financeiro. 

 

Monitore seus principais indicadores financeiros e faça revisões e ajustes periódicos em suas metas e estratégias financeiras. Corrija erros, aproveite oportunidades e prepare-se para o futuro.

 

Acompanhe os indicadores financeiros chave

 

Sabe por que é importante acompanhar os indicadores financeiros chave? Eles são essenciais para um planejamento financeiro eficiente, pois permitem que as empresas monitorem seu desempenho financeiro e identifiquem áreas de melhoria.

 

Esses indicadores, também conhecidos como KPIs (Key Performance Indicators), são métricas que revelam aspectos como rentabilidade, liquidez, solidez, eficiência e avaliação da empresa.

 

Os principais indicadores financeiros permitem que o empresário avalie se os objetivos estabelecidos no planejamento financeiro estão sendo cumpridos ou se é necessário realizar algum ajuste ou correção.

 

Há diversos principais indicadores financeiros que podem ser utilizados, dependendo do tipo e do tamanho da empresa, do setor de atuação, do público-alvo e do mercado.

 

Alguns dos mais comuns são: receita, lucro bruto, ponto de equilíbrio, margem de lucro, margem de contribuição, liquidez corrente e rentabilidade.

 

Para monitorar os principais indicadores financeiros, é necessário ter informações confiáveis e atualizadas das finanças da empresa, como ganhos, gastos, investimentos, dívidas e patrimônio.

 

Esses dados podem ser obtidos por meio de um controle financeiro rigoroso e de ferramentas tecnológicas que auxiliem na coleta, análise e projeção das informações.

 

Revise e ajuste regularmente

 

De quanto em quanto tempo você revisa e ajusta as finanças da sua empresa?  Um dos aspectos cruciais do planejamento financeiro é verificar e modificar regularmente metas, abordagens e resultados.

 

Isso possibilita que você monitore o desempenho financeiro, identifique possíveis desvios ou chances e tome as ações necessárias para corrigir ou aproveitar as situações.

 

A verificação e a modificação do planejamento financeiro devem ser baseadas em informações confiáveis e atualizadas, como ganhos, gastos, investimentos, dívidas, patrimônio e cenários econômicos.

 

Essas informações podem ser obtidas através de um controle financeiro rigoroso, que registra todas as movimentações financeiras (é importante que você tenha um software que te auxilie nesse processo)

 

A vantagem da verificação e modificação do planejamento financeiro é que elas permitem que a sua empresa se adapte às mudanças internas e externas que afetam as finanças.

 

Por exemplo, uma diminuição na receita, um aumento nos custos, uma emergência, uma oportunidade de negócio, uma mudança na taxa de juros ou inflação são situações que podem exigir uma reavaliação das metas e estratégias financeiras.

 

Por isso, verificar e modificar regularmente o planejamento financeiro do seu negócio permite que a sua empresa mantenha o foco nos objetivos, acompanhe o progresso, corrija os erros, aproveite as oportunidades e se prepare para o futuro.

 

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande 

 

Enfrentar os desafios do planejamento financeiro empresarial pode parecer uma tarefa árdua, mas não se preocupe, estamos aqui para oferecer soluções especializadas em contabilidade e gestão financeira para ajudá-lo nessa jornada.

 

Na Contili Contabilidade Campo Grande orientamos os nossos clientes na  elaboração e implementação de um planejamento financeiro sólido, personalizado para atender às necessidades específicas de sua empresa.

 

Nossa equipe de especialistas está pronta para auxiliar em todas as etapas, desde a análise financeira atual até a gestão de riscos. Entre em contato conosco!

 

O papel do planejamento financeiro no sucesso da sua empresa

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

Descubra como abrir uma confeitaria de sucesso com nossas dicas práticas. Aprenda sobre planejamento, finanças e estratégias de marketing para fazer sua confeitaria prosperar. 

O sonho de abrir uma confeitaria é um sonho compartilhado por muitas pessoas que amam a arte da confeitaria.

A possibilidade de trabalhar com doces deliciosos e encantar clientes com suas criações pode ser um desafio empolgante e gratificante. 

Entretanto, para ter o seu próprio negócio, é fundamental entender como funciona a questão burocrática, desde a escolha dos fornecedores até a gestão financeira da sua empresa. 

É importante que, antes de abrir as portas da sua confeitaria, você tenha um planejamento do seu negócio. Analise cada detalhe minuciosamente do que você vai precisar para que a sua empresa tenha sucesso. 

Neste artigo, nós da Contili Contabilidade Campo Grande, mostraremos dez dicas para que você tenha uma visão geral dos principais aspectos a serem considerados ao embarcar nessa jornada empreendedora. 

Com a aplicação dessas dicas e o comprometimento com o trabalho duro, você estará no caminho certo para criar um negócio próspero e duradouro no universo dos doces.

Faça uma pesquisa de mercado

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

Foto: katemangostar/Freepik

Antes de abrir sua confeitaria, é importante entender o mercado que você está se inserindo.

E quando falamos sobre estudar o nicho de doces, não estamos nos referindo apenas ao cardápio (inclusive, vamos trazer esse tópico mais tarde), mas sim sobre a concorrência, tendências e preferências dos consumidores.

Todas essas informações são importantes para que você tome decisões assertivas e estratégicas para o seu negócio. 

Faça uma análise dos concorrentes locais para identificar quais são os seus pontos fortes e fracos. Isso ajudará a definir seu próprio nicho e oferecer um diferencial que esses lugares não possuem. 

Além da questão do cardápio em si, considere também os aspectos relacionados a preços e logística. Compare os preços praticados pelos concorrentes e avalie os custos envolvidos na produção e distribuição de seus produtos.

Isso ajudará a estabelecer uma estratégia de preços competitiva e realista.

Escolha um bom local para sua confeitaria 

Qual é a melhor região para uma confeitaria, seja ela física ou focada em delivery? É fundamental analisar todas as possibilidades que podem proporcionar alta visibilidade ao seu negócio.

Um bom local é aquele que é facilmente acessível e está situado em uma área com o seu público definido.

Por isso, ao avaliar possíveis locais, considere se a rua é movimentada ou é próxima de pontos de interesse, como escolas, escritórios e áreas comerciais. 

Uma outra dica é ter um cuidado maior quanto à facilidade do cliente ao acessar a sua confeita. Ou seja, veja se o lugar possui espaço para estacionamento, seja próprio ou na rua. 

Parece um pequeno detalhe, não é mesmo? Entretanto, isso pode ser um empecilho aos seus clientes. Por isso, quanto maior a facilidade do acesso à sua confeitaria, melhor. 

Além disso, veja se o espaço é apropriado para comportar o que você vai precisar ou se vai precisar de algumas modificações. É importante lembrar que tudo precisa ser colocado no papel para nada sair além do planejado. 

Como estamos falando de um negócio que faz o manuseio de alimentos, é preciso olhar cada espaço com atenção.

Veja se o local tem capacidade para acomodar a área de produção, armazenamento do estoque e, caso o ponto seja físico, a área de atendimento ao cliente. 

Elabore um cardápio atrativo e irresistível 

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

Foto: azerbaijan_stockers/Freepik

Esse tópico parece óbvio quando nos referimos a uma confeitaria, não é mesmo? Entretanto, essa é uma das partes principais para fidelizar o cliente e precisamos reforçar isso. 

O que você oferece deve refletir todo o conceito e proposta de valor da sua doceria. Lembra quando falamos em entender o seu público? É preciso estar sempre de olho no que os clientes estão procurando.

Ao criar o cardápio, inclua opções clássicas e populares, mas também inove com criações exclusivas que destaquem sua confeitaria. Considere as tendências gastronômicas e tradições culinárias, adaptando-as ao seu estilo e temática.

Uma dica extra e que pode ser interessante, é oferecer alternativas para clientes com restrições alimentares ou preferências específicas, como opções veganas, sem glúten ou sem lactose. Isso demonstra preocupação com a inclusão e amplia seu potencial público.

Tendo essas informações em mãos, está na hora de montar o design do cardápio.  Invista em uma apresentação visual atraente e fácil de ler, que esteja alinhada com a identidade visual da sua confeitaria. Inclua descrições claras e tentadoras dos produtos, destacando ingredientes e sabores.

Lembrando que aqui estamos falando sobre qualquer tipo de cardápio, seja ele online ou físico. 

Por fim, revise e atualize o cardápio periodicamente para que você acompanhe o desempenho das vendas. Esse acompanhamento vai te ajudar a identificar os produtos que mais saem ou com menor demanda. 

Faça os ajustes conforme necessário e esteja aberto a experimentar novidades que possam surpreender e encantar seus clientes.

Faça uma precificação eficiente

Uma precificação eficiente é fundamental para garantir a rentabilidade da sua confeitaria sem afastar os clientes. Ela deve levar em conta os custos de produção, a margem de lucro desejada e os preços competitivos do mercado.

Para calcular os custos de produção, considere todos os elementos envolvidos, como ingredientes, mão de obra, aluguel, energia e embalagens. Ao estabelecer a margem de lucro, encontre um equilíbrio entre a sustentabilidade do negócio e a competitividade.

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

Lembrando que os preços da concorrência não podem ser um empecilho para os produtos. “E o que isso quer dizer?” Não é porque na doceira Z o valor de um brownie é R$ 7 que você deve vender o seu por um preço muito menor. 

Não estamos nos referindo ao preço, mas sim sobre o valor da sua confeitaria e qual o seu diferencial. Então, não se prenda ao que está na etiqueta, mas ao que a sua doceria pode oferecer ao cliente. 

Então, cuidado ao optar por colocar o preço muito abaixo do mercado e, consequentemente, não conseguir tirar nada de lucro. 

Revise periodicamente sua estratégia de precificação, ajustando-a conforme as mudanças nos custos e no mercado. Mantenha-se informado sobre as tendências e monitore o desempenho das vendas para garantir que sua confeitaria seja lucrativa e competitiva.

Escolha bons fornecedores

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

Foto: Freepik

Escolher bons fornecedores é crucial para o sucesso da sua confeitaria, pois afeta diretamente a qualidade dos produtos e a eficiência das operações.

Fornecedores confiáveis garantem a disponibilidade de ingredientes frescos e de qualidade, bem como materiais e equipamentos necessários.

Ao selecionar fornecedores, priorize aqueles que oferecem produtos com excelente relação custo-benefício. Considere não apenas o preço, mas também a qualidade dos insumos. 

Cuidado ao comprar coisas em grande quantidade por conta dos valores promocionais. O barato pode sair caro, já que os produtos podem acabar vencendo antes de você usá-los.

Por isso, conheça o seu estoque, faça um acompanhamento periódico e compre somente o que vai precisar para aquela semana. 

Estabeleça relacionamentos sólidos com seus fornecedores, mantendo uma comunicação aberta e honesta. Isso facilita a negociação de preços, prazos e condições, além de possibilitar o acesso a informações sobre novos produtos e tendências.

Considere também a possibilidade de trabalhar com fornecedores locais, que podem oferecer ingredientes frescos e sustentáveis, e geralmente têm prazos de entrega mais curtos. 

Tenha uma equipe ideal para a sua confeitaria

Ter uma equipe ideal é fundamental para o bom funcionamento da sua confeitaria, pois colaboradores qualificados e comprometidos garantem a qualidade dos produtos e um excelente atendimento ao cliente.

Ao contratar, busque profissionais com habilidades técnicas e experiência no ramo, que também compartilhem da mesma paixão que a sua. Pessoas que amam o que fazem entregam muito além de um doce ou atendimento

Por isso, invista na capacitação e desenvolvimento da sua equipe, oferecendo treinamentos e oportunidades de crescimento profissional.

Isso não só melhora a qualidade do trabalho, mas também aumenta a satisfação e a retenção dos funcionários.

Crie um ambiente de trabalho positivo e inclusivo, estimulando a colaboração e o respeito mútuo. Uma equipe unida e motivada se reflete no atendimento e na percepção dos clientes sobre a confeitaria.

Invista em marketing e divulgação

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

Foto: KamranAydinov/Freepik

Investir na divulgação, seja qual for o meio de comunicação, é fundamental para aumentar a visibilidade da sua confeitaria, atrair novos clientes e consolidar a sua reputação no mercado.

Você sabia que muitas empresas se tornaram extremamente conhecidas em suas cidades (até no país) por conta das redes sociais? Uma estratégia de marketing bem elaborada e executada pode ser a chave para o sucesso do seu negócio. 

Crie perfis nas principais plataformas, como Instagram e Facebook, e compartilhe regularmente fotos atraentes dos produtos, informações sobre promoções e até mesmo os bastidores da produção dos doces. 

Além das publicações do dia a dia, você pode investir em tráfego pago. Separe um dinheiro para investir em impulsionamentos de publicações ou campanhas no Google Ads. 

Não se esqueça de interagir com o público, respondendo a comentários e mensagens, e incentivando o engajamento dos clientes por meio de caixinha de perguntas e outras ações.

Além das estratégias digitais, considere também investir em marketing offline. A participação em eventos, parcerias com outras empresas da região e a distribuição de materiais impressos, como cartões de visita, podem ser formas eficientes de atrair novos clientes e aumentar a notoriedade da marca.

Não esqueça de monitorar os resultados das suas ações de marketing e fazer os ajustes conforme o necessário.

Identifique quais táticas estão gerando os melhores resultados e invista nelas, otimizando seu orçamento e maximizando o retorno sobre o investimento.

Ofereça um atendimento de qualidade 

Proporcionar um atendimento de qualidade é fundamental para fidelizar clientes. Afinal, quando gostamos de um lugar, voltamos a frequentá-lo mais vezes.

Lembra daquela frase: “O bom filho à casa torna”? É esse sentimento que a sua confeitaria deve passar para as pessoas que entram e compram de você.  

E o bom atendimento começa desde o primeiro contato do cliente com o seu negócio, seja nas redes sociais, telefone ou presencialmente.

Treine sua equipe para ser cortês, atencioso e eficiente, garantindo que os clientes se sintam bem-vindos e valorizados. É importante que os funcionários estejam bem informados sobre os produtos oferecidos, para que possam esclarecer dúvidas e escutar recomendações.

Personalizar o atendimento é outra maneira de encantar os clientes e diferenciar sua confeitaria. Preste atenção às preferências e necessidades de cada cliente e tente antecipar suas expectativas.

Um simples gesto, como lembrar-se do nome do cliente ou de seu pedido favorito, pode causar uma impressão duradoura.

Tenha uma gestão financeira eficiente

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

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A gestão financeira é crucial para o sucesso e a sustentabilidade da sua confeitaria. Por ser uma questão muito mais prática, muitas pessoas podem acabar ignorando essa questão e perceber as consequências tarde demais. 

Isso porque o bom controle financeiro permite identificar oportunidades de crescimento, minimizar riscos e garantir a rentabilidade do negócio a longo prazo.

O primeiro passo é elaborar um plano financeiro detalhado, incluindo projeções de receitas, despesas e investimentos necessários para iniciar e manter o funcionamento da confeitaria. Esse planejamento deve ser revisado e atualizado regularmente, de acordo com a evolução do negócio.

Acompanhe de perto todas as entradas e saídas de recursos, utilizando ferramentas como softwares de gestão financeira ou planilhas eletrônicas. Isso facilita o controle do fluxo de caixa, a identificação de gargalos e a tomada de decisões informadas.

Gerencie adequadamente as despesas, buscando otimizar custos e evitar desperdícios. Negocie com fornecedores, invista em soluções sustentáveis e estabeleça metas de redução de custos, sem comprometer a qualidade dos produtos e serviços oferecidos.

Esteja preparado para lidar com imprevistos e flutuações no mercado, mantendo uma reserva financeira e monitorando indicadores econômicos relevantes. 

Soluções Contili Contabilidade Campo Grande para sua empresa

Contar com a expertise de uma empresa de contabilidade é fundamental para garantir o sucesso da confeitaria em todas as etapas, desde a abertura do negócio até a precificação e a gestão financeira.

Nós da Contili Contabilidade Campo Grande podemos te auxiliar em todas as etapas do seu negócio. Seja na orientação do registro da sua empresa, escolha do regime tributário, gestão financeira, entre outros. Estamos aqui para tornar esse processo mais descomplicado. 

Dessa forma, você pode concentrar-se em outras necessidades da sua confeitaria, tendo a confiança de que dispõe de um contador confiável para apoiá-lo.

Entre em contato conosco! 

Como abrir uma confeitaria de sucesso? Veja 9 dicas

O que é MEI: tudo o que você precisa saber

O que é MEI: tudo o que você precisa saber

 

O que é MEI: Tudo o que você precisa saber antes de abrir a sua empresa. 

 

O sonho de ter o seu próprio negócio tem se tornado cada vez mais real para muitas pessoas. Isso porque existem muitas possibilidades para tornar isso possível.

 

O MEI (Microempreendedor Individual) vem crescendo cada vez mais e abrindo novas oportunidades para quem desejar abrir ou regularizar a sua empresa.

 

Porém, muita gente ainda desconhece quais são os benefícios, regulamentação e como se inscrever na atividade.

 

Neste artigo, nós da Contili Contabilidade Campo Grande vamos responder todas as suas dúvidas sobre o MEI, desde os requisitos e limites para se tornar um microempreendedor individual até as obrigações fiscais dessa modalidade.

 

Fique até o final para entender cada situação, ter uma visão clara sobre o que é ser um microempreendedor individual e decidir se essa é a melhor opção para o seu negócio.

 

O que é MEI?

 

O que é MEI: tudo o que você precisa saber

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O MEI, ou Microempreendedor Individual, é uma modalidade de negócio criada pelo governo federal em 2008 para incentivar a formalização de pequenos empreendimentos e trabalhadores autônomos.

 

Ele permite que o empreendedor exerça sua atividade econômica de forma legal, com menos obrigações fiscais e tributárias do que outras categorias empresariais.

 

Então, se você está começando ou quer começar a empreender de forma simplificada e sem precisar investir muito dinheiro, essa é uma ótima opção.

 

Se você quer ser MEI, é preciso saber que existem alguns requisitos para se encaixar nessa modalidade. Dentre elas estão o faturamento anual que a sua empresa pode gerar e as atividades permitidas (continue lendo esse artigo que vamos te explicar certinho)

 

Falando assim parece até que é muito complicado, não é mesmo? Mas, nós garantimos que não é. Pelo contrário.

 

Nem só de burocracias e requisitos vive o MEI… Ele possui diversas vantagens que garantem uma segurança ao empresário como aposentadora, salário-maternidade, emissão de nota fiscal, maior facilidade para obter empréstimo, entre outras.

 

Requisitos e limites para se tornar um MEI

 

O que é MEI: tudo o que você precisa saber

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Faturamento

 

Como pincelamos bem rápido lá em cima, existem alguns requisitos para se tornar MEI, ou seja, nem todos podem se encaixar nessa categoria.

 

E uma dessas condições é o quanto o seu negócio pode faturar por ano.

 

Lembra quando falamos sobre essa ser a melhor opção para você que está começando? Isso porque o limite de faturamento anual do MEI é de R$81.000,00.  Sendo assim, é importante que o empreendedor mantenha o controle de entradas e saídas para que esse valor não seja ultrapassado.

 

Caso o empreendedor ultrapasse esse limite, é preciso buscar outras atividades que tenha um limite maior. Já que o MEI não pode ter uma faturamento superior a esse valor (mesmo tendo ultrapassado um décimo que seja).

 

Caso isso ocorra, o empreendedor pode ser desenquadrado automaticamente do MEI e ainda pagar multa. Por isso, é importante ficar acompanhar o que entra na sua empresa e ver se essa atividade é a melhor opção.

 

Vale ressaltar que o limite de faturamento é calculado proporcionalmente ao tempo de atividade do empreendedor. Isso significa que se o MEI iniciou suas atividades no meio do ano, o limite será proporcional ao tempo restante do ano.

 

Por exemplo, se você criou o seu MEI em março, o limite anual será de R$ 67.500.

 

Uma questão que devemos ressaltar aqui é sobre a diferença entre faturamento e lucro. Quando falamos em limite de faturamento, estamos contando tudo o que entra no caixa da sua empresa e o lucro é resultado obtido após o pagamento das despesas e impostos.

 

Então, o que estamos contando aqui é sobre o limite de faturamento, não o lucro da sua empresa.

 

Portanto, o empreendedor deve sempre monitorar o limite de faturamento anual para que ele não incorra em penalidades trabalhistas e fiscais.

 

Quem pode ser MEI (e quem não pode)

 

Para se enquadrar como MEI, é necessário que o empreendedor exerça uma atividade que esteja prevista na lista de atividades permitidas. Atualmente, são mais de 400 atividades autorizadas, incluindo comércio, serviços e indústria.

 

Dentre elas temos:

 

–  Cabeleireiro

– Diarista

– Manicure

– Lanchonete

– Barbeiro

– Estética

– Doceira

 

Se você quer ver a lista das ocupações permitidas, é só acessar a tabela de atividades permitidas disponibilizada no site do Portal do Empreendedor.

 

Existem algumas atividades que não podem ser enquadradas como MEI, devido à exigência de regulamentação específica ou a restrições legais. Por isso, ressaltamos a importância de você acessar a lista e ver se a sua profissão está permitida.

 

Dentre as atividades que não podem ser MEI, estão os jornalistas, publicitários, advogados, arquitetos, entre outros.

 

Além disso, como estamos falando de uma figura jurídica destinada apenas ao empreendedor individual, o MEI não pode ter sócio. Caso você queira abrir um negócio em conjunto, é necessário ver outra atividade empresarial.

 

Direitos e benefícios do MEI

 

O que é MEI: tudo o que você precisa saber

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Uma questão muito interessante é em relação aos impostos. O MEI tem um regime tributário simplificado e paga apenas um valor fixo mensal, que inclui todos os tributos (INSS, ICMS e ISS), sem a necessidade de recolher outros impostos.

 

Esse preço que você paga mensalmente, o DAS (falaremos sobre isso mais tarde), também está incluso a contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

 

Isto que dizer que o MEI te dá uma série de benefícios previdenciários, como aposentadoria por idade, invalidez, salário-maternidade, auxílio-doença, entre outros.

 

Tendo um CNPJ, o empreendedor individual pode abrir uma conta bancária empresarial, ter acesso a cartões de crédito empresariais e obter empréstimos com linhas de créditos especiais.

 

O que é MEI: tudo o que você precisa saber

 

Além disso, o MEI tem a possibilidade de emitir notas fiscais eletrônicas, trazendo uma maior credibilidade e segurança aos seus clientes. Com isso, o empreendedor pode participar de licitações públicas e concorrer a contratos com órgãos públicos, desde que atenda aos requisitos exigidos.

 

Obrigações fiscais do MEI

 

Apesar de ser uma categoria mais simplificada, o MEI, assim como outras atividades, possui obrigações fiscais e tributárias que devem ser cumpridas regularmente.

 

Lembra quando falávamos que os impostos são pagos em um valor fixo? Esse é o pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é a guia única de recolhimento dos tributos devidos pelo MEI.

 

O DAS é composto pelo INSS, ISS e ICMS (caso o MEI exerça atividades que estejam sujeitas a esse imposto).

 

Além do DAS, o MEI deve realizar uma declaração anual simplificada, conhecida como DASN-SIMEI (Declaração Anual do Simples Nacional – Microempreendedor Individual). Essa declaração serve para informar à Receita Federal o faturamento bruto do MEI no ano anterior e se houve ou não contratação de funcionário.

 

É importante entender e se atentar a essas obrigações para fazer tudo corretamente. Assim, você estará em dia com o Fisco, evitando multa e aproveitando os benefícios que citamos acima.

 

O MEI precisa emitir nota fiscal?

 

O que é MEI: tudo o que você precisa saber

Foto: Drazen Zigic/Freepik

 

Uma dúvida comum entre os MEI’s é se emitir nota fiscal é obrigatória. A resposta é: depende da situação.

 

Em vendas para pessoas físicas, o MEI não é obrigado a emitir nota fiscal, mas é interessante para que você tenha um registro da transação e comprovação da venda.

 

Já em vendas para pessoas jurídicas (outras empresas), é obrigatório a emissão de nota fiscal.

 

Lembrando que a não emissão de nota fiscal quando obrigatória pode gerar multas e problemas com o fisco. Por isso, é necessário fazer tudo corretamente para evitar multa e, consequentemente, perder dinheiro.

 

Além disso, emitir nota fiscal é uma forma de demonstrar a regularidade do MEI e passar confiança aos seus clientes.

 

Como ser MEI

 

Se você está interessado em se tornar um MEI, vamos te mostrar algumas etapas para iniciar esse processo.

 

A primeira coisa a se fazer é verificar se sua atividade é permitida para registro como MEI. Para isso, é só acessar o Portal do empreendedor e ver se a sua atividade está na lista de ocupações permitidas.

 

O próximo passo é se inscrever como contribuinte individual no Portal do Empreendedor. Esse processo é bem simples, gratuito e pode ser realizado online. Você só precisa colocar os seus dados como o número de CPF, número de telefone, endereço e alguns outros dados.

 

Depois de se registrar, você precisará emitir seu Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI), que é o documento que comprova sua condição de MEI.

 

Ele também é necessário para abrir uma conta bancária comercial em nome do seu negócio, solicitar empréstimos e fazer outras transações comerciais.

 

Com seu CCMEI em mãos, você pode então registrar-se no Simples Nacional, que é um regime tributário disponível para o MEI.

 

MEI precisa de contador?

 

O que é MEI: tudo o que você precisa saber

 

A figura do contador é essencial para a gestão financeira de uma empresa. No entanto, muitos MEI’s ainda se questionam se precisam de um contador ou não para gerir as finanças e a contabilidade do seu negócio.

 

De acordo com a Lei Complementar nº 123/2006, o MEI não é obrigado a contratar um contador, já que a legislação prevê uma simplificação dos processos contábeis e tributários para esse tipo de empreendedor.

 

No entanto, é importante destacar a importância de ter uma contabilidade para te auxiliar nas questões fiscais, tributárias e o planejamento financeiro do seu negócio.

 

Outro aspecto importante é que, ao contratar um contador, o MEI tem mais tempo e energia para se dedicar completamente a outras demandas da sua empresa, como por exemplo venda e marketing.

 

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Como você pode ver, ser MEI é uma excelente opção para quem está iniciando os seus caminhos no empreendedorismo e se encaixa nos requisitos da atividade.

 

Apesar de ser uma modalidade mais simplificada das demais, ainda existem algumas obrigações e informações que o empreendedor precisa ter em mente.

 

Por isso, é importante contar com uma empresa de contabilidade que irá te ajudar diretamente com as obrigações tributárias, como a declaração anual do imposto de renda, assim como a organização de documentos.

 

Além disso, os profissionais de contabilidade podem garantir que o MEI se mantenha em conformidade com as leis tributárias existentes e que os relatórios financeiros ofereçam uma visão clara e precisa da saúde financeira do seu negócio.

 

Nós da Contili Contabilidade Campo Grande estamos aqui para te dar todo o suporte que você precisa, desde a abertura da sua empresa até com ela já em funcionamento.

 

Com um atendimento totalmente personalizado e equipe especializada, nós vamos analisar e estudar as melhores formas de economizar, reduzir custos e, claro, fazer a gestão financeira da sua empresa.

 

O que é MEI: tudo o que você precisa saber